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Conheça os 10 mandamentos para que as empresas não pequem nas redes sociais

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De acordo com o especialista em redes sociais e vídeos virais, muitas empresas estão presentes nas redes, porém poucas utilizam da forma correta para atrair clientes e converter em vendas

92% das empresas estão presentes nas redes sociais e muitas delas entendem a sua importância. É o que defende o relatório produzido pelo Social Media Trends 2017. Mas será que elas estão fazendo da forma correta?

Para Kim Archetti, especialista em redes sociais e viralização de vídeos, mesmo que muitas marcas, principalmente PMEs, entendam a real importância de estar presentes em plataformas como Facebook, Instagram, Linkedin, entre outras, poucas sabem realmente como utilizar estas ferramentas a seu favor. “ Ao invés de se comunicarem com seus seguidores ou clientes, muitos querem só vender, e fazem da página um grande canal de promoção ou egocentrismo”, avalia.

Com o objetivo de ajudar as marcas nas redes sociais, o especialista criou os 10 mandamentos para que empresas não pequem no mundo virtual:

1. Identificar o público

Marcas que estão presentes nas redes sociais devem entender o que realmente o seu público necessita, ou seja, quanto mais conhecer quem é o seu consumidor nas redes sociais, mais sucesso no engajamento. “Empresas devem entender que o mundo físico é diferente do virtual, com muito mais concorrência. Para que empresas se tornem protagonistas é preciso que conversem na mesma língua que seu seguidor, entendendo as suas necessidades”, explica Archetti.

2. Não se auto promover

Redes Sociais não é uma ferramenta para auto promover. Não adianta usar esses canais para apenas publicar produtos, preços e promoções. É necessário ter interação para aproximar a marca do cliente. “Uma loja de cama, mesa e banho, por exemplo, ao invés de ficar só apresentando promoções ou enaltecendo o seu pioneirismo, deveria falar da qualidade daquele produto, cuidados que devem ser tomados, qual cor combina mais com tipo de decoração, etc”, exemplifica Archetti.

3.Produza vídeos

Muitas empresas pecam quando o assunto é criar vídeos para seu público nas redes sociais. Esse formato de conteúdo está dominando as fanpages e timelines. Além disso, Pesquisas recentes já apontam os conteúdos em vídeo como principal formado de marketing para gerar engajamento por parte do público do que apenas fotos ou textos. É natural que a produção desses materiais se intensifique cada vez mais.

“Para isso, é importante alguns cuidados na hora de apostar em audiovisual para as suas redes. Busque oferecer ‘conteúdo’ que possa ser consumido de forma rápida e simples, claro e objetivo”, pontua Kim.

4. Escute o público

Quanto mais a marca ficar em evidência, por meio de compartilhamento de conteúdos, sejam vídeos ou imagens, nas redes sociais, maiores são as chances de ser criticada, seja de forma honesta ou desonesta, por meio de haters. Entretanto, o sinal de alerta deve ficar sempre aceso, pois como já dizia nossos avós “onde há fumaça, há fogo”. Para Archetti, é necessário ter um filtro. “Algumas pessoas podem exagerar nas comparações, e por isso é importante sempre se posicionar quando algo estiver incomodando algumas pessoas”.

5. Jamais robotizar informações

Embora grandes empresas, principalmente varejistas, utilizam “robôs”, nas redes sociais, é importante destacar que para que se tenha tal ferramenta é necessário um certo investimento. “Pequenas e Médias empresas não usam robôs, mas em alguns casos respondem como se fossem, com uma resposta padrão”, explica o especialista.

“Isso acontece também com as empresas que investem mais em ganhar tempo do que fidelizar o cliente por meio de um atendimento humanizado e personalizado”, pontua.

6. Não abandonar as redes sociais

Não adianta criar um perfil nas redes sociais para a empresa, se não existe intenção de fazer algum investimento. A sensação de abandono, é logo percebida pelos seguidores, que percebem que ela não é mais atualizada e acaba deixando-as abandonadas após o calor da estreia do lançamento. “O trabalho é longo, exaustivo, mas precisa de esforços muitas vezes diário para manter rotatividade e com publicações relevantes para o seu público”.

7. Monitorar concorrentes

A impressão “estou sendo vigiado” ou a desconfiança de que o concorrente “roubou” a sua ideia, não é apenas válida para filmes de ficção. Hoje, com as redes sociais é cada vez mais fácil descobrir o que os concorrentes fazem. A ideia não é copiá-las, mas sim criar situações ou conteúdos melhores. “Todo mundo quer ser protagonista, mas no fundo a maioria acaba sendo figurante no mercado”, pontua Archetti.

