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Pizza Hut planeja abrir 700 novas lojas no Brasil até 2023

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Até o fim de 2018, rede pretende abrir 35 novas unidades, chegando a 215 restaurantes no país

A Multi-QSR – empresa que administra no Brasil a Pizza Hut, maior rede maior de pizzarias do mundo – anuncia hoje um plano para a abertura de 700 novas unidades no país até o final de 2023. Atualmente, a Pizza Hut conta com 180 restaurantes em 58 diferentes cidades brasileiras.

De acordo com Lincoln Martins, CEO da Multi-QSR, a quase totalidade das 700 novas unidades serão implantadas no modelo de franquia. “Vamos investir R$ 75 milhões nos próximos dois anos para abrir 35 lojas próprias, mas nosso foco será a expansão por franquias”, diz, acrescentando que, até o final de 2018, a Pizza Hut deve atingir mais de 200 unidades. “Boa parte das lojas próprias serão inauguradas ainda neste ano e em 2019”.

A expectativa da rede é comercializar 150 novas franquias até o final de 2019 em todas as reuniões do país. “Mesmo no estado de São Paulo, onde já temos 65 unidades, existe um enorme potencial de crescimento. O mesmo cenário se repete em praticamente todos os outros estados do país”, destaca Martins. “Nosso objetivo é tornar a operação da Pizza Hut no Brasil uma das maiores do mundo”.

O plano de crescimento da Pizza Hut no Brasil passa pela implantação de um novo modelo de franquia, mais flexível e direcionado tanto aos grandes quanto aos médios e pequenos investidores. “Anteriormente o foco da rede no Brasil era buscar investidores com capacidade para desenvolver todo um estado, abrindo várias unidades em várias cidades”, diz Saddy Nardino, gerente geral da Pizza Hut no Brasil. “Agora flexibilizamos o modelo, permitindo que os interessados em franquear a marca, a abertura de apenas uma unidade, por exemplo, sem a necessidade de assumir o compromisso de investir em mais unidades em um período de tempo determinado”.

“Acreditamos que esse modelo é mais adequado às características do investidor brasileiro, que tem como tendência começar pequeno para testar o modelo de negócio e, somente depois, investir em sua ampliação”, completa Martins. “Temos mais de duas décadas de experiência em franquia”, ressalta em alusão à história de sucesso da família Martins com o então grupo Multi no segmento de ensino de idiomas.

Nardino informa que o investimento inicial na implantação de uma unidade franqueada da Pizza Hut começa em R$ 750 mil, com prazo médio de retorno de três anos.

Os interessados em adquirir uma franquia Pizza Hut devem cadastrar o interesse no site www.pizzahut.com.br

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Free Free e Dzarm lançam collab inspirada no Outubro Rosa

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Free Free, plataforma e Instituto que trabalham pela liberdade física, emocional e financeira de mulheres, através de iniciativas que aceleram a equidade de gênero, a inclusão e a transformação social, lança uma collab em parceria com a marca Dzarm. Com o lema “A Nossa Liberdade é Pink”, as peças são inspiradas no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, e apresentam estampas divertidas e mensagens cheias de significado, que podem ser usadas em diferentes ocasiões.

O projeto é uma iniciativa do Free Free Fashion, que trabalha a moda como ferramenta de cura e libertação. Com calças, vestidos e blusas, todos na cor rosa, a coleção busca trazer força e inspiração, celebrando o poder das mulheres e ressignificando o pink. “Nós acreditamos que a moda tem um grande poder de suporte, recuperação e resgate na vida das mulheres. O rosa não é uma cor frágil. Ele traz força, alegria e bom humor. Vesti-lo nesse momento que está todo mundo cansado e de luto significa ter coragem. O pink é superpower!”, afirma Yasmine McDougall Sterea, CEO e fundadora do Free Free.

Para combater o medo, a desinformação e a falta de acesso a consultas e exames, a DZARM e o Free Free estão doando 100 consultas médicas para o Horas da Vida, instituição sem fins lucrativos que atua promovendo a inclusão e o acesso gratuito à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta também com o apoio do laboratório Femme, que realizará doações de mamografias, reforçando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer de mama. Além de parte das vendas serem revertidas para os cursos e projetos de impacto do Free Free.

