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Coca-Cola transforma passageiros do Metrô de São Paulo em figurinhas da Copa em ação interativa na estação Paulista

A JCDecaux uniu forças com a Bizsys para transformar a rotina dos usuários da Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo. A partir do dia 19 de maio, a estação Paulista recebe uma ativação exclusiva para a Coca-Cola FEMSA Brasil que resgata a memória afetiva do álbum de figurinhas da Copa do Mundo, conectando tecnologia e nostalgia no coração da capital paulista.
A experiência, que segue disponível até o dia 2 de junho, convida os passageiros a interagirem com uma máquina equipada com tela interativa. Ao ser fotografado, o usuário vê sua imagem inserida instantaneamente no layout clássico das figurinhas da competição. Como recompensa pela interação, o participante recebe uma garrafa de Coca-Cola e a versão digital da sua foto via WhatsApp, facilitando o compartilhamento imediato nas redes sociais.
“A estação Paulista é uma das mais importantes da cidade, e ativações interativas como essa ampliam a conexão entre as marcas e a audiência de forma natural e relevante. A ideia da campanha é unir a tecnologia das nossas telas à memória afetiva que o álbum da Copa desperta em todas as gerações”, afirma João Binda, diretor comercial da JCDecaux Brasil. Para o executivo, o projeto demonstra o vigor do OOH em criar momentos de diversão e exclusividade em meio ao deslocamento urbano.
A iniciativa faz parte da estratégia global da Coca-Cola para a Copa do Mundo FIFA 26, celebrando a jornada emocional dos torcedores. Luciano de Sá, gerente de experience & prestige accounts da Coca-Cola FEMSA Brasil, reforça que o objetivo é extrapolar os 90 minutos de jogo. “Essa ativação traduz essa proposta ao levar o universo do futebol para a rotina do consumidor, de forma leve e interativa, criando conexões espontâneas com a marca em um contexto de grande circulação”.
A viabilização técnica do projeto ficou a cargo da Bizsys, que focou na fluidez da jornada do usuário em um ambiente de alto tráfego. “Nosso papel nesse projeto foi potencializar a experiência por meio da tecnologia, garantindo fluidez, interatividade e escalabilidade. A proposta foi mostrar, na prática, como soluções digitais ampliam o impacto do OOH, conectando marcas e pessoas de forma mais dinâmica”, explica Rodrigo Cassino, CEO da Bizsys.
Para garantir uma cobertura 360°, a campanha não se limita ao subsolo. Um projeto especial nos relógios de rua da Avenida Paulista complementa a ativação do metrô, criando um ecossistema de visibilidade que atinge milhões de pessoas que transitam pela região. Com essa estratégia integrada, a Coca-Cola consolida sua posição como parceira histórica da FIFA, acompanhando o torcedor do primeiro chute ao apito final, tanto no ambiente físico quanto no digital.
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UBRAFE e ABRACE firmam acordo estratégico de cooperação para fortalecer o setor de feiras e eventos B2B

A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) e a Associação Brasileira de Cenografia e Estandes (ABRACE) oficializaram, no Expo Center Norte, um acordo de cooperação estratégica. O termo estabelece uma atuação conjunta entre promotores de feiras, pavilhões de exposições e empresas de montagem para o desenvolvimento do setor, a padronização de processos e a valorização das equipes de produção em âmbito nacional.
Como prioridade dessa primeira fase de integração, as entidades fixaram diretrizes focadas no aprimoramento das condições operacionais e de trabalho nos períodos de montagem e desmontagem das feiras. O plano prevê garantias estruturais em locais de exibições, incluindo a fiscalização do conforto térmico e das instalações sanitárias conforme as normas técnicas, além do fornecimento de áreas coletivas preparadas para alimentação, hidratação e descanso das equipes terceirizadas e montadores.
A assinatura do termo foi conduzida por Paulo Ventura (presidente da UBRAFE), Guto Guedes (presidente da ABRACE), Paulo Octavio Pereira de Almeida (P.O, diretor executivo da UBRAFE) e Paulo Passos (diretor executivo da ABRACE). “O setor de feiras e eventos sempre cresceu pela capacidade de reunir pessoas, empresas, negócios e ideias. Agora damos um passo além, colocando as entidades que representam essa indústria para construir soluções coletivas. Este acordo simboliza uma nova fase de cooperação e demonstra que o desenvolvimento do mercado passa, necessariamente, pela valorização das pessoas que fazem os eventos acontecerem”, afirma Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A iniciativa estabelece uma agenda permanente de governança e diálogo, que inclui a criação de campanhas educativas, o compartilhamento de metodologias de gestão, a definição de diretrizes operacionais unificadas para os pavilhões e a atuação conjunta junto a órgãos públicos e autoridades reguladoras.
Para Guto Guedes, presidente da ABRACE, “a assinatura deste acordo representa um avanço importante para as empresas de cenografia e montagem de estandes e, principalmente, para os profissionais que atuam na montagem e na desmontagem dos eventos. Acreditamos que o fortalecimento do setor passa pela valorização das pessoas que transformam projetos em realidade e fazem a nossa indústria crescer”.
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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.
Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.
A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.
No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.
A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.
A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.
Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.