8. Tenha identidade própria

Complementando o mandamento anterior, o protagonismo de uma marca acontece quando ela se destaca, junto aos concorrentes, pela sua identidade ou personalidade junto ao seu público. Para Archetti, a empresa deve ter uma forma única, que consiga envolver os seguidores. “A narrativa e forma de se comunicar pode ser algo particularmente individual”.

9. Sempre converter seguidores em clientes

Nas redes sociais, seguidores não são necessariamente clientes, mas podem se tornar de acordo com a empatia da marca com o seu público. A conversão acontece a partir de um momento em que existe um relacionamento de confiança junto ao seguidor. “A marca entende que poderá conhecer mais o seu seguidor quando ela conversa com ele. É a partir das suas necessidades que poderá converter em um cliente”.

10. Planejar a atuação nas redes sociais

Mesmo que você tenha clientes em todas as redes sociais, a forma que você irá se comunicar e interagir nelas será diferente, pois o ambiente e a forma que eles atuam são diferentes. “Não basta estar presente sem um planejamento de comunicação pronto – curto ou longo prazo -, pois é isso que vai contribuir para que resultados sejam mensurados e estratégias desenhadas”, explica o especialista.

Para o especialista, é necessário entender em qual rede o público está presente, embora algumas sejam obrigatórias. “Para quem vai explorar vídeos, não basta apenas ter um canal no Youtube. O Facebook tem um alcance muito maior e o vídeo pode viralizar em questão de horas”, concluiu.

Sobre Kim Archetti – Especialista em redes sociais e viralização de vídeos, é CEO & Founder do Awakim Academy – startup de educação com foco em comunicação e protagonismo. Tornou-se popular por seus shows como comediante de Stand-Up e Mestre de Cerimônias, e criou o método de palestras humortivacionais, com mais de 300 palestras feitas para empresas do Brasil. Em 2017, foi consagrado pelo público e prefeito de São Paulo, João Dória Jr. pela veiculação do vídeo “Recado ao Prefeito de São Paulo”, que em poucos dias teve mais de 4,2 milhões de visualizações e 100 mil compartilhamento orgânicos.

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Rocky.Monks é o mais novo parceiro da JustForYou

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A agência digital full service Rocky.Monks, em mais uma movimentação de mercado, fecha uma nova parceria com a JustForYou, maior marca de personalização de produtos de hair care da América Latina. Com início neste ano, a parceria visa aumentar os resultados em mídias pagas, expandindo a marca  e ajudando na divulgação das novidades da empresa.

“Nosso time de Mídias Pagas já está a todo vapor. Para nós, é de suma importância parcerias com grandes empresas como é o caso da JustForYou, e tenho certeza de que, com um bom trabalho do nosso time, vamos atingir ótimos resultados para que essa parceria dure por muitos anos”, explica Daniela Gebara, sócia fundadora e diretora comercial da Rocky.Monks.

A JustForYou é mais um grande cliente como Telhanorte e Loungerie, que também compõem a carteira de mais de 80 clientes da Rocky.Monks. Além disso, em 2021, a agência foi reconhecida como uma das melhores agências de comunicação para se trabalhar pelo GPTW.

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Monetização de dados é componente importante da Transformação Digital que movimentará US$ 2,3 trilhões até 2032

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O conceito Data Driven e a consequente monetização desses dados cresce exponencialmente e cada vez mais deve fazer parte dos negócios em todos os níveis. O mercado de transformação digital vai movimentar US$ 2,3 trilhões até 2032, com crescimento médio de 14,2% ao ano, de acordo com o relatório Market Research Report da Fact.MR. Apenas este ano, a expectativa é de que o segmento atinja US$ 621 bilhões. A consultoria Forrester avalia que as empresas que são Data Driven estão crescendo 30% ao ano.

O consultor Caio Cunha, presidente da WSI Master Brasil e membro do Global WSI Internet Consultancy Advisory Board, afirma que o novo modelo significa sobrevivência no mercado. “Ser Data Driven hoje é um diferencial competitivo. Muitos dos concorrentes já adotam e os que não adotarem vão sair do mercado. Cada vez mais os clientes querem ações mais inteligentes”, sentencia o consultor.

Cunha explica que a empresa que é Data Driven usa uma base de dados estruturada, com informações concretas para a tomada de decisões, apoiada em ferramentas de Business Inteligence, inteligência de negócios na tradução. O sistema usa grande quantidade de dados de maneira rápida, segura e eficiente.

“Monetizar esses dados passou a ser interessante. Essas tecnologias podem ser usadas para reduzir custos com automação de tarefas, aumentar receitas identificando e servindo melhor os clientes, atrair mais clientes com engajamento reduzindo esforços, ser mais pessoal e melhorar qualidade dos serviços sem aumentar a equipe”, afirma o consultor.

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