Conecte-se com a LIVE MARKETING

Digital

O negócio dele é cupom de desconto

Publicado

em

Gabriel Xavier aposta neste mercado há 18 anos. O empreendedor de Porto Alegre, que começou com um site de cupons impressos em 2000, hoje está à frente do Mobo, app baixado por mais de um milhão de pessoas.

Foi em 1998, quando viajou para fazer o High School nos EUA, que Gabriel Xavier, hoje com 35 anos, descobriu o mundo dos cupons de desconto. Quando voltou ao Brasil para cursar a universidade, decidiu trazer aquele benefício para sua cidade, Porto Alegre. De lá pra cá, tem se dedicado a este segmento e pretende investir R$ 10 milhões nos próximos três anos para expandir o Mobo, aplicativo de cupons de desconto que já foi baixado por mais de um milhão de pessoas no Sul e Sudeste do Brasil.

“Quando morava na região de São Francisco, na Califórnia, achava fantástica a cultura de utilizar cupons de desconto para fazer compras em lojas e supermercados. Nunca tinha visto aquilo e me apaixonei pela ideia. Voltei pra cá e resolvei criar um site de cupons para impressão, o Descontos POA, que logo atraiu grandes redes de fast food e cinemas”, lembra o empreendedor.

Gabriel escolheu cursar Administração de Empresas na PUC-RS e continuou a desenvolver o site. Em um ano, já eram mais de 10 mil pessoas acessando o Descontos POA e imprimindo os cupons de desconto em cinemas, baladas, restaurantes e serviços com foco no público jovem.

“Foi difícil o começo, pois os estabelecimentos não entendiam muito bem a proposta e eram avessos a inovar. Por outro lado, havia alguns usuários que reclamavam que o custo para imprimir um cupom poderia ser mais caro que o benefício que ele dava. Isto porque tínhamos uma parceria com uma grande rede de fast food, onde quem comprasse um combo apresentando o cupom do site, ganhava grátis uma casquinha de sorvete. Mas continuava a acreditar naquilo que eu tinha visto funcionar tão bem nos EUA e resolvi repaginar o negócio com um produto mais palpável e prático pra época: um cartão físico de descontos”, conta Gabriel.

Nascia assim o Easy Card, que tinha parcerias com as principais universidades, colégios e escolas de idiomas em Porto Alegre. Entre 2001 e 2007, foram estampados selos Easy Card em 25 diferentes cartões de descontos. Foi formada uma rede com mais de 300 estabelecimentos parceiros que ofereciam descontos para cerca de 50 mil jovens que possuíam o cartão na capital porto alegrense.

Dez anos se passaram, Gabriel havia feito pós-graduação em Finanças e Marketing de Serviços pela ESPM-RS e a paixão pelos cupons de desconto só aumentava. Com a popularização da internet móvel, foi natural a evolução para um aplicativo. Então, em 2010, o Mobo começou a ser desenvolvido seguindo o mesmo conceito, com a diferença de que agora os cupons não precisavam ser impressos, apenas apresentados no estabelecimento na tela do celular.

Desde então, o aplicativo vem ganhando força e é utilizado amplamente nas cidades de Porto Alegre e Curitiba, agora com foco exclusivo em restaurantes selecionados (descontos de 20 a 30%). Em 2018, além da consolidação na capital paulista, a empresa pretende expandir sua atuação para o Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. Por dia, o app tem mais de 60 mil acessos únicos e 500 restaurantes disponíveis para os usuários, entre as praças que atende.

“Gosto de trabalhar com cupons de desconto pela possibilidade de ajudar duas pontas: o consumidor, que economiza dinheiro, e o estabelecimento, que vende mais. Costumo brincar com os empresários dizendo que o cupom é o pão quente da padaria, ou seja, é com ele que você atrairá de forma mais fácil os clientes para o seu negócio. De tudo que experienciei no mundo das startups e que deixo de aprendizado é que o empreendedor deve persistir, acima de tudo, ter confiança nos seus ideais e se reciclar a todo momento.”, finaliza Gabriel.

Vídeos sobre Mobo:

Curto – https://www.youtube.com/watch?v=TzxOzAXO37k

Completo – https://www.youtube.com/watch?v=BLDQ0RX_riA

Continue lendo

Digital

Com metodologia e softwares próprios, AdClub transforma o marketing digital do Grupo Neoenergia

Publicado

em

Com o alto desenvolvimento das empresas e grandes níveis de atividades realizadas no dia a dia, a automação de processos tem se tornado cada vez mais frequente. Uma das tecnologias utilizadas para essa transformação, tem sido vista em soluções de Business Intelligence, que é capaz de suportar uma imensa quantidade de dados não estruturados e de fontes internas e externas, que possibilita a interpretação de forma ágil e precisa muito superior às formas manuais. Diante disso, a Tetris.co – braço de tecnologia do AdClub, grupo que reúne três empresas focadas em soluções de Marketing Online para grandes marcas – promove uma completa transformação do Marketing Digital do Grupo Neoenergia.

