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Natural da Terra reinaugura loja com conceito inédito em São Paulo

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Pouco mais de um ano após a compra do Natural da Terra pela rede Hortifruti, os paulistas verão o resultado da unificação dos dois modelos de negócio. Higienópolis ganhou uma loja renovada, que traz conceito e layout inéditos, reunindo o que há de melhor nas duas empresas. A unidade fica na Rua Rosa e Silva e estreou também a nova marca Natural da Terra.

O projeto inovador traz uma loja totalmente reformulada, com novos setores e produtos, oferecendo ao mercado paulista um ambiente focado em alimentação saudável e natural. A nova identidade visual reflete o posicionamento da marca e reforça este conceito de conexão com a natureza.

“Essa unidade apresenta aos nossos clientes uma experiência de compra nova, com foco na saudabilidade, com alimentos de verdade, além de vários outros produtos para tornar avida ainda mais prática”, explica Luiz Elisio Castello Branco de Melo, CEO da Rede Hortifruti e do Natural da Terra. O executivo adianta também que as principais qualidades da Hortifruti e do Natural da Terra poderão ser vistas na loja. “A troca de conhecimentos das duas marcas nos deu a chance de dar um passo importante, que se materializa agora com esse projeto, que tem uma identidade mais completa e aderente ao mercado de São Paulo.”

A nova unidade, com 918,50 m² de área de vendas, tem uma enorme variedade de FLV’s frescos, inclusive de orgânicos, vindos do campo para a loja em até 24 horas. Entre as principais novidades estão:

– Estação Natural: ambiente planejado para ser um espaço de convívio para clientes, amigos e familiares. Nele serão oferecidas atividades de promoção da alimentação saudável e natural, através de eventos, cursos de culinária, degustações e dicas nutricionais. Além disso, o Estação Natural também oferecerá sanduíches e pizzas montados na hora, comidas japonesas, cardápio para café da manhã, pasteis, saladas, grelhados, quiches e tortas;

– Seção de Sucos: além dos naturais engarrafados, trará os sucos prensados a frio, em que os ingredientes não são aquecidos, pasteurizados ou quimicamente tratados;

– Mini Horta com temperos para a realização de aulas de culinária;

РA̤ougue: grande variedade de cortes especiais para as mais diversas receitas, com informa̵̤es nutricionais ;

– Peixe fresco embalado a vácuo: mais prático, limpo e fresquinho

– Sushi: preparado na hora

Outros detalhes também foram pensados para atender os consumidores. Na Padaria, por exemplo, o pão francês fica separado em duas cestas, uma para os mais clarinhos e outra para os mais moreninhos. Além desse tradicional pãozinho, os clientes encontram opções integrais, sem glúten e sem lactose. Há ainda uma área dedicada aos produtos Kosher, além de seções como mercearia, bebidas, mix de higiene e limpeza, saladas prontas, produtos orgânicos, floricultura, itens cortados e higienizados.

O ambiente é todo acessível e oferece estacionamento com 30 vagas e wifi gratuito.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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