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Projeto Bike Tour SP, patrocinado pelo Grupo Bradesco Seguros, está entre as três melhores atividades ao ar livre na capital, segundo o site Trip Advisor

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Iniciativa oferece passeios guiados de bicicleta pela CicloFaixa de Lazer de São Paulo

O projeto Bike Tour SP, patrocinado pelo Grupo Bradesco Seguros nas rotas Avenida Paulista e Centro Velho, está entre as três melhores opções de “atividade ao ar livre em São Paulo”, de acordo com o TripAdvisor, site internacional de viagens que ajuda a descobrir o melhor de cada lugar com base nos comentários publicados pelos usuários. Até o último dia 15 de fevereiro, de um total de 195 avaliações, 82% eram “excelente”, concedendo ao projeto o “certificado de excelência”.

A iniciativa, que promove passeios gratuitos de bicicleta na CicloFaixa de Lazer de São Paulo por pontos de interesse da cidade, é patrocinada pelo Grupo Segurador por meio do “Movimento Conviva”, que tem como objetivo estimular a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas, motociclistas e pedestres. Grupos de até 10 pessoas são acompanhados por monitores que informam curiosidades sobre os locais visitados enquanto pedalam por um dos roteiros oferecidos: Avenida Paulista e Centro Velho.

Além de um sistema de áudio em português ou inglês acoplado ao capacete, guias acompanham os ciclistas em Libras, a linguagem brasileira dos sinais. Há também hand bikes (bicicletas movidas à mão) e trenzinhos para pessoas com visão ou mobilidade reduzida, oferecidos pela Dream Bike.

“O trenzinho (utilizado no Bike Tour SP) era exatamente o que eu queria, e lá fomos nós, pedalando deliciosamente pela (avenida) Paulista, interagindo com as pessoas e, sobretudo, aprendendo mais um pouco sobre a história da cidade”, descreveu a deficiente visual Elza Giannetti, em mensagem enviada recentemente, por e-mail, à organização do Bike Tour SP após conhecer de perto o projeto.

O Bike Tour SP foi criado em 2013 pelos irmãos André e Daniel Moral, paulistanos apaixonados pela bicicleta e por São Paulo, e conta com o patrocínio do Grupo Bradesco Seguros. Desde o começo do projeto, mais de 17 mil pessoas de todos os lugares do mundo participaram dos passeios guiados, e a grande maioria é de moradores da cidade.

O percurso do Bike Tour SP tem duração média de 1h15. Crianças também podem participar acompanhadas dos responsáveis. Com até 5 anos (ou com até 21kg) usam uma cadeirinha instalada na bicicleta de um adulto. A partir de 12 anos, fazem o passeio em bicicletas infantis. Desde novembro de 2016, o Bike Tour SP traz também para o trecho da Avenida Paulista da CicloFaixa de Lazer de São Paulo o Bike Kids, um bike trailer infantil com capacidade para transportar crianças de até 8 anos de idade.

Com o patrocínio, bicicletas, capacetes, coletes e demais equipamentos de segurança trazem a marca Bradesco Seguros. Para participar, basta fazer a inscrição gratuita no site www.biketoursp.com.br e levar dois quilos de alimento não perecível no dia do passeio, que serão doados ao Núcleo Assistencial Bezerra de Menezes (Nabem). Em um ano, foram doadas mais de 10 toneladas de alimentos para a instituição.

 

MOVIMENTO CONVIVA

Líder do mercado segurador nacional, o Grupo Bradesco Seguros destaca-se por investir em ações que incentivem a prática esportiva como um dos pilares para a conquista da longevidade com saúde, qualidade de vida e bem-estar. Entre elas, o “Movimento Conviva”, que tem como objetivo estimular a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas, motociclistas e pedestres – www.movimentoconviva.com.br.

O Grupo Bradesco Seguros patrocina a CicloFaixa de Lazer de São Paulo — iniciativa da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMT) e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) — desde a sua inauguração, em 2009. Atualmente, o espaço de lazer conta com mais de 120 quilômetros de extensão (ida e volta), por onde circulam, em média, 120 mil pessoas aos domingos e feriados, das 7h às 16h.

A CicloFaixa de Lazer de São Paulo faz parte, ao lado da CicloFaixa de Lazer de Osasco, do Movimento Conviva. De acordo com pesquisa Qualibest, divulgada pela agência F&Q Brasil, 87% dos entrevistados disseram ter passado a respeitar mais o ciclista no trânsito após usar a CicloFaixa de Lazer de São Paulo e 97% aprovam a iniciativa.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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