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Consumidores reais têm seus momentos em família estampados nas novas embalagens de Tang

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A primeira marca a estampar o rosto do consumidor em suas embalagens, através de uma ação digital, recebeu mais de 4 mil fotos que refletem situações e modelos familiares diversos

Em uma ação inédita, as embalagens de Tang, marca em refrescos em pó, passam a ilustrar momentos alegres vividos pelos consumidores. São imagens que retratam situações e famílias diversas, como pedidos de casamento, viagens, festa de 15 anos, superação e expectativas com a chegada de bebês. A iniciativa é resultado da promoção “Ãlbum de Família”, que recebeu mais de quatro mil imagens de consumidores de todo o país registrando esses momentos, como parte da campanha “Somos feitos em casa”.

Ao todo, 110 fotos foram escolhidas, levando em consideração tanto a qualidade das imagens quanto as histórias por trás de cada uma delas. Entre as selecionadas está a família Amici que estampa umas das embalagens do sabor Abacaxi e enviou foto de um momento importante de todos os filhos juntos. “A primeira uma gestação de repouso, a segunda uma gemelar e uma barriga gigante. 14 mamadeiras, 18 fraldas, 40 unhas a cortar e muitos momentos felizes. De uma pequena para uma grande família!”

No sabor Laranja está a família Granado que mostra na foto enviada a felicidade de sua filha ao receber a presença da prima que mora a 2.000 Km de distância. “Tang enxerga as famílias como uma personificação do nosso posicionamento, uma demonstração dos momentos genuínos que apoiamos. Para a marca, era importante que não fossem apenas fotos, e sim imagens que retratassem um contexto de conexões verdadeiras”, afirma Felipe Pedrolli, gerente de Marketing de Tang. Os sabores Maracujá, Morango e Uva completam o portfolio da ação “Ãlbum de Família” que além da homenagem presenteou os vencedores com um ano de produtos.

Para a impressão das embalagens, Tang firmou parceria com a HP, usando a tecnologia Indigo, e contou a participação da Camargo Embalagens e Inapel no processo de produção. “A impressão digital permite usar a embalagem como um veículo de comunicação, criando engajamento e maior conexão entre o consumidor e a marca”, explica Pedrolli. A produção envolve um volume de 10 milhões de embalagens que chegam às principais redes varejistas do país no final deste mês.

A estratégia, criada pela agência Talent Marcel e com operação da promoção pela B/Ferraz , começa também a ser divulgada nas redes sociais da marca. A identidade visual é assinada pela agência Narita Design.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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