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IBM Watson permite conversa com personagens de Dom Casmurro em exposição no Itaú Cultural

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Obra de Machado de Assis é interpretada por aplicação tecnológica desenvolvida com inteligência artificial. Público pode fazer perguntas aos personagens do livro via texto

Quais perguntas você faria aos personagens de Dom Casmurro, uma das obras de literatura mais lidas no país? De 08 de junho a 06 de agosto, uma obra de arte computacional desenvolvida pela IBM, usando recursos de computação cognitiva, permite ao público interagir com Capitu, Bentinho e Escobar. A experiência interativa figurará entre as 10 obras que serão apresentadas na mostra Consciência Cibernética [?], realizada no Itaú Cultural, em São Paulo, até 13 de agosto.

Intitulada “Café com os Santiagos”, o projeto faz alusão ao sobrenome do protagonista Bento de Albuquerque Santiago (Bentinho) e recria, por meio de recursos de inteligência artificial, uma conversa entre o público da exposição e os três principais personagens do livro. Na prática, o visitante pode participar de ‘um café’ com Capitu, Betinho e Escobar e fazer perguntas a cada um deles através de um tablet. Cada questionamento é respondido usando trechos de diálogos da obra projetados na mesa usando recursos de animação.

A plataforma de computação cognitiva da IBM, Watson, foi utilizada para transformar os diálogos dos livros em conversas interativas com as personagens, ajudando o público a entender a obra de Machado de Assis por um ângulo totalmente novo e divertido. Exatamente por isso, o cenário da mesa de café da tarde inclui um jogo de chá, chapéus, toalhas de crochê e outros detalhes cenográficos que representam o período em que a obra foi escrita.

Machado de Assis é reconhecido pela construção de prosa e diálogos de grande sutileza, e Dom Casmurro (publicado em 1899) é considerado por muitos o melhor exemplo da literatura clássica brasileira. Em “Café com os Santiagos”, o formato de diálogo interativo, possibilitado pelos recursos de inteligência artificial, revela ao público vários elementos da complexidade Machadiana, incluindo a ambiguidade e a ironia característicos do autor, e materializa o mistério da história de Capitu.

“Este projeto explora de maneira inovadora o papel de plataformas como o Watson, que é o de ajudar seres humanos a extrair valor da enorme quantidade de informações que os cerca. A novidade desta aplicação é que uma conversa com múltiplos agentes de inteligência artificial ao mesmo tempo, o que vai ser a característica marcante da segunda onda de chatbots. Hoje, chatbots respondem perguntas e ajudam a realizar serviços simples, mas sempre de forma individual. No futuro vamos interagir com vários chatbots ao mesmo tempo, colaborando no processo de tomada de decisões como se estivéssemos em uma reunião.”, diz Claudio Pinhanez, líder de tecnologias de conversação do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil.

A obra interativa foi criada pelo executivo juntamente com Heloisa Candello, pesquisadora e designer do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil e o produtor e criador em artemídia, Paulo Costa. O projeto foi construído na plataforma de desenvolvimento de aplicações na nuvem, IBM Bluemix e utiliza os serviços de Watson Conversation, Watson Tone Analyzer e Watson Text-to-Speech. A aplicação permite a conversa entre os personagens e os visitantes, detecta a emoção nas perguntas realizadas e torna a obra acessível a portadores de deficiência visual com auxílio dos serviços de conversão de texto em fala por meio de um chatbot que roda em um tablet.

 

IBM Watson: plataforma cognitiva para negócios

O Watson representa a nova era da computação, no qual os sistemas compreendem o mundo de modo mais similar aos humanos: por meio de sentidos, aprendizagem e experiência. O Watson aprende continuamente por meio de interações prévias, ganhando em valor e conhecimento ao longo do tempo.

