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Startup reduz 30% custo logístico no e-commerce por meio de parcerias com armazéns próximos aos consumidores

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Uello propõe baratear e diminuir tempo de logística para pequenas entregas que dependiam dos Correios para realizar seus envios
Pesquisa aponta que prazo médio para entrega no Brasil passou de oito dias, em 2017, para 13, em 2019, e o valor médio do frete subiu de R$14 para R$19,50

Mesmo com faturamento bilionário do e-commerce no Brasil – cerca de R$ 70 bilhões em 2018, segundo a associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), agilidade e preço baixo na hora de realizar uma entrega não são os pontos fortes do setor. A Consultoria Compre&Confie aponta que o prazo médio prometido pelas lojas online para entrega no país passou de oito dias, no primeiro semestre de 2017, para 13 no mesmo período deste ano, e o valor médio do frete subiu de R$14 para R$19,50.

Entretanto, alguns de modelos de negócios já aparecem no mercado para solucionar esses problemas. A Uello (www.uello.com.br) – startup que usa uma rede colaborativa para reduzir custos logísticos e agilizar entregas – criou uma plataforma que oferece serviço de frete urbano mais rápido e econômico para pequenas e médias entregas. A empresa trabalha em parceria com pequenos armazéns espalhados por toda Grande SP, que possibilita diminuição de custos logísticos em até 30% – valor que varia em relação às demandas e tamanho de cada empresa que solicita o serviço.

“Uma de nossas propostas é atuar no e-commerce, onde há poucas soluções logísticas para entregas menores. Com modelo de logística mais descentralizado, os produtos saem de lojas próximas do endereço do consumidor final e não de centros distantes das cidades e isto barateia o custo logístico, facilita o atendimento e diminui o tempo de entrega do produto”, destaca Fernando Sartori, especialista em logística e fundador da Uello.

Além dos pequenos e médios e-commerces e lojas físicas, as grandes empresas também viram na Uello uma forma de customizar e otimizar suas entregas, melhorando a experiência do cliente final. Entre os principais parceiros da empresa estão: Dafiti, Arezzo, MMartan, Canon, Victorinox, B.blend, Enjoei, Mary Kay, entre outros. “Oferecemos um serviço diferenciado – e personalizado – para qualquer tipo de empresa, permitindo resolver alguns dos desafios atuais do mercado”, reforça Fernando.

Quem entrega?

Assim como os pontos de coleta espalhados pela cidade, a rede colaborativa criada pela Uello também possibilita mais agilidade e menores custos logísticos. A ferramenta funciona por meio de uma plataforma virtual que permite a integração entre os mais de mil motoristas cadastrados que fazem os envios e os armazéns parceiros que estocam os produtos. A empresa registra mais de 3 mil entregas por dia.

Para fazer parte da rede colaborativa, o interessado se cadastra no aplicativo da startup e após ser aprovado consegue ter acesso às rotas inteligentes criadas pela Uello. Ele pode escolher quantas entregas quer fazer no dia e qual o melhor horário, por exemplo, seguindo a rota proposta pelo app. Para ter acesso aos produtos, basta realizar a retirada em um dos armazéns parceiros espalhados pela cidade. Todo o processo pode ser administrado pelo motorista em tempo real no aplicativo- com supervisão e segurança da Uello.

Para Fernando, estes serviços de parceria com pontos de coleta pela cidade e a rede colaborativa possibilitam que produtos cheguem no endereço do consumidor final em até 24h, algo que é incomum no Brasil. Apenas 5% dos pedidos online foram entregues neste prazo em 2018, segundo a eBit/Nielsen.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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