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Empresas de eventos registram alta no faturamento com ações de marketing em camarotes

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Marcas consagradas investem na divulgação de serviços e produtos durante a folia através de ações especiais. Empresas focadas em ativação de marcas, como a M2 Eventos, registram crescimento durante esse período
Conhecido por ser um período de folia e festas, o carnaval também se tornou uma época onde as empresas faturam mais por conta do turismo e do investimento em ações de marketing e patrocínio. Somente no Rio de Janeiro, cidade com mais pacotes de folia vendidos no país, o carnaval deve atrair 1,1 milhão de visitantes e os gastos desse público devem superar R$ 3 milhões com alimentação, hospedagem e transporte. Um dos recursos que tem sido cada vez mais explorado por marcas consagradas é ações dentro de camarotes, que vão desde lançamento de produtos até serviços de massagem ou maquiagem. Apesar da economia ainda atravessar um período delicado, os camarotes esperam crescimento entre 10% e 15% nas vendas.

“Através dessas ações, as marcas conseguem garantir uma grande visibilidade no carnaval e estreitar o relacionamento com os clientes de uma forma espontânea e natural, sendo que esse trabalho pode influenciar no faturamento da empresa ao longo do ano”, explica a diretora executiva da empresa M2 Eventos, Margarete Costa. Há 17 anos de mercado, a empresa é responsável em realizar ativação de marcas em eventos de grande porte, tendo em seu portfólio ações com grandes empresas como Rede Globo, Häagen-Dazs, Bauducco, Yoki e Bombril.

“No carnaval registramos crescimento de 8% em nosso faturamento e nossa expectativa é que essa projeção se mantenha esse ano apesar do país ainda estar se recuperando economicamente falando”, diz Margarete. Outro fator positivo para as empresas é o valor investido nas ações dentro dos camarotes, que acaba não sendo tão alto diante de toda a verba de marketing disponível, e acaba impactando um número considerável de consumidores.
Sorvete para todos
Para este carnaval, a empresa mantém sua participação no camarote Bar Brahma com a marca premium de sorvetes Häagen-Dazs em São Paulo, e após participar 03 anos consecutivos no camarote Bar Brahma do Rio, faz sua estreia no camarote Allegria na região. Durante os dias 24 e 25 de fevereiro e 03 de março, mais de 16 mil pessoas poderão saborear os irresistíveis Vanilla, Macadamia Nut Brittle e Dulce de Leche em São Paulo e curtir atrações como Zeca Pagodinho e Sandra de Sá. Já no Rio, entre os dias 26, 27 de fevereiro e 04 de março, a expectativa é que o promissor camarote Allegria receba 3.600 pessoas para curtir os shows do sambista Arlindo Cruz e do ícone do carnaval baiano, Bell Marques. Para o RJ serão quatro opções de sorvetes: Chocolate Choc Chip, Belgian Chocolate, Sorbet Limão e Dark Chocolate & Almond.

Toda a negociação da parceria feita pelos camarotes e a marca é realizada pela M2 Eventos, que fica responsável desde a negociação de convites, visibilidade da marca, contratação e treinamento de pessoal, registro fotográfico e coordenação geral da ação.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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