Como parte da estratégia da IBM para acelerar o crescimento da computação cognitiva, o Watson está aberto para o mundo, permitindo que desenvolvedores, estudantes, empresários e entusiastas técnicos possam explorar a mais avançada e diversa plataforma de computação cognitiva disponível atualmente para negócios. As soluções do Watson estão sendo construídas, utilizadas e empregadas em mais de 45 países, em 20 diferentes tipos de indústrias.

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Novo sistema de Inteligência Artificial reconhece imagens no PDV e gera economia

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Novas tecnologias vêm ganhando espaço nos pontos de venda, gerando agilidade, economia e conforto para os varejistas. E o uso de Inteligência Artificial é um forte aliado para avaliar o posicionamento e sortimento dos produtos nos PDVs usando redes neurais para reconhecimento de imagens.

A Digi, uma das mais relevantes empresas de marketing de incentivo e relacionamento do país, desenvolveu um sistema que utiliza a tecnologia de redes neurais para efetuar a leitura de milhares de imagens do PDV e gerar indicadores de acordo com os objetivos definidos pelas empresas de alimentos e bebidas, ou de outros setores, que podem estar relacionados a estoque, share, planograma, sortimento e preço. O resultado é devolvido em tempo real para as equipes de venda.

São leituras digitais que analisam variáveis como a exposição dos produtos, ruptura, invasão nas gôndolas, monitoramento da concorrência, sortimento e mix, entre outras, que além da agilidade e eficiência, praticamente zeram as fraudes. A nova tecnologia já está sendo testada por grandes empresas do setor de alimentos e bebidas no Brasil.

Esse produto Digi está sendo apresentado na APAS Show 2022, a maior feira de alimentos e bebidas da América Latina, que nesta 36ª edição, entre os dias 16 e 19 de maio, conta com o novo conceito “Além de Alimentos”.  Com isso, a feira passa a oferecer tudo de mais relevante para o setor, desde alimentos e bebidas, até tecnologia e inovação, passando por logística, finanças, infraestrutura, equipamentos e muito mais.

“Leituras de milhares de fotografias enviadas pelas equipes de merchandising até hoje são interpretadas por recursos humanos, ou seja, pessoas, que passam o dia analisando e classificando o material recebido. Um trabalho gigantesco e demorado, principalmente, para uma grande companhia que possui muitos produtos com distribuição nacional e diversos canais. Fica caro, passível de erro e gera pouco engajamento nas campanhas de incentivo para os times de venda, pois o retorno da avaliação demora”, analisa Marina Morato, diretora de Business Strategy da Digi.

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Hagens anuncia chegada do CPQD e Uniodonto

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A Hagens, casa de gente criativa e focada no desenvolvimento de projetos de transformação digital, inovação e marketing baseados em tecnologia e ciência de dados, anunciou a chegada de dois novos clientes ao portfólio. A agência está em plena expansão e agora passa a contar com as contas do CPQD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), uma das maiores instituições do setor da América Latina, e da Uniodonto, maior rede de atendimento em planos odontológicos do mundo.

Para o CPQD, a Hagens irá atender todas as frentes de comunicação, tanto no B2B e B2C, atuando no site e redes sociais, com foco na performance, trabalhando a imagem da empresa com produção de conteúdo técnico.

Já para a Uniodonto, a Hagens irá fazer uma comunicação integrada, on e off-line, tanto no B2B (para empresas e planos empresariais), como no B2C, para reforçar a tradição da marca. Além disso, também trabalhará com a Dental, loja física de produtos da cooperativa para dentistas, focando no digital.

“Assumir contas de duas marcas de tanta credibilidade é uma responsabilidade que traz consigo um grande desafio. Nossa missão será manter a postura de entregar um trabalho de excelência, pois nossos pilares em tecnologia e em comunicação se completam, oferecendo uma imersão única no mercado. Assim, podemos trabalhar todas as nossas expertises em um nível mais desafiador e relevante, pois CPQD e Uniodonto elevam ainda mais nosso posicionamento neste mercado”, celebra Clauber Scarparo, sócio e cofundador da Hagens.

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