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Hershey’s Mais marca presença na CCXP 18 com estande interativo

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Visitantes poderão participar de atividades inspiradas nos universos de HQs, criados em parceria com ilustradores renomados

A Hershey, gigante americana de chocolates, participa da CCXP 2018, maior evento dedicado ao público geek no mundo. Com o objetivo de se aproximar cada vez mais dos jovens, a marca lançará durante o evento uma parceria com ilustradores de histórias em quadrinhos, que poderá ser conferida em um estande divertido e interativo.

Combinando o prazer do chocolate com a diversão do mundo geek, a marca propõe ambientes nos temas de Aventura, Medieval, Herói e Zumbi, com ilustrações dos artistas Lucas Werneck, Cris Bolson, Zé Carlos e Danilo Beyruth e cores de Natália Marques – todos da Chiaroscuro Studios e conhecidos por trabalhos para a Marvel, DC e outras editoras dos Estados Unidos. Cada tema foi escolhido para representar um sabor dos deliciosos Hershey’s Mais, que são as variações de wafer com cobertura de chocolate da marca disponíveis nas versões Ao Leite, Cookies’n’Creme, Amendoim e Triplo Chocolate.

O ambiente, composto por quatro cenários dedicados a cada um dos chocolates Hershey’s Mais, possui diferentes atrações para os visitantes da CCXP e foi criado e produzido pela Aktuellmix. Por meio das ilustrações dos quadrinistas, os espaços contam diferentes tipos de histórias, inspiradas na linguagem das HQs. As pessoas são convidadas a se tornarem o personagem que quiserem, imergindo nas quatro narrativas.

Na área do Hershey’s Mais sabor Amendoim, por exemplo, o visitante terá um cenário especial para uma foto heroica. No espaço sabor Cookies’n’Creme terá uma estrutura de Castelo Medieval para duelos entre os visitantes. Há também um espaço para jogar Jenga com Hershey’s Mais Ao Leite. E, finalmente, uma área bônus na qual as pessoas poderão experimentar o Hershey’s Mais Triplo Chocolate e tirar uma foto temática de terror zumbi.

“Queremos proporcionar uma imersão no universo de quadrinhos. Com a parceria com os quadrinistas, nos aproximamos do público jovem e garantimos uma experiência única e divertida com a marca”, explica Marcel Sacco, Diretor Geral da Hershey Brasil.

A CCXP18 acontece de 6 a 9 de dezembro, na São Paulo Expo, localizada na Rodovia dos Imigrantes. Todos os dias de evento, das 15h às 16h, os ilustradores estarão no estande para conversar com fãs e dar autógrafos.

Confira o line-up:

Dia 6, Quinta-feira: Cris Bolson e Natália Marques

Dia 7, Sexta-feira: Danilo Beyruth

Dia 8, Sábado: Lucas Werneck

Dia 9, Domingo: Zé Carlos

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Free Free e Dzarm lançam collab inspirada no Outubro Rosa

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Free Free, plataforma e Instituto que trabalham pela liberdade física, emocional e financeira de mulheres, através de iniciativas que aceleram a equidade de gênero, a inclusão e a transformação social, lança uma collab em parceria com a marca Dzarm. Com o lema “A Nossa Liberdade é Pink”, as peças são inspiradas no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, e apresentam estampas divertidas e mensagens cheias de significado, que podem ser usadas em diferentes ocasiões.

O projeto é uma iniciativa do Free Free Fashion, que trabalha a moda como ferramenta de cura e libertação. Com calças, vestidos e blusas, todos na cor rosa, a coleção busca trazer força e inspiração, celebrando o poder das mulheres e ressignificando o pink. “Nós acreditamos que a moda tem um grande poder de suporte, recuperação e resgate na vida das mulheres. O rosa não é uma cor frágil. Ele traz força, alegria e bom humor. Vesti-lo nesse momento que está todo mundo cansado e de luto significa ter coragem. O pink é superpower!”, afirma Yasmine McDougall Sterea, CEO e fundadora do Free Free.

Para combater o medo, a desinformação e a falta de acesso a consultas e exames, a DZARM e o Free Free estão doando 100 consultas médicas para o Horas da Vida, instituição sem fins lucrativos que atua promovendo a inclusão e o acesso gratuito à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta também com o apoio do laboratório Femme, que realizará doações de mamografias, reforçando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer de mama. Além de parte das vendas serem revertidas para os cursos e projetos de impacto do Free Free.

