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Fin4She Summit chega à 7ª edição na FAAP para impulsionar o protagonismo econômico feminino

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O Fin4She Summit, ecossistema de conexão entre mulheres e finanças, realiza sua sétima edição nos dias 1º e 2 de junho, em São Paulo. O evento ocupará o campus da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) consolidado não apenas como um espaço de debates, mas como uma plataforma de negócios e influência que traduz as transformações culturais e financeiras lideradas pelas mulheres no mercado corporativo.

Em 2026, a infraestrutura do Summit foi ampliada para suportar três palcos simultâneos e três salas de mentoria ao longo dos dois dias de imersão. Cerca de 100 palestrantes de grande relevância nacional compartilharão suas visões sobre liderança estratégica, inovação, comportamento, poder e a gestão inteligente do dinheiro. “Se antes era importante promover empoderamento feminino para reforçar a percepção de que as mulheres podem ocupar lugares no mercado financeiro, em 2026 ampliamos a proposta, integrando conteúdos sobre escolhas, estratégias, técnicas e transformações culturais, cotidianas e do mercado de trabalho”, avalia Carolina Cavenaghi, CEO da Fin4She.

O line-up de palestrantes confirma o peso institucional do evento. Entre os nomes que lideram os painéis estão Ana Buchaim, vice-presidente de pessoas, marketing, comunicação, sustentabilidade e investimento social da B3; Ana Karina Bortoni, presidente do Grupo Silvio Santos; Beatriz Bottesi, líder de marketing da Meta América Latina; Andressa Auge, head de estratégia do Bradesco Principal e Luciana Temer, presidente do Instituto Liberta.

Um dos pontos altos da programação será o lançamento da pesquisa inédita “Elas pagam a conta”, idealizada pelas consultorias Think Eva e Think Olga. O estudo traça um diagnóstico profundo sobre as barreiras estruturais do mercado e propõe um plano de ação para que empresas, mulheres e formuladores de políticas públicas construam mecanismos eficientes de geração de riqueza e equidade de gênero.

A relevância do ecossistema atraiu o suporte de gigantes do setor financeiro e do varejo de moda. Bradesco Principal e Shoulder assinam as cotas diamante de patrocínio, seguidos por marcas de peso como C6 Bank, XP Inc., Itaú, BTG Pactual, UBS, Morgan Stanley, Sororitê, Anbima e o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF).

Além da realização do Summit anual, a plataforma Fin4She mantém projetos perenes de capacitação ao longo de todo o ano. Destacam-se o Young Women Summit — focado em mentoria e certificação de jovens talentos —, o Mapa de Empoderamento Profissional (MEP), as masterclasses gratuitas e o Programa Executivo de Liderança Estratégica para Mulheres, também chancelado em parceria com a FAAP.

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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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