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NESCAU transforma projeto Jogadeira em ebooks gratuito com jogos e brincadeiras

Em casa, crianças e adultos praticam juntos jogos e brincadeiras e resgatam a diversão por meio do esporte, incentivando a prática de atividades físicas
Como parte de medidas de precaução por conta do atual cenário de saúde pública, as atividades do projeto Jogadeira em condomínios da cidade de São Paulo foram suspensas durante o primeiro semestre de 2020. E para garantir que as crianças continuem ativas com a nova rotina, NESCAU lançará a partir do dia 6 de abril um e-book gratuito semanal com atividades esportivas para serem praticadas entre pais e filhos.
O material será disponibilizado pelas redes sociais de NESCAU e pelo site oficial do Jogadeira atualizado toda segunda-feira, garantindo uma atividade diferente para cada dia da semana da garotada. Boliche de rolinhos de papel higiênico, tiro ao alvo, bola ao cesto e futebol de caixa de sapato são algumas das atividades que serão encontradas no material.
“As atividades visam ajudar os pais e as crianças dentro de casa, trazendo ideias de atividades que unem jogos com brincadeiras, principalmente para incentivar a criatividade e o interesse pela prática de atividades esportivas” explica Abner Bezerra, Head de Marketing de NESCAU e Bebidas Nestlé.
Jogadeira
Além de estar presente em dois pontos espalhados por São Paulo aos domingos, a Jogadeira é também uma plataforma que conecta crianças com professores e recreadores, levando a condomínios de São Paulo um calendário de atividades para auxiliar na educação e diversão das crianças idealizada por NESCAU.
São dois pacotes disponíveis para os pais. O primeiro deles é um plano de seis meses que contempla a realização de atividades físicas de duas a três vezes na semana com grupos a partir de oito crianças, onde são aproveitados espaços vazios e pouco utilizados de condomínios. A segunda opção é para recreação de festas com ativações de Nescau. Além disso, Jogadeira também conta com atividades desenvolvidas para colônias de férias, nas quais até mesmo as brincadeiras tradicionalmente estáticas, como o stop, são adaptadas para fazer a criançada se movimentar. Os brinquedos também são adaptados ao perfil e tamanho das crianças.
Além de incentivar o esporte, NESCAU tem como objetivo tornar a Jogadeira um modelo de negócio sustentável. Toda a renda será revertida para a construção de espaços para a prática de esportes e financiamento de aulas com professores em comunidades carentes. O primeiro projeto a ser apoiado pela Jogadeira é o Gerando Falcões, liderado por Eduardo Lyra.
A metodologia e atividades de Jogadeira são desenvolvidas pelo Instituto Esporte & Educação, da Ana Moser, que enxerga o desenvolvimento da criança em aspectos de liderança, alfabetização esportiva, criatividade, respeito e avaliação crítica. Todas as atividades promovem a participação ativa de cada criança, autoconhecimento, sociabilidade, trabalho em equipe e empatia.
O projeto Jogadeira foi desenvolvido em parceria com UP – Assessoria Esportiva e Fit Anywhere.
Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.jogadeira.com.br.
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Bets trocam camisas pelo streaming e redefinem a estratégia de marketing esportivo na Copa de 2026

O Brasileirão Série A de 2026 estreou com uma ausência visível no peito das camisas. Apenas 12 dos 20 clubes da elite entraram na temporada com uma casa de apostas como patrocinadora máster, queda de 33% em relação a 2025, quando 18 equipes tinham acordos desse tipo. Vasco, Grêmio, Internacional, Bahia e Santos figuram entre os times que chegaram ao início do campeonato sem um novo contrato fechado no espaço de maior visibilidade do uniforme.
A retração nos gramados, porém, não traduziu recuo de investimento. Traduziu redirecionamento. O capital que saiu das camisas encontrou outro destino no futebol: as transmissões digitais da Copa do Mundo de 2026, com início previsto para 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México.
A CazéTV e o YouTube garantiram os direitos de transmissão de todas as 104 partidas do torneio e fecharam contratos de patrocínio que somam aproximadamente R$ 2 bilhões, com cada cota máster vendida por R$ 185 milhões. Ao todo, 11 marcas confirmaram presença nas transmissões, entre elas Ambev, Coca-Cola, iFood, Mercado Livre e Vivo.
Entre os patrocinadores confirmados está a KTO, que formalizou parceria com o canal de Casimiro Miguel para estar presente em todas as partidas do torneio no YouTube. Andreas Müller, diretor de Marca e Comunicação da KTO Brasil, definiu a lógica da aposta. Segundo ele, o patrocínio das transmissões da Copa abre uma janela para a plataforma interagir com quem acompanha o futebol e potencializar a emoção de uma competição que, em suas palavras, “promete ser a mais digital da história”.
O marketing digital se tornou essencial para o setor de apostas no Brasil, tema debatido por líderes do segmento no BiS SiGMA Américas em 2024.
O movimento não é casual: o futebol responde por 85,1% das bets registradas na plataforma da KTO, segundo pesquisa da própria operadora, o que torna o Mundial um ponto de convergência natural entre audiência e público apostador. Estar nas transmissões da Copa significa estar no maior evento do esporte que já domina o negócio.
A CazéTV construiu uma audiência sólida ao longo de eventos esportivos recentes. Durante o Mundial de Clubes FIFA 2025, o canal registrou bilhões de visualizações. O novo torneio, com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países, eleva a escala e a duração da janela publicitária a patamares sem precedente para uma plataforma de streaming.
Para o mercado de marketing esportivo, o movimento sinaliza uma revisão das métricas de alcance. Um uniforme garante presença em cada frame da cobertura televisiva de um clube durante o campeonato, mas segmenta a audiência por torcida. Uma cota de transmissão do Mundial posiciona a marca diante de qualquer torcedor, de qualquer time, durante 40 dias de competição ininterrupta.
O recuo nos uniformes também coincide com um momento de seleção mais criteriosa no setor. O maior contrato ativo da Série A continua sendo o do Flamengo com a Betano, estimado em R$ 268 milhões anuais com vínculo até 2028. Os acordos que permaneceram são robustos; os que não foram renovados apontam para marcas que preferiram avaliar outras rotas antes de comprometer orçamento em renovações de longa duração.
O formato da Copa de 2026 amplia o fenômeno. A abertura acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, com a decisão marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A cobertura gratuita no YouTube, acessível por celular, computador e smart TV, projeta um volume de visualizações que nenhum canal de TV aberta pode replicar sozinho na plataforma que consolidou uma nova geração de audiência esportiva no Brasil.
Para as marcas que apostaram nas transmissões digitais, a Copa de 2026 representa o primeiro teste em escala máxima desse modelo de patrocínio. O resultado devbe orientar os próximos ciclos de negociação no mercado esportivo brasileiro e, provavelmente, redefinir o peso relativo entre uniforme e streaming nas estratégias de quem precisa chegar ao torcedor onde ele está.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.









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