A partir da implementação de metodologias e softwares próprios, o Grupo passou a ter total controle e entendimento sobre seus investimentos em tempo real, possibilitando alocações de recursos mais assertivos e de maior retorno. “A Tetris.co nos ajuda a classificar e analisar nossos dados, tanto orgânicos quanto pagos, aumentando a eficiência de nossos investimentos de mídia online em todas as plataformas”, comenta Mariana Wirtzbiki Aoad, Gerente de Comunicação Externa do Grupo Neoenergia.

Para Pablo Lemos, CTO do AdClub, o maior desafio foi auxiliar na alta demanda do Grupo, que – por ser constituído por várias empresas – cada uma delas possuía áreas com verbas e atividades específicas. “Controlar o conteúdo e a performance de cada empresa era trabalhoso e lento. Reports eram feitos de forma manual, sem o detalhamento necessário e demoravam semanas para serem concluídos, impedindo qualquer possibilidade de respostas ágeis, tão importantes no universo da mídia digital. Além disso, eles precisavam entender de forma bastante granular a performance orgânica versus a mídia paga, algo impossível de ser feito manualmente frente ao volume de publicações que eles executam”, explica.

O primeiro passo do processo, foi a implementação de um processo forte de taxonomia. Toda a presença online do Grupo Neoenergia passou a rodar com especificações de nomenclatura, permitindo entender no detalhe a performance sobre o investimento de cada empresa e área. A Tetris.co foi responsável por desenvolver ferramentas para facilitar o processo e evangelizar, tanto o time de marketing digital quanto as agências, sobre a importância de permanecer fiel à nomenclatura. Na outra ponta, instalaram uma versão 100% customizada do software próprio de governança e visualização de dados, o Tetris oDash, com automações para entender a taxonomia e gerar relatórios em tempo real, facilmente acessíveis via computador, tablets ou celulares.

Em seguida, desenvolveram um algoritmo de inteligência artificial proprietário que automatizou o cruzamento da performance orgânica versus a paga, unificando a classificação dos dados ao nível mais granular possível. “Com o sistema 100% implementado e rodando, com dados digeridos, organizados e classificados em mãos, passamos a prover uma consultoria constante de inteligência de dados. Diante disso, o projeto que foi iniciado no início de 2020, hoje é parte central da área de marketing digital do Grupo Neoenergia”, se orgulha Pablo.

Dentre os resultados obtidos, internamente, o time de marketing digital conquistou uma poderosa autoridade para justificar seus investimentos e planejamentos, já que cada passo agora pode ser monitorado e seu desempenho comprovado de maneira direta e eficiente. Dos analistas de marketing digital aos diretores, o Grupo como um todo passou a conversar nos mesmos patamares, pois compartilham a mesma fonte da verdade sobre o desempenho das estratégias de todas as áreas. “Com apenas alguns cliques, qualquer pergunta sobre o desempenho do marketing digital, seja a nível macro (Quanto cada empresa gastou em 2020?) ou a nível micro (Quantas publicações sobre Coronavírus a área de Segurança fez no mês de Julho? E quanto foi o custo por engajamento?), pode ser respondida”, ressalta Pablo Lemos.

É importante dizer que, após a realização, é fundamental que haja um apoio constante. Principalmente porque o meio digital muda constantemente e sem um monitoramento a tendência é que o projeto se torne obsoleto. “De um lado, um imenso orgulho de participar de maneira fundamental na transformação digital de um cliente tão importante quanto o Grupo Neoenergia. Vencemos uma série de desafios, inovamos tanto em software quanto em estratégias e chegamos a um resultado fenomenal. Do outro lado, estamos animados com o volume de demandas que há pela frente. Acredito que 2020 foi só o começo. Já estamos trabalhando juntos em 2021, em um volume maior que no ano passado e espero que a parceria só cresça”, finaliza o CTO.
Continue lendo

Digital

Raccoon anuncia novo posicionamento, reestruturação na direção e sociedade e prevê crescer 60% este ano

Publicado

em

Agência passa a atuar no modelo full service como parceiro estratégico do cliente, ampliando escopo para soluções de inteligência de mercado e infraestrutura, como mídia programática, Apps e desenvolvimento de e-commerces em plataforma VTEX

Quando André Palis e Marco Túlio Kehdi saíram do Google para fundar a agência Raccoon, em 2013, uma das primeiras atitudes da dupla foi buscar apoio de algum investidor de peso. Dentre os potenciais investidores abordados, eles conversaram com Manoel Lemos, sócio do fundo de investimento e capital risco, RedPoint Eventures, e com Gustavo Caetano, fundador da Sambatech.

Não conseguiram um único centavo, mas isso não foi exatamente uma má notícia: “Vocês não precisam de dinheiro, esse negócio vai dar certo, o mercado precisa. Vocês precisam de direcionamento e alguns contatos”, concordaram Manoel e Gustavo na época, que toparam entrar para o conselho da empresa, onde permanecem até hoje. Eles estavam corretos.

