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Criteo revela que consumidores iniciam jornada de compras de final de ano em outubro

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Conversões começam em novembro com forte influência da Black Friday e
dispositivos móveis crescem como canal para conclusão de pedidos

 

Quando o assunto são as compras de final de ano, a antecipação tem sido a palavra de ordem para os consumidores brasileiros que fazem suas aquisições pela Internet. De acordo com o estudo Criteo Shopper Story 2017, da Criteo (NASDAQ: CRTO), líder em marketing para e-commerce, as pessoas começam a pesquisar os presentes mais caros (como televisores e videogames) em outubro e as conversões iniciam em novembro.

A Black Friday tem papel importante nessa antecipação. Importada dos Estados Unidos, a data vem ganhando cada vez mais representatividade no Brasil. De 2012 para 2016, as vendas aumentaram quase cinco vezes, atingindo um crescimento de 465%.

“Tudo o que sempre foi verdade absoluta sobre sazonalidade do varejo está começando a mudar, pois agora os consumidores compram quando bem entendem. As marcas e as lojas precisam estar lá com seus produtos durante toda a sinuosa jornada de compra, que para muitas pessoas começa em outubro”, comenta Alessander Firmino, diretor da Criteo para América Latina e Brasil.

Dados da empresa ainda revelam que o uso de dispositivos móveis é cada vez maior nas transações pela Internet. No quarto trimestre do ano passado, 24% de todas as compras online do País foram concluídas no ambiente mobile. E os consumidores esperam ter a mesma experiência que têm no computador em seus tablets e smartphones.

“Os varejistas precisam traçar estratégias que foquem no consumidor e não apenas no canal ou dispositivo. Em média, a jornada de compra é 1,5 vez mais longa do que o visto em análises que consideram apenas um device”, explica Firmino.

 

A jornada até a compra

O estudo Criteo Shopper Story 2017 analisou o comportamento de mil consumidores omnichannel do Brasil para entender melhor suas influências e motivações. A pesquisa abrange as palavras mais buscadas na Internet e também milhões de carrinhos de compra dentro de uma rede que conta com mais de 15 mil anunciantes, incluindo os principais varejistas do Brasil, além de marcas de segmentos variados, como eletrônicos, moda, artigos esportivos e eletrodomésticos. Mais descobertas seguem abaixo:

As pessoas usam a internet para pesquisar produtos que compram na loja física (webrooming). Por outro lado, muitos clientes na loja física fecham a compra online (showrooming). De acordo com a pesquisa, 80% dos consumidores omnichannel agem das duas formas.

O e-commerce brasileiro vem ficando mais competitivo graças à expertise cada vez maior dos grandes anunciantes e ao aumento da concorrência online. Agora com mais escolhas, os consumidores fazem compras em vários sites, comparando disponibilidade, opções de frete e informações do produto, além dos preços. O cross-shopping é especialmente comum na categoria “Eletroeletrônicos”, na qual 47% dizem visitar regularmente vários sites para fazer comparações.

A pesquisa revela ainda que antes da conversão, as pessoas costumam manter o carrinho de compras online cheio. Essa prática é mais forte na categoria “Roupas”. Neste caso, um terço dos consumidores inclui itens no carrinho, mas não conclui o pedido na hora.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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