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Fanato leva jacarés de ouro e prata na categoria Viagem de Incentivo Internacional no Prêmio Caio

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Operadora conquistou a primeira posição com o case “Vá mais Longe – Copa do Mundo 2018″, para a Continental, e o prata com ” VSPP – GP de Abu Dhabi 2017″, ação elaborada para a Ambev

A Fanato Incentive venceu a 19a Edição do Prêmio Caio, na categoria viagem de Incentivo Internacional, com dobradinha, e dois cases distintos de experiência nas primeiras posições. O jacaré de ouro foi para a campanha “Vá mais Longe – Copa do Mundo 2018”, elaborada para a multinacional Continental. Já o jacaré de prata foi conquistado pela operadora pelo case “VSPP – GP de Abu Dhabi 2017”, elaborado para a Ambev.

Organizado pela Eventos Expo Editora, responsável pela Revista Eventos, o prêmio Caio é uma das mais importantes e reconhecidas premiações do mercado de eventos e viagens. A cerimônia de premiação aconteceu na noite desta terça, dia 11 de dezembro, em São Paulo, com a participação de importantes nomes do turismo brasileiro.

Com o intuito de reconhecer o trabalho dos revendedores da marca Continental que bateram a meta de vendas da empresa, a Fanato organizou uma viagem completa para a Rússia, sede da Copa do Mundo, com direito a acompanhante e ingressos com hospitality para o jogo do Brasil nas oitavas de final. No total, 31 pessoas viveram essa experiência.

Hospedados em Moscou para aproveitar toda a atmosfera da Copa do Mundo, no dia jogo, os torcedores se deslocaram para Samara em um voo fretado exclusivamente para o grupo. Além de lugares privilegiados no hospitality da FIFA com open bar e open food para a partida, a Fanato incluiu uma série de atividade exclusivas na programação. Entre elas, destaca-se o jantar de boas-vindas, que foi realizado numa área do Bunker-42, abrigo antiaéreo russo, que por 30 anos foi totalmente secreto.

Também foi realizado uma visita guiada pelo museu local, percorrendo os túneis secretos e salões. Outro passeio imperdível foi o tour privativo pelo backstage do Teatro Bolshoi, um dos mais famosos do mundo.

Um dos desafios, vencidos com maestria nesta ação da Fanato, envolveu uma logística estratégica, justamente porque não se sabia ao certo em qual cidade o Brasil jogaria as quartas de final. “Para sermos assertivos, desenvolvemos dois planejamentos de viagens independentes. No final, criamos duas viagens simultâneas dentro de uma só”, aponta o CEO da Fanato, Raphael Santana.

Para a Ambev, a Fanato desenvolveu um planejamento personalizado para um grupo com 13 participantes. Além de acompanhar a corrida, os envolvidos tiveram uma experiência de safári no deserto em um veículo 4×4 para explorar as imensas dunas de areia de Abu Dhabi; uma noite árabe com show musical e trajes típicos; passeio de camelo; programação de compras nos souks; visita à Sheikh Zayed Grand Mosque e Ferrari World, consideradas as principais atrações do local.

Segundo o executivo, os projetos foram embasados por duas demandas distintas, a escolha de um evento de alto impacto capaz de instigar os envolvidos a baterem suas metas e a opção por um destino não convencional que reforçasse conceitos, como o luxo e a exclusividade.

Além das experiências inusitadas, nem sempre possíveis em viagens de lazer, ainda houve a ativação das marcas em todos os passeios. Um dos desafios, tirados de letra pela Fanato por meio de estratégia e logística eficientes, foi garantir, por exemplo, que os restaurantes, hotéis e demais serviços tivessem à disposição as bebidas e produtos da companhia para os convidados.

“Solucionamos essa questão alinhando com cada fornecedor a importância em servir as bebidas Ambev para uma experiência positiva de nossos convidados. Além disso, durante a viagem um dos coordenadores responsáveis pelo grupo manteve contato com os estabelecimentos para garantir que tudo estivesse como o esperado”, informa o executivo.

Para o CEO da Fanato, é uma honra levar dois jacarés para casa. “Além da satisfação por sermos contemplados por uma premiação tão conceituada, o reconhecimento é mais uma prova de que estamos no caminho certo. Por isso, agradecemos todos os envolvidos, tanto no nosso trabalho diário, como os jurados que nos elencaram entre os melhores e os nossos parceiros, sem todos eles, nada disso seria possível”, conclui.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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