A Raccoon foi fundada oficialmente em 2013, em São Carlos, cidade estratégica para atrair talentos oriundos das USP e Universidade Federal de São Carlos. Seu foco era exclusivamente performance, o que significa, resumidamente, colher dados deixados pelos clientes na internet, botar inteligência em cima para players de diversos segmentos venderem cada vez mais. “Desembolsamos 5 mil reais para montar nossa identidade visual, apresentação institucional e foi assim que começamos”, relembra André Palis, fundador e CEO da agência.

Já em 2021, números mais generosos comprovam que a empreitada deu certo. A Raccoon conta hoje com mais de 650 colaboradores, distribuídos em três prédios na cidade, e soma mais de 120 clientes na carteira, entre eles Natura, Fast Shop, Leroy Merlin, MRV, Estácio, Vivara e 99. Em média, a empresa intermedia mais de 1 bilhão de reais só em anúncios no Google por ano, o que a coloca como uma das maiores da América Latina, acumulando premiações desses parceiros.

Agora, diante a uma nova demanda de mercado, a agência anuncia um novo posicionamento: passa atuar no modelo full service 360, oferecendo soluções para toda a cadeia digital do cliente. Na prática, isso significa que, além das soluções de marketing digital – como SEO, Mídias e Inbound – a Raccoon passa a oferecer soluções de inteligência de mercado e infraestrutura, como consultoria, mídia programática, aplicativos e desenvolvimento de e-commerces em plataforma VTEX.

Segundo André, a transformação digital é uma realidade, boa parte das grandes empresas já despertou, mas elas precisam de ajuda nesse processo. “Entendo que muitas empresas ainda compreendem transformação digital como digitalização, e não é isso. Transformação digital é transformação cultural viabilizando o uso da tecnologia para melhorar a experiência do consumidor e assim vender mais. Isso envolve inclusive ponto físico”, esclarece.

“Houve um boom do e-commerce, mas esse mercado ainda vai crescer muito. Então, as empresas têm que proporcionar uma melhor experiência de consumo nesse e-commerce, extrair dados estratégicos sobre hábitos de consumo e colocá-los a favor do cliente, o que gera venda para o negócio. Além disso, tem a questão da integração entre online e offline. Na cabeça do cliente é tudo uma coisa só. Mas nas empresas, esses setores ainda enxergam on e off como coisas distintas. Exemplo: varejos de ponta ainda cobram preços diferentes no online e no offline. Qual o sentido disso na cabeça do cliente? Ele está com o celular na mão de frente com o vendedor, pesquisa o preço na mesma loja, e o vendedor não cobre. Não faz nenhum sentido. É esse tipo de gap a que vamos cobrir”, conclui.

Reestruturação na direção

Para dar corpo ao novo modelo de negócio, a Raccoon está ampliando também o seu time de diretores e gerentes, valorizando pratas da casa: ninguém veio de fora, todos os novos diretores já eram colaboradores da empresa. Vale ressaltar que todos os novos diretores e gerentes também se tornam sócios da Raccoon.

A nova gestão conta com André Palis (CEO), Túlio Kehdi (Chief Staff Officer), Leonardo Araújo (VP de Operações), Lucas Palhares Ferreira  (Diretor de Negócios e CMO),  Carlos Pereira Lopes (CTO), Felipe Carvalho (Diretor de Inbound Marketing e Inovação), Diego Bertolini (Diretor de Administrativo, Financeiro e RH), Michelle Massaro (Diretora de Operações de Mídia e Marketing) e Vitor De Angeli Camargo (Diretor de Operações de Mídia e Marketing). Além disso, Ramon Tranches e Maria Luiza Castro, ambos Gerentes de Operações de Mídia e Marketing, também assumem como sócios da empresa.

“Me orgulho de encontrar dentro da nossa própria empresa pessoas absolutamente preparadas para o desafio que vamos encarar. Muitos desses profissionais foram literalmente formados in house, o que nos mostra que essa decisão foi acertada”, diz Palis.

Perspectiva de crescimento

A Raccoon registra um crescimento consistente ao longo dos seus sete anos. Em média, a empresa cresce 50% ao ano. “Quando você tem 10 clientes e sobe para 15, 50% significa uma coisa. Quando você tem 100 e sobe para 150, significa outra. São 50 mais, não 5. E quando tudo isso se mantém no médio e longo prazo, significa que estamos oferecendo algo que realmente está agregando. Havia um gap lá atrás, as coisas foram mudando, mas ainda há gaps que a Raccoon segue capaz de preencher. A transformação digital continua”, avalia Palis.

Agora, em 2021, a empresa pretende crescer um pouco mais. “Nossa estimativa é crescer 60%. Esse ano ainda tende a ser complexo, a pandemia está aí, não se sabe ao certo como as coisas vão ficar. Mas, de fato, o mercado está mais aberto e nós estamos bastante estruturados para atuar em toda a cadeia. Ficamos felizes em dizer que a Raccoon pode fazer parte da solução, pode ajudar negócios a se reinventarem e se posicionarem de maneira mais efetiva nesse cenário”, completa Palis.

Continue lendo