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Mercado de cupons gera 650 milhões em vendas para e-commerce brasileiro em 2017

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Em 2017, consumidores resgataram 18 milhões de códigos promocionais para realizar compras nas lojas online

 

O Cuponomia, portal que reúne ofertas e cupons de desconto para compras online, foi responsável por gerar R$ 650 milhões em vendas para o e-commerce brasileiro em 2017. O resultado é fruto de 18 milhões de cupons de desconto resgatados pelos usuários no site, um crescimento de 30% em comparação a 2016, e permitiu ao consumidor economizar, em média, 20% nas compras feitas pela internet.

O levantamento também revelou que grandes e-commerces como Amazon, C&A, Saraiva e Ponto Frio ofereceram até 70% mais cupons de desconto para os usuários em relação ao ano anterior. As lojas online que aumentaram o número de os códigos promocionais disponibilizados em 2017, tiveram crescimento nas vendas em até 80%.

 

Setores em crescimento

Em 2017, a quantidade de cupons de descontos resgatados para pedidos em plataformas delivery de alimentos e bebidas foi, em média, 5 vezes maior que em 2016, ressaltando o crescimento de startups como iFood e Uber Eats no Brasil.

O segmento de viagens e turismo também alcançou maior representatividade no mercado de cupons. O número de códigos promocionais resgatados para compra de passagens aéreas e pacotes de viagens no comércio eletrônico cresceu 65% no último ano.

Segundo o Cuponomia, as categorias que mais ofereceram cupons de desconto ao longo do ano foram moda e acessórios, lojas de departamento, perfumes e cosméticos, esportes e eletrodomésticos.

 

Black Friday

Na última edição da Black Friday, 550 mil códigos promocionais foram resgatados para compras na internet, cerca de 20% a mais que em 2016. Os consumidores tiveram uma economia de até 30% a mais no valor das compras durante o evento, com tíquete médio de R$ 507,00.

 

Datas comemorativas

Datas comemorativas como o Dia das Mães e o Dia dos Pais foram os períodos com maior procura por cupons de desconto no e-commerce pelos consumidores que buscam economizar na compra dos presentes.

De acordo com o levantamento, no último Dia das Mães, o número de cupons de desconto retirados pelos usuários para compras em lojas virtuais foi 35% maior em comparação com 2016. Já os códigos promocionais resgatados na plataforma nas vésperas do Dia dos Pais tiveram volume 12% maior que no ano anterior.

A análise considera o volume total de códigos promocionais resgatados no site em um período de duas semanas anteriores às datas comemorativas.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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