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SRCOM foi responsável pelo espaço exclusivo da Heineken no Autódromo de Interlagos, durante o GP Heineken do Brasil de F1

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Agência criou, planejou e produziu a única arquibancada a contar com lounge, ativações de marca, festas e gift shop, além de coordenar A&B para 2mil pessoas

Uma das maiores agências de brand experience do país, a SRCOM foi responsável por mais um projeto de grande visibilidade da Heineken. Mais de 150 profissionais se empenharam, desde agosto, na criação, planejamento e produção da ativação da marca, durante o FORMULA 1 GRANDE PRÊMIO HEINEKEN DO BRASIL, de 10 a 12 de novembro, em Interlagos. A agência concebeu diversos ambientes para o espaço exclusivo dentro do autódromo, no setor H, na saída do S do Senna: um vão com bar central, um espaço para festas pós treinos e corrida e uma gift shop. A SRCOM também esteve à frente de todas as ações de branding para cerca de dois mil convidados.

O espaço contou com dois bares onde os tiradores de chopp holandeses trazidos diretamente do Heineken Experience, em Amsterdã serviram os convidados. Além disso, menu especial, totens para carregar celulares e uma loja com produtos exclusivos Heineken e F1 completaram a experiência. No final de cada dia de treinos e depois da corrida, o público deste espaço pôde aproveitar uma festa com o repertório ao vivo da Heineken Star Band, banda criada pela marca. Ativações e ‘photo spots’ que reforçam o “Quando Dirigir, Nunca Beba”, foram realizadas antes, durante e após os treinos e corrida.

“Com esta ação para a Heineken no GP Brasil de F1 consolidamos a relação com a Heineken, que se tornou um parceiro importante para a SRCOM” destacou Guili Alves de Lima VP Executivo SRCOM.

“O patrocínio mundial da Fórmula 1 foi uma ótima oportunidade para falar de um tema super importante e ao mesmo tempo delicado: a incompatibilidade entre bebida e direção. Esse é o segundo ano que ativamos a plataforma e ela vem se tornando maior, como por exemplo o fato de termos o naming rights no Brasil, um espaço exclusivo, na frente do S do Senna para 2 mil pessoas, onde consumidores e convidados poderão curtir uma experiência que vai além de somente assistir a corrida. Esse espaço, desenvolvido em parceria com a SRCOM, além de uma festa ao final de cada dia em Interlagos, tem uma série de ativações que ajudam a levar a mensagem de consumo responsável para o público.” Completou Vanessa Brandão Dir. De MKT da Heineken.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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