Entre as participantes do projeto estão Yasmine Sterea, Stella Yeshua, Leticia Nascimento, Rosa Saito, Stella Yeshua, Mônica Alcântara e Ana Arietti. Através da moda, todas elas transformaram suas vidas e formas de se expressar e de lidar com o corpo.

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Plataforma de conexão Portland usa o Intercâmbio Criativo Brasileiro como ferramenta de inovação

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A diversidade cultural representa o conjunto de costumes e tradições, que vão desenhando os comportamentos e valores em diferentes regiões. Uma porta se abriu durante a pandemia e veio para ficar, é um caminho sem volta em que os “hubs” estão na nuvem, o home office permite que diferentes culturas se conectem e, consequentemente, tragam novas perspectivas, visões e criatividade para os projetos.

E, falando de Brasil, por conta do seu extenso tamanho territorial, e sua diversidade abundante, notamos o quão grande é o seu potencial de troca de experiências e conhecimento.

Uma empresa é formada por seus funcionários em que, cada um deles, possui uma identidade cultural, uma história de vida. Logo, cada empresa é reflexo de quem a compõe. E, pensando assim, é importante que nesse “microambiente” sejam levadas em conta essas diferenças, para ser uma troca saudável e receptiva.

Exemplo desse intercâmbio de visões diferentes é a Portland, uma plataforma de conexão de diferentes realidades que atua para a reconstrução de um mercado mais humano e um mundo mais criativo.  Na 5ª temporada em 2021, expandiu sua rede em formato Webinar para além da diversidade étnica e social, considerando outros recortes demográficos que potencializaram a pluralidade das conexões.

A agência abriu seu processo seletivo à distância quebrando as barreiras do espaço físico, possibilitou a conexão com pessoas que, apesar de estarem longe, estão na mesma sintonia que a empresa. O resultado foi a inscrição de mais de 800 candidatos de todo o Brasil, que tiveram a oportunidade de mostrar o seu lado mais criativo para vagas conectadas pela Portland.

Com candidatos Portlanders mais diversos, os resultados elevaram: “Conseguimos ampliar as nossas visões para outros horizontes que possibilitaram a construção de projetos ainda mais humanos e, consequentemente, criativos. Foi possível integrar pessoas de diferentes lugares do Brasil trazendo as pessoas como protagonistas e representantes de diferentes recortes da diversidade, o que tem deixado nossos processos mais ricos e os resultados mais genuínos”, diz Bruno Höera, fundador da agência.

A mudança radical de comportamento no trabalho, de uma maneira geral, possibilitou ainda mais esse intercâmbio. A pandemia trouxe um protagonismo das áreas de RH das empresas e das agências que surgiu por conta da urgência das empresas precisarem entender as realidades de cada um de seus funcionários, identificando as suas necessidades particulares para um home office suficientemente estruturado e uma equipe mais acolhedora e empática.

Para a Portland, a diversidade é uma ferramenta de inovação e esse é um dos fatores que fazem do Brasil um país tão criativo. A pluralidade de pessoas em uma empresa permite um ambiente melhor de trabalho, mesmo que virtual, aumentando a produtividade e a rentabilidade das corporações. É uma conta simples, mas que apenas ficou óbvia quando o discurso ficou batido o suficiente para ser transformado em ações. E, muitas dessas ações validaram na prática o que estava difícil da teoria explicar.

A próxima temporada de recrutamento da Portland tem previsão de acontecer no verão – porque o sol é para todes. A ideia é ir mais além e trazer outra visão de diversidade. Em sua 6ª temporada, a diversidade etária não só será uma das pautas, mas também uma prática. “Na questão geracional, sabemos que atualmente há duas grandes lacunas na inclusão de pessoas: jovens que não têm experiência e não conseguem entrar no mercado; e ainda as que têm muitos anos de praia, mas não conseguem uma recolocação, principalmente por conta do preconceito em relação à atualização e uso de ferramentas e tecnologias – o que obviamente é um grande mito. A maturidade coloca os nossos processos e projetos em um outro patamar de entrega”, reflete Höera.

Se olharmos por outro lado, realmente existe um mercado inteiro a ser explorado. Enquanto muitas marcas focam suas comunicações na juventude, o Brasil vai aumentando a faixa etária da média da sua população. É, a partir daí, que a economia prateada vai ganhando espaço e relevância. Um grupo multicultural – seja de ideias, vivências ou idade – é de extrema importância, pois resulta em um ambiente mais agradável e dinâmico.

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