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Inter promove ações para aumentar segurança em jogos no Beira-Rio

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Clube movimenta suas redes sociais e anuncia I Seminário de Integração da Torcida Colorada

A direção do Sport Club Internacional irá promover na próxima segunda-feira 17, a partir das 19h, o I Seminário de Integração da Torcida Colorada.

O evento tem por objetivo aproximar todos aqueles que, de alguma maneira, participam da rotina dos jogos no estádio Beira-Rio, seja fazendo a festa na arquibancada ou trabalhando nos bastidores, nas diversas áreas e funções necessárias para que o espetáculo fora de campo ocorra com tranquilidade. São esperados sócios, representantes das torcidas uniformizadas e membros da Brigada Militar e do Ministério Público.

Segundo Norberto Jacques Guimarães, Vice-Presidente de Relacionamento Social, o clube pretende fomentar, por meio do diálogo, o compartilhamento de informações pelos participantes sobre suas realidades, procedimentos e dificuldades, de modo a tornar o Gigante um local ainda mais seguro. “Queremos desmistificar preconceitos e integrar ações positivas em busca de um único objetivo: consolidar em nosso estádio uma cultura cada vez mais festiva e pacífica”, afirma.

O I Seminário de Integração da Torcida Colorada será realizado no Salão de Atos do Conselho Deliberativo. A entrada é franca. O local comporta 200 pessoas, sendo aberto para sócios e não-sócios, e contará com a cobertura das redes sociais do Inter.

A programação completa do evento e outras informações estão disponíveis no site do clube.
Ações nas redes para dar visibilidade: “Vermelho da Paz. Torcida sim, violência não” – O Inter vai propagar em suas redes sociais a ideia de cultivar a paz nos estádios em campanha que começa nesta sexta 14, o “Vermelho da Paz: Torcida sim, violência não”. A ideia é usar seus perfis para incentivar o torcedor cada vez mais a exercer a paixão pelo clube com cordialidade. Serão postagens com mensagens de paz e vídeos com ex-jogadores e ações que envolverão o grupo de atletas e torcedores.

No dia de jogo, haverá balões, faixas no braço dos jogadores e distribuição de camisetas customizadas para as crianças do projeto Criança Colorada que entrarem em campo com o time.

 

Outras ações – Desde o começo do ano, a diretoria colorada tem adotado diversas medidas para aproximar todas as partes envolvidas na segurança em dia de jogo. A conscientização é palavra-chave nesse processo, já que a punição tem sido severa para os infratores que desvirtuam o sentido de torcer. Dentro de um cenário de violência que se espalha pelo País, o Internacional está atento: ao todo, já são 70 pessoas afastadas pelo clube e pelo Ministério Público, contando com o auxílio das próprias torcidas organizadas e das câmeras de segurança instaladas no Beira-Rio.

Dentre os procedimentos implementados, destaque para a criação do departamento de torcidas e ambiente de jogo, unindo forças entre conselheiros e os departamentos de relacionamento social, administração, segurança e jurídico. Este grupo tem reuniões periódicas com promotores do Ministério Público e com a Brigada Militar para aprimorar processos e medidas. Além disso, incentiva e ajuda a promover a festa nas arquibancadas, organizando recepções para a entrada da equipe em campo, com direito a fumaça vermelha, bandeiras e bobinas.

Há, ainda, o sistema de cadastro biométrico. A partir da captura da impressão digital, as informações dos torcedores ficam armazenadas em um banco de dados e podem ser facilmente acessadas pela direção do clube e autoridades de segurança pública, quando necessário.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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