Entre as participantes do projeto estão Yasmine Sterea, Stella Yeshua, Leticia Nascimento, Rosa Saito, Stella Yeshua, Mônica Alcântara e Ana Arietti. Através da moda, todas elas transformaram suas vidas e formas de se expressar e de lidar com o corpo.

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Plataforma de conexão Portland usa o Intercâmbio Criativo Brasileiro como ferramenta de inovação

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A diversidade cultural representa o conjunto de costumes e tradições, que vão desenhando os comportamentos e valores em diferentes regiões. Uma porta se abriu durante a pandemia e veio para ficar, é um caminho sem volta em que os “hubs” estão na nuvem, o home office permite que diferentes culturas se conectem e, consequentemente, tragam novas perspectivas, visões e criatividade para os projetos.

E, falando de Brasil, por conta do seu extenso tamanho territorial, e sua diversidade abundante, notamos o quão grande é o seu potencial de troca de experiências e conhecimento.

Uma empresa é formada por seus funcionários em que, cada um deles, possui uma identidade cultural, uma história de vida. Logo, cada empresa é reflexo de quem a compõe. E, pensando assim, é importante que nesse “microambiente” sejam levadas em conta essas diferenças, para ser uma troca saudável e receptiva.

Exemplo desse intercâmbio de visões diferentes é a Portland, uma plataforma de conexão de diferentes realidades que atua para a reconstrução de um mercado mais humano e um mundo mais criativo.  Na 5ª temporada em 2021, expandiu sua rede em formato Webinar para além da diversidade étnica e social, considerando outros recortes demográficos que potencializaram a pluralidade das conexões.

A agência abriu seu processo seletivo à distância quebrando as barreiras do espaço físico, possibilitou a conexão com pessoas que, apesar de estarem longe, estão na mesma sintonia que a empresa. O resultado foi a inscrição de mais de 800 candidatos de todo o Brasil, que tiveram a oportunidade de mostrar o seu lado mais criativo para vagas conectadas pela Portland.

Com candidatos Portlanders mais diversos, os resultados elevaram: “Conseguimos ampliar as nossas visões para outros horizontes que possibilitaram a construção de projetos ainda mais humanos e, consequentemente, criativos. Foi possível integrar pessoas de diferentes lugares do Brasil trazendo as pessoas como protagonistas e representantes de diferentes recortes da diversidade, o que tem deixado nossos processos mais ricos e os resultados mais genuínos”, diz Bruno Höera, fundador da agência.

A mudança radical de comportamento no trabalho, de uma maneira geral, possibilitou ainda mais esse intercâmbio. A pandemia trouxe um protagonismo das áreas de RH das empresas e das agências que surgiu por conta da urgência das empresas precisarem entender as realidades de cada um de seus funcionários, identificando as suas necessidades particulares para um home office suficientemente estruturado e uma equipe mais acolhedora e empática.

Para a Portland, a diversidade é uma ferramenta de inovação e esse é um dos fatores que fazem do Brasil um país tão criativo. A pluralidade de pessoas em uma empresa permite um ambiente melhor de trabalho, mesmo que virtual, aumentando a produtividade e a rentabilidade das corporações. É uma conta simples, mas que apenas ficou óbvia quando o discurso ficou batido o suficiente para ser transformado em ações. E, muitas dessas ações validaram na prática o que estava difícil da teoria explicar.

A próxima temporada de recrutamento da Portland tem previsão de acontecer no verão – porque o sol é para todes. A ideia é ir mais além e trazer outra visão de diversidade. Em sua 6ª temporada, a diversidade etária não só será uma das pautas, mas também uma prática. “Na questão geracional, sabemos que atualmente há duas grandes lacunas na inclusão de pessoas: jovens que não têm experiência e não conseguem entrar no mercado; e ainda as que têm muitos anos de praia, mas não conseguem uma recolocação, principalmente por conta do preconceito em relação à atualização e uso de ferramentas e tecnologias – o que obviamente é um grande mito. A maturidade coloca os nossos processos e projetos em um outro patamar de entrega”, reflete Höera.

Se olharmos por outro lado, realmente existe um mercado inteiro a ser explorado. Enquanto muitas marcas focam suas comunicações na juventude, o Brasil vai aumentando a faixa etária da média da sua população. É, a partir daí, que a economia prateada vai ganhando espaço e relevância. Um grupo multicultural – seja de ideias, vivências ou idade – é de extrema importância, pois resulta em um ambiente mais agradável e dinâmico.

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