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WhatsApp é utilizado por 59% das pessoas para compra de produtos e serviços

Pesquisa realizada recentemente pelo site Opinion Box (2023), com 2.075 usuários do WhatsApp em todo o Brasil, aponta que 79% das pessoas se comunicam com empresas através do WhatsApp e 59% consideram adequado usar a plataforma para adquirir produtos e serviços.
Esses dados endossam o poder da comunicação via WhatsApp para fins comerciais. Para aproveitar o potencial da ferramenta de maneira eficiente e estável para os negócios, muitos empreendedores têm optado pelo WhatsApp Business API (Interface de Programação de Aplicação) ou, como é mais popularmente chamado, API Oficial do WhatsApp Business.
A principal função da tecnologia é integrar o mensageiro com outros sistemas, como CRM, plataformas de atendimento, chatbots, automação de marketing, controles logísticos, além de facilitar a comunicação com outros canais do grupo Meta, tornando o diálogo mais robusto entre a marca e o cliente.
Ao contrário do WhatsApp Business, a API Oficial do WhatsApp permite o uso de chatbots e centraliza diversos atendentes em um mesmo número de WhatsApp. Essa opção auxilia no fluxo de atendimento e a contornar a espera do cliente com respostas prontas e humanizadas. Isso ajuda a equipe a identificar se o contato é ou não um lead qualificado.
“A API Oficial proporciona maior performance no atendimento do que o WhatsApp Business, pois possui recursos para atender empresas com alto fluxo de demanda de maneira mais ágil e prática,” complementa João Lucas, especialista em sucesso do cliente da Poli.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







