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SUBA e Live Center selam fusão estratégica e lançam plataforma de social commerce de olho em mercado bilionário

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O mercado de varejo digital e marketing de influência no Brasil ganha um novo e robusto capítulo focado em conversão em tempo real. De olho nas estimativas da Globe Newswire — que projetam que o país deve movimentar US$ 6,92 bilhões em transações ligadas ao social commerce até 2030 —, a agência SUBA e a Live Center oficializaram o lançamento da SUBA Live Box. Trata-se de uma nova vertical de negócios totalmente estruturada para atuar nas frentes de live commerce, social commerce, produção de conteúdo transacional e monetização imediata de audiências digitais.

A iniciativa ganha vida por meio de uma joint venture celebrada entre a SUBA e a Vitrines do Brasil, corporação que opera na intersecção entre moda, varejo físico, estratégias de afiliados e transmissões comerciais, além de ser a mente por trás da plataforma Live Center. Fixada no complexo Mega Polo Moda, em São Paulo, a estrutura destaca-se por ser o primeiro hub dessa categoria instalado no interior de um shopping center e devidamente credenciado pelo TikTok Shop. O projeto foi lançado de forma pioneira em 2025 e chega ao mercado consolidado por um histórico que ultrapassa as 3,5 mil horas de transmissões ao vivo realizadas desde sua fundação.

A engenharia societária e o desenho de negócios que uniu a SUBA e a Live Center foram arquitetados pela _entre, consultoria especializada em growth capitaneada por Jairo Soares. Com o fechamento do acordo, o executivo passa a acumular também as funções de acionista e conselheiro estratégico da SUBA Live Box. “Nossa ampla experiência na vanguarda do marketing de influência e conteúdo, somada à expertise da Vitrines do Brasil em live commerce, consolidada em milhares de horas de lives já realizadas, nos permite assegurar uma entrega única e segura para quem quer fazer parte do futuro do varejo. Nossa ambição é nos tornar, em um ano, o maior ecossistema de afiliados do mercado”, projeta Fabiana Bruno, CEO da SUBA.

A fusão das operações visa suprir uma demanda latente das marcas por ações de trade marketing digital que consigam unir o topo do funil de vendas (notoriedade) diretamente à base de conversão (faturamento), sem fricção na jornada do consumidor. “Live commerce não é apenas transmissão. É uma nova infraestrutura de venda, relacionamento, descoberta de produtos e monetização de audiência. Poder contar com o conhecimento e o trânsito da SUBA junto ao mercado publicitário, agregando conhecimento sobre construção de marcas pessoais e comerciais, nos permitirá dar um salto rumo à escala e ambição para essa solução”, analisa Vanessa Dantas, fundadora da Vitrines do Brasil e mente criativa da Live Center.

Na prática do live marketing contemporâneo, a SUBA Live Box posiciona-se como uma plataforma de negócios ao vivo que amarra, sob uma mesma base operacional, as dores e os desejos de indústrias, marketplaces, varejistas, creators, influenciadores e celebridades. “Mais do que uma operação de live commerce, estruturamos uma nova camada de negócios que aproxima audiência, conteúdo e conversão”, resume Jairo Soares.

Para os departamentos de marketing e agências de publicidade, a nova estrutura viabiliza a execução técnica de lives de vendas de alta performance, eventos digitais de lançamento de portfólio, demonstrações interativas de produtos, campanhas sazonais e ativações promocionais sob medida. Na outra ponta do ecossistema, voltada para os geradores de conteúdo, a plataforma abre uma via profissional de monetização: os influenciadores e afiliados passam a contar com contratos estruturados para converter sua audiência em receita recorrente, amparados por uma curadoria rigorosa de produtos, marcas de peso e um modelo de comissionamento totalmente organizado.

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Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

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O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.

Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.

“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.

No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”

“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.

Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.

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LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

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A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.

O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.

“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.

A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.

Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.

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