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Maurício Trezub: Por que o digital commerce é 5x maior que o e-commerce?

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Vivemos a Era da Transformação Digital. Muito se lê e se fala sobre esse movimento e isso faz com que as companhias busquem reformular totalmente a sua estratégia de negócios e posicionamento, se quiserem se manter competitivas no mercado. O problema é que os varejistas estão errando na formulação da estratégia de transformação digital ou estagnados sem saberem em que investir. Não sei dizer qual dos dois é mais perigoso!

Digital First Retail é o termo que temos usado para definir a tendência crescente da jornada de compra do consumidor ser influenciada por canais digitais, não importando onde a transação final acontece. É muito importante que este movimento seja entendido pelos varejistas e que a experiência de compra desta nova jornada seja repensada.

Um estudo recente da Deloitte mapeou que 56% das vendas em lojas físicas envolvem um dispositivo digital, ou seja, o consumidor pode ter pesquisado o produto no Google no trabalho, ter comparado preços num app no celular ou ainda ter visitado o e-commerce de várias marcas antes de ter decido ir à loja física. Nos Estados Unidas, a Forrester estimou que o volume de vendas influenciadas pelo digital é 5x maior que as vendas online. Ou seja, entender a jornada digital é hoje 5x mais importante que ter um e-commerce competente.

Desta forma, podemos afirmar que a maioria das vendas de uma loja hoje começa no online, pois o primeiro instinto do consumidor quando está interessado em um produto é pesquisar informações e comparar os preços na internet. E muitas dessas buscas geram, de fato, vendas nas lojas físicas. Então, como melhorar a minha estratégica e conquistar um consumidor que conhece o produto na internet e depois vem comprar na minha loja?

A resposta está no conceito de micro moments, que, segundo o Google, são minúsculos momentos de intenção de tomada de decisão e formação de preferências que ocorrem durante a jornada do consumidor. Sua empresa precisa estar presente nesses momentos e é aí que entra o investimento na digitalização do negócio. O comportamento de consumo da geração atual mudou, e para sempre. Com o mundo baseado em buscas, as lojas físicas precisam perceber que devem ser encontradas facilmente com apenas um clique. Neste contexto, ter informações como localização das lojas, catálogo, estoque, preços, horas de abertura e fechamento facilmente encontráveis nos canais digitais durante os micro moments é fundamental.

Outra estratégia para atender às demandas e aumentar a satisfação desse público é permitir que a compra seja feita online e o pagamento na loja física, quando houver a retirada do produto – processo conhecido como Click and Collect. Desta forma, o varejista consegue aproveitar a vinda do cliente à loja para oferecer produtos que possam complementar o primeiro pedido dele. Se o cliente comprou um tênis novo, posso oferecer meias para usar com ele, por exemplo.

Muitos varejistas acreditaram que montar uma operação de e-commerce apartada das lojas físicas fosse uma estratégia de sucesso para o futuro. Pode até ter funcionado por um período, mas agora é a hora de repensar drasticamente essa posição. O relacionamento com uma marca não está isolado em um canal e para conseguir fornecer uma experiência de comprar fluida, e sem atritos, os varejistas vão ter que integrar canais digitais e físicos em todos os pontos de contato que fizerem sentido para entregar uma jornada que começa – prioritariamente – no digital.

Comprovadamente, o digital commerce é muito mais relevante que o e-commerce ou qualquer outro canal de vendas isolado. Isso significa que para oferecer produtos e serviços para o consumidor nesta nova era não há mais saída: é preciso aderir ao digital commerce!

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

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Sherwa fecha parceria com Overwolf para lançar aplicativo

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Sherwa, anunciou sua mais nova parceria. De olho em desenvolver um aplicativo para computador, a companhia recebeu um investimento da Overwolf, uma plataforma completa que permite aos criadores construir, distribuir, e monetizar seus aplicativos.

Para criar esse novo programa para PC, que ajudará os jogadores a encontrar parceiros em mais de 80 jogos diferentes, a Sherwa recebeu um investimento de 100 mil dólares da sua nova parceira, com o objetivo de aprimorar e otimizar o desenvolvimento.

Para Pedro Vasconcellos, CMO da Sherwa, a parceria será extremamente importante para os planos de expansão da empresa: “Ter a oportunidade de entrar no mundo dos computadores era algo que buscávamos há bastante tempo. Porém, queríamos encontrar o parceiro ideal para darmos esse passo tão importante. Junto com a Overwolf, vimos a oportunidade certa de poder desenvolver o melhor aplicativo para nossos clientes. Além disso, com o incentivo de 100 mil dólares, conseguimos aplicar tudo o que pensávamos para poder oferecer uma melhor experiência para todos os usuários do nosso app. Em breve, vocês poderão conhecer o protótipo em primeira mão”.

“A Sherwa foi fundada por uma equipe apaixonada com ideias inovadoras, tanto sobre o produto como sobre o envolvimento do usuário. Com a ajuda da Overwolf, a Sherwa será capaz de crescer, passando a ter um aplicativo para computador que abrirá as portas para novos jogadores, oferecendo novas possibilidade”, comenta Shahar Sorek, CMO da Overwolf.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo aponta que a presença de negros na publicidade digital não aumenta no Dia da Consciência Negra

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A mais recente pesquisa do Elifegroup e da agência SA365 indica que o Dia da Consciência Negra não tem impacto significativo na presença de negros e pardos na publicidade digital. A análise é um recorte do estudo anual sobre “Diversidade na Comunicação de Marcas em Redes Sociais”, em que foi identificado que a presença de pessoas negras e pardas aumentou apenas 4% em 2020 quando comparado ao ano anterior.

Mesmo durante o mês de novembro, marcado pelo dia da consciência negra, a participação de pessoas pretas e pardas nas publicações de marcas não aumenta e é inferior a meses anteriores, como em abril – com 95 publicações – e maio – com 98 de posts registrados -. Estes números, associado à análise de conteúdo das publicações no período, indicam que não há impacto significativo ou publicações específicas para marcar a data na publicidade digital.

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