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Vilões da Black Friday são revelados

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Há menos de três meses da melhor data do comércio eletrônico no Brasil, cinco grandes empresas dão dicas para aproveitar as 24h de vendas.

A Black Friday é esperada com ansiedade tanto por comerciantes como por consumidores, concentrando em apenas 24h mais de 4% do faturamento de todo o ano: cerca de 16 vezes o movimento de um dia comum, segundo Alessandra Giner, CEO do Pagar.me. Para este ano, a projeção é de um crescimento de 15% a 17%, com relação ao ano passado, segundo o Google.

Alessandra Giner, CEO do Pagar.me, aponta que a relevância da Black Friday vem acompanhada de fatores que devem receber o dobro de atenção. “Certamente é um evento que gera números expressivos para todos os envolvidos em e-commerces. Tornou-se a data mais importante do ano e, sendo assim, merece atenção e cuidados nos detalhes para que sejam feitas boas transações”, comenta.

A campanha criada pelo Pagar.me, com outras quatro empresas parceiras, inclui um hotsite (www.sosblackfriday.com.br) com dicas práticas para comerciantes e um e-Book gratuito. O material reúne também informações completas e dados relevantes para que lojistas brasileiros se preparem e não percam nenhuma venda. Os astros desta publicação são quatro simpáticos monstros, que apesar de muito perigosos podem ser domados: Apagão, Sumiço, Divergente e Confúcia.

Para o Site fora do ar, foi dado o nome de Apagão. Sua descrição aponta o surgimento deste vilão em sites com baixa capacidade de processamento. Com o número de acessos crescendo, eles ficam mais lentos e desprotegidos. Este vilão aproveita a falta de atenção, além de travamentos para se hospedar ali. Depois passa a devorar suas informações até derrubá-los e migrar para outro site desprotegido para sobreviver.

Problema sério para o e-commerce é a Lentidão no checkout. Sumiço é um monstro que foi criado após o desaparecimento de produtos em estoque. Este vilão se alimenta dos itens existentes no carrinho de compras e faz com que a oferta continue no site, mesmo após ter devorado o produto. Ele tem um objetivo: provocar a desistência da compra e espantar clientes!

A divergência de valores cobrados é outro problema comum apontado pelos especialistas. Foi criado um vilão chamado Divergente, que é apresentado como uma incógnita. Não se conhece sua origem, já que a história nunca é contada de forma igual. Divergente engana os clientes com valores diferentes causando muitos problemas, especialmente na Black Friday.

O quarto vilão apontado pelos especialistas se refere à Complexidade na Compra. Este monstro é, na verdade, uma monstrinha: Confúcia. Após surgir de diversos erros de comunicação, ela vem confundindo as pessoas para que as mesmas sintam o que ela sentiu durante toda sua vida. As dificuldades no passo a passo da compra são atribuídas a ela.

O e-Book SOS Black Friday ajuda os comerciantes a identificarem estes vilões e aponta caminhos para que eles sejam combatidos. A publicação ainda inclui números relacionados com a data, projeções de mercado e as reclamações mais frequentes.

A Black Friday será dia 24 de novembro e deve atrair consumidores de todos os tipos de produtos e serviços. O e-Book SOS Black Friday 2017 foi desenvolvido pelo Pagar.me em parceria com a Stone, MundiPagg, Equals e Rock Content.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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