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Linha de espumantes Georges Aubert é relançada pela CRS Brands

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Uma das marcas pioneiras da bebida no Brasil chega nas opções Brut, Demi Sec, Moscatel e a edição especial Brut Rosé

O espumante criado em 1951 em Garibaldi (Rio Grande do Sul), pelo francês Georges Aubert, está de volta. Com sua experiência, ‘monsieur’ Aubert começou a produzir as primeiras garrafas com uvas de acidez elevada e aroma marcante, cultivadas na Serra Gaúcha. O rótulo logo conquistou os paladares mais exigentes e se tornou símbolo de elegância e inovação no universo dos vinhos finos.

A nova Georges Aubert mantém a mesma tradição e qualidade e celebra o momento de renovação com uma linha de espumantes leves, produzidos pelo método charmat, técnica francesa em que as bolhas são formadas na segunda fermentação em tanques de inox. O novo posicionamento da marca, o ‘brasileiro de alma francesa’, busca aliar esta tradição com a excelente qualidade do espumante brasileiro.

A CRS Brands, uma das maiores indústrias de bebidas da América Latina, resgata o sabor inesquecível e sofisticado do clássico do espumante nacional. A partir deste mês, a empresa leva para todo território nacional a nova linha Georges Aubert, uma das primeiras marcas da categoria produzida no país, presente nas melhores mesas por décadas.

São quatro opções de rótulos para brindar com estilo em todos os momentos:

Georges Aubert Brut Rosé – Em edição especial com produção de apenas 2 mil garrafas previstas para este ano, é considerado um dos rosés mais expressivos e elegantes da categoria. A bebida, com 12,5% de graduação alcoólica, chama atenção pelo sabor leve e equilibrado, e aroma predominante de frutas vermelhas frescas. Versátil, o espumante vai bem com carne vermelha, peixes e pratos orientais.

Georges Aubert Brut – De cor amarelo palha e com frescor das borbulhas finas e brilhantes, seu aroma é suave de flores brancas com tons picantes, além de notas que lembram doces e frutas secas. A versão tem 12,5% de graduação alcoólica, sabor fresco e cítrico, e harmoniza perfeitamente com pratos a base de frutos do mar, sushis e grelhados.

Georges Aubert Demi Sec – Doce, tem aroma frutado e sabores mais complexos de brioche. Com 12,5% de graduação alcoólica, suas bolhas são finas, a espuma é discreta e persistente e pode ser apreciado com sobremesas, doces e frutas, além de pratos a base de peixes e grelhados.

Georges Aubert Moscatel – Opção para quem prefere uma bebida mais suave e frutada, o espumante tem apenas 7,5% de teor alcoólico e se destaca pelo sabor adocicado que se harmoniza com a acidez natural das uvas Moscatel. Ideal para ser saboreado com doces e frutas.

Os espumantes Georges Aubert devem ser apreciados a temperatura entre 5ºC e 7ºC.

Além da presença em pontos de varejo de todo o país, a CRS Brands montou uma loja on line exclusiva para seus apreciadores. Os pedidos podem ser feitos em: www.espumantesgeorgesaubert.com.br

Para saber mais sobre as novidades Georges Aubert, acesse também: https://www.facebook.com/espumantesgeorgesaubert/

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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