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The Town lidera parceria com a ONG Gerando Falcões

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The Towndá,  o novo festival de música, cultura e arte de São Paulo traz como parceiros a ONG Gerando Falcões e Gerdau, e apoio da Prefeitura de São Paulo, para mostrar como somar forças pode fazer uma grande diferença na vida das pessoas. A partir do projeto Favela 3D (Digital, Digna e Desenvolvida), o The Town e os parceiros se unirão para interromper o ciclo de pobreza da Favela do Haiti, localizada na Zona Sudeste de São Paulo, por meio de uma metodologia escalável e sustentável que será implementada para o desenvolvimento da comunidade. Com o projeto, 290 famílias (o que equivale a cerca de mil pessoas) serão impactadas por ações que promovem o fortalecimento comunitário, empregabilidade, empreendedorismo, capacitações profissionais e acompanhamento individualizado das famílias até dezembro de 2024. A iniciativa faz parte do propósito “Por Um Mundo Melhor” — nascido no Rock in Rio e que, agora, chega com tudo no The Town –, que conecta pessoas pela música e ajuda a transformar vidas a partir de causas.

“Liderar este é um projeto muito especial para nós. Vamos oferecer todo o potencial de mobilização que uma marca como The Town carrega. Com esta parceria com o Favela 3D, queremos inspirar as pessoas, empresas, órgãos e instituições para se juntarem ao The Town e espalharem esta iniciativa por todo o país, promovendo mudanças na qualidade de vida de milhares de pessoas. Com uma união potente entre as organizações, o ciclo da pobreza nas favelas do Brasil tem solução, tem jeito! Transformando o nosso entorno, transformamos o mundo todo”, garante Roberto Medina, presidente da Rock World (empresa responsável pelas realizações do Rock in Rio e The Town), que reforça ainda o compromisso de usar toda o poder de comunicação do festival para ampliar conversas necessárias chamando atenção da política pública e do empresariado como um todo para que mudanças efetivas na sociedade possam acontecer.

Edu Lyra, fundador e presidente da ONG Gerando Falcões, criou o projeto por meio de uma reflexão inspirada na corrida espacial, sobre o porquê de estarmos esgotando nossas capacidades e recursos para colonizar um outro planeta, enquanto ainda existem milhares de pessoas vivendo em situação de extrema pobreza na Terra. A partir disso, o Favela 3D nasce para transformar essa realidade. De pessoas que vivem em territórios que são resultados da ausência de políticas efetivas, do abandono, da segregação e da desigualdade social e racial. Um projeto de atuação sistêmica que propõe soluções de desenvolvimento, geração de renda e urbanismo social, co-criadas em participação com a população local. Tendo como objetivo mandar a pobreza das Favelas para o museu antes de Marte ser colonizado.

“Para superar a pobreza, precisamos de uma agenda de colaboração mútua, com articulação entre todos os setores da sociedade, além de estudos extremamente técnicos e tecnologia de ponta em prol de uma transformação sistêmica nas favelas. Por isso o Favela 3D é um projeto de interesse público, porque trata-se de uma solução baseada em dados e inovação para superação da pobreza crônica no Brasil”, ressalta Edu Lyra, CEO e fundador da Gerando Falcões.

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Accesstage reúne gestores financeiros na primeira edição do Smart Discovery para cocriar soluções focadas na tesouraria corporativa

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Com o avanço acelerado da transformação digital nos departamentos financeiros, o mercado corporativo tem demandado soluções capazes de unificar eficiência operacional, inteligência de dados e uma compreensão profunda dos desafios diários enfrentados pelas equipes de tesouraria. Diante desse cenário, a Accesstage acaba de realizar a primeira edição do Smart Discovery, uma iniciativa estratégica desenvolvida para aprimorar a concepção e o desenvolvimento de seu portfólio de produtos a partir da metodologia de centralidade no cliente (customer centricity).

Muito além de otimizar os fluxos de trabalho e torná-los mais produtivos, a dinâmica da metodologia fomenta a aproximação entre os diferentes interlocutores em um ambiente imersivo e colaborativo, impulsionando a cultura de inovação. O encontro de live marketing e inteligência de negócios reuniu grandes corporações do ecossistema de clientes da marca para uma troca transparente de experiências sobre rotinas financeiras, gargalos operacionais e as necessidades práticas que desenham o cotidiano da gestão de caixa.

Segundo o CPTO da Accesstage, Bruno Salles, a proposta central do Smart Discovery é converter a escuta ativa em um planejamento de desenvolvimento tecnológico de ponta, interligando a engenharia de software às dores reais das empresas. “Nós acreditamos que a evolução dos nossos produtos passa necessariamente pela construção conjunta entre as áreas financeiras das empresas e tecnologia.”

Ao longo da programação, os painéis de debate abordaram temas cruciais para o setor, tais como a modernização da tesouraria corporativa, automação de fluxos financeiros, integração de processos complexos, experiência do usuário (UX) e ganho de eficiência operacional em larga escala.

Para Daniel Chaves, lead product designer da Accesstage, iniciativas desse porte ratificam um movimento irreversível na indústria de tecnologia: a migração das empresas de software para modelos operacionais abertos, colaborativos e genuinamente orientados à jornada do cliente.

“As melhores soluções surgem quando conseguimos ouvir quem vive a operação diariamente. O Smart Discovery nasceu exatamente com esse propósito: aproximar clientes, entender desafios reais e cocriar soluções que façam sentido na prática e gerem eficiência para as empresas”, analisa Daniel.

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Pavilhão da Bienal sedia megaevento da Melissa Delirium em convenção anual focada em design experimental e futurismo

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O icônico Pavilhão da Bienal, localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, transformou-se no palco do megaevento Melissa Delirium — Convenção 2026. O encontro exclusivo reuniu um público de 700 pessoas, entre parceiros e profissionais do setor, para descortinar as diretrizes de criação, novos negócios e o universo conceitual que guiarão os passos da marca ao longo de todo o ano.

Com assinatura criativa e produção integral da agência Just Live, a iniciativa de live marketing transportou os convidados para um ambiente onde as fronteiras entre a realidade e a fantasia se dissiparam. Toda a infraestrutura foi projetada para materializar fisicamente a essência da campanha hero de marca para a temporada de 2026.

A convenção ganhou vida por meio de uma narrativa pautada pelo design experimental, adotando uma estética futurista rica em volumes, traços minimalistas e alta plasticidade. A cenografia reforçou o conceito do jelly — o característico plástico maleável da marca — como uma matéria viva do imaginário da Melissa, funcionando como um verdadeiro motor para ativar memórias, desejos e novas possibilidades mercadológicas.

“Levar a Melissa Delirium para o Pavilhão da Bienal foi a sinergia perfeita entre arquitetura, arte e o DNA inovador da marca. Na Just, nós traduzimos o conceito de ‘Delirium’ fundindo realidade e fantasia em uma cenografia futurista e minimalista. O objetivo não era apenas criar um evento, mas construir uma narrativa viva e sensorial que conectasse o público à essência da marca, a consolidação de um projeto memorável de design experimental”, completa Renato Naya, CEO da Just Live.

Ao unir o valor histórico do espaço arquitetônico paulistano à vanguarda visual de sua nova coleção, a Melissa e a Just Live reafirmam o papel das grandes convenções corporativas como ferramentas poderosas de branding sensorial, capazes de ditar tendências e consolidar a identidade de uma marca no mercado global.

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