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Trend Micro anuncia fundo de US$100 milhões para investir em startups

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Investimento busca acelerar o crescimento em ecossistemas emergentes de tecnologia, como Internet da Coisas

A Trend Micro Incorporated (TYO: 4704; TSE: 4704) – empresa especializada na defesa de ameaças digitais e segurança na era da nuvem, anunciou recentemente o lançamento de um fundo de investimento para explorar mercados emergentes de tecnologia.

Com um investimento inicial de US$ 100 milhões, este fundo de risco permitirá à Trend Micro fomentar a criação de um portfólio voltado às startups desenvolvedoras de novas ideias e que estão no epicentro de mercados de alto crescimento, como a Internet das Coisas (IoT).

“A visão da Trend Micro sempre foi tornar o mundo seguro para troca de informações digitais. A explosão de dispositivos passou a transformar o modo como o mundo funciona, pensa e age. O ecossistema ainda está evoluindo e, por isso, existe muito trabalho a ser feito para garantir que organizações e indivíduos possam trabalhar e viver com segurança nesta nova realidade”, afirma Eva Chen, fundadora e diretora executiva da Trend Micro.

O investimento da Trend Micro oferecerá apoio financeiro às empresas, acesso à inteligência global de ameaças da empresa e alianças estratégicas com uma rede de canais que conta com mais de 28 mil parceiros.

Para a Trend Micro, a iniciativa trará informações sobre oportunidades emergentes deste ecossistema com modelos de negócios inovadores que ajudarão a responder os gaps existentes de mercado. Estas descobertas influenciarão o planejamento voltado às soluções de cibersegurança da Trend Micro.

“Temos uma história de 29 anos de sucesso antecipando tendências de tecnologia para proteger todos os tipos de ambientes. A primeira grande onda que tivemos foi o crescimento do mercado de computadores e nos comprometemos desde cedo no desenvolvimento da proteção endpoint, permanecendo como Líder no Quadrante Mágico da Gartner para Plataformas de Proteção de Endpoints até os dias de hoje”, diz Chen.

“Em seguida, apostamos em proteger a nuvem e, até agora, protegemos mais de dois bilhões de horas de workloads, e isso só na Amazon Web Services (AWS). Agora, acreditamos que a próxima onda chegou com a IoT e nosso fundo nos ajudará a aproveitar esta oportunidade”, finaliza Chen.

Com uma posição financeira sólida, a Trend Micro está bem posicionada para investir em fundos para fazer pesquisas e avanços consistentes com sua estratégia corporativa.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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