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Tecnologias da WABCO estão em caminhões da equipe que mais venceu o Dakar

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A WABCO é parceira de longa data para o fornecimento de tecnologias de alto desempenho para a Kamaz-master. Em 2018, o enduro começou em Lima (Peru), passa pela Bolívia e a final acontecerá no dia 20, em Córdoba (Argentina)

A WABCO, fornecedora global líder em tecnologias e serviços que melhoram a segurança, a eficiência e a conectividade de veículos comerciais, participa do rali Dakar 2018 fornecendo as suas mais avançadas tecnologias de segurança de alta performance para a Kamaz-master, equipe russa de competições de caminhões fora de estrada e campeã por 14 vezes do torneio, com provas reconhecidas como as mais desafiadoras do mundo. A Kamaz-master é a equipe que mais ganhou títulos na competição.

Desde 1997, as tecnologias pioneiras de segurança WABCO fornecidas para a Kamaz-master têm contribuído significativamente para o sucesso contínuo da equipe. A WABCO equipa caminhões pesados da Kamaz-master com tecnologias líderes de mercado. Em 2016, os caminhões contaram com compressores de ar de alto desempenho, cilindros de freio, controles de suspensão pneumática, válvulas do circuito de freio e servo embreagens. Em 2017, foram compressores de ar, secadores de ar, câmaras de freio, válvulas do circuito pneumático, servo embreagens e sistemas de suspensão pneumática controlada eletronicamente (Electronically Controlled Air Supension – ECAS). Agora, em 2018, a WABCO aplicou o mesmo pacote de produtos que tão boa performance tiveram no ano anterior. A fabricante compete com quatro caminhões.

O Dakar é uma das mais difíceis corridas de resistência do mundo e impõe o mais exigente teste tanto para equipes quanto para veículos. O Dakar 2018 na América Latina teve a largada em 6 de janeiro, no Peru, passa pela Bolívia e terminará na Argentina, no dia 20. A competição será disputada em território argentino, pelo décimo ano, e peruano e boliviano pela quinta vez. Com duração de quinze dias, o enduro contará com sete estágios, dos doze, realizados em dunas, totalmente fora de estrada.

Na 40ª edição, que também é a 10ª edição no continente sul-americano, o Dakar se reconcilia com o Oceano Pacífico e, especialmente, com as dunas peruanas, que os pilotos e motoristas enfrentaram depois de terem desfrutado vários dias na capital, Lima. A corrida continua na Bolívia, com dia de descanso em La Paz, e seguirá para a Argentina, onde Córdoba será o palco da chegada. Em 2018, o Dakar está com 60 nacionalidades representadas e mais de 500 pilotos em motos, quadriciclos, carros e caminhões.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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