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Carla Castilho: Mulheres – Desafios em mercados de trabalho majoritariamente masculinos

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Se posicionar com domínio de conhecimento é fundamental para conquistar espaço

Em mercados de trabalho nos quais a presença masculina é predominante, como os de engenharia, TI, entre outros, vencer o preconceito é um desafio que as mulheres têm enfrentado e conseguido se destacar cada vez mais, conquistando cargos de liderança.
É o caso de Carla Castilho, 45, Growth hacking e diretora da Unius – agência de Marketing, Comunicação e Tecnologia. “É importante ter muito conhecimento, pois, nós mulheres, somos testadas a todo o momento”, diz.

Para Carla, as mulheres conseguem ter uma visão mais macro dos projetos e assim ajudar nas soluções lógicas com certa facilidade. No entanto, também é importante assumir quando não sabem algo, e isso pode ser exposto de uma forma bem transparente, criando até uma aproximação com a grande maioria masculina.

Vencer o preconceito é outro tema que ainda esta em pauta e, apesar de considerar que houve uma redução, Carla enfatiza que é preciso saber se posicionar com domínio de conhecimento. Ela já passou por situações de negociações em que o cliente se direcionava a seu funcionário, por ser homem. “É exatamente neste momento que precisamos nos posicionar e deixar claro as posições, cargos e lideranças. Não dá para demonstrar medo e insegurança”.

Tranquilidade e visão de negócios foram fundamentais para Carla conquistar o seu lugar ao sol. Depois de uma sociedade mal feita e um prejuízo financeiro, recomeçar uma nova empresa cheia de dívidas e conseguir vencer foi um dos principais desafios da empreendedora. “É nessa hora que acredito que a maioria das mulheres se destaca. A gente ganha um força que muitas vezes não percebemos que temos. Sempre comprovo aquele ditado: são nas dificuldades que aparecem as grandes oportunidades, e se elas não aparecerem, a gente cria. E é nesse criar que inovamos”.
Para manter o equilíbrio entre administrar uma empresa, gerenciar funcionários, captar clientes e fechar negócios, cuidar dos filhos e do lar, Carla busca um ponto de equilíbrio. “É importante respeitar o tempo para todas as coisas, distribuir as atividades de forma que se consiga dar conta de todo esse universo, sem deixar de lado o seu lado pessoal. Apesar de toda correria, faço caminhadas no parque, musculação, yoga e terapia, e dá tempo para tudo”.

Estudar e se manter atualizada também faz parte da rotina de Carla. “A tecnologia muda rapidamente e somos sempre desafiadas por profissionais bem mais novos e com uma agilidade incrível de aprendizado, por isso, os desafios e as dificuldades que as mulheres enfrentam não podem ser vistos como um motivo forte o suficiente para abandonar a carreira”.

Em apenas três anos após abrir sua agência, a empreendedora contava com sete funcionários e estava com um crescimento além do esperado. Hoje, depois de sete anos, a Unius tem uma equipe de 20 profissionais e conta com novos clientes, com grandes projetos cada vez mais desafiadores.
Sobre a Unius – A Unius foi fundada em 2005 por Carla Castilho, 46 anos, especialista na área de Comunicação e Marketing Digital. Localizada na Vila Mariana, a agência desenvolve estratégias de comunicação, marketing e tecnologia, buscando resultados assertivos para seus clientes e consumidores. A Unius também realiza um trabalho focado em startups, desenvolvendo aplicativos e planejamento estratégico de divulgação e marketing. Por meio da expertise dos profissionais, conta com a estrutura colaborativa que permite a integração total das ações e garantia de resultados efetivos na comunicação das empresas. Saiba mais em: www.agenciaunius.com.br.

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A importância do marketing de experiência no segmento varejista

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*Rodrigo Brandão

Diante de um mercado altamente competitivo e com um público cada vez mais empoderado devido ao avanço da tecnologia, encantar o cliente tornou-se uma premissa fundamental para o varejo. Em um momento em que o consumidor anseia por experiências únicas e personalizadas, pensar além de um atendimento de excelência passou a ser primordial para o setor, sobretudo quando falamos dos pontos de vendas físicos.

Por mais contraditória que pareça – afinal o e-commerce cresce de forma vertiginosa há anos – as lojas físicas ainda são importantes na relação entre marca e consumidor. Afinal, somente nesses espaços é possível ter uma conexão mais próxima, tátil e interativa, proporcionando um vínculo individualizado, e que abre caminhos para estratégias mais eficazes e conteúdos impactantes para cada perfil de cliente. Tal abordagem ocorre porque o público das lojas físicas segue existindo, mas agora busca por lojas que proporcionem uma experiência de consumo que vá além da mera disponibilização de produtos.

Uma pesquisa da consultoria da PwC corrobora com esse cenário. Ela identificou que 1/3 dos consumidores ao redor do planeta pretendem ampliar suas compras em lojas físicas, sendo a experiência diferenciada a principal força motriz para esse movimento. Outro estudo realizado por uma grande rede varejista norte-americana revela que 60% dos consumidores dos pontos físicos requerem mais espaço em uma loja para experiências do que para produtos. Já 81% aceitam pagar um preço superior se passarem por “experiências” antes de comprar, enquanto 93% dos clientes que adquirem a partir de experiências, e não por fatores econômicos, se tornam fiéis da marca ou da empresa.

Até por conta do panorama, o chamado marketing de experiência vem ganhando cada vez mais espaço no varejo. Responsável por proporcionar eventos positivos no instante das compras, a estratégia se concentra na criação de interações que buscam gerar emoções e sentimentos para a interação do consumidor com determinado produto. Na prática, ao invés de meramente vender, a abordagem focada em interações atrativas visa envolver os consumidores em vivências sensoriais, emocionais e transformadoras, gerando conexões mais profundas e duradouras no relacionamento com a marca.

Nesse sentido, um exemplo prático é o uso crescente das ferramentas de inteligência artificial, realidade aumentada e virtual dentro do processo de vendas. Seja por meio de softwares existentes ou modelos desenvolvidos, óculos, smartphones, tablets ou outras plataformas tecnológicas, tais recursos sobrepõem o mundo físico para garantir sensações e experiências imersivas através de elementos virtuais. Ou seja, o ponto de venda deixa de ser apenas um espaço para ver ou sentir o produto, mas também para testá-lo de maneira inovadora, ter acesso a conteúdos digitais exclusivos e contato com informações detalhadas de forma prática e interativa.

Imagine, por exemplo, o caso de uma loja que comercializa casas. A partir do uso da tecnologia de óculos de realidade virtual, abre-se a oportunidade para que o público consiga realmente se sentir inserido dentro do imóvel, podendo alterar estilos de decoração ou estruturas de um apartamento por meio de poucos cliques.

Além dos recursos tecnológicos imersivos, vale destacar que o marketing de experiência se manifesta de diversas outras formas, como por meio de eventos exclusivos, atendimento personalizado ou embalagens customizadas. A eficácia dessas ações está diretamente relacionada à sua capacidade de gerar engajamento junto ao público. Ao envolver os clientes de maneira ativa, as empresas conseguem ampliar a percepção de valor dos seus produtos ou serviços, além de diferenciar-se no mercado não apenas pela qualidade do que é oferecido, mas principalmente pela capacidade que envolve tudo isso.

Em resumo, o objetivo final é que essas práticas levem o mercado a transcender a mera oferta de produtos e serviços, além de transformar a jornada de compra dos clientes em um entretenimento, algo prazeroso e divertido, criando também um encantamento por meio de experiências agradáveis não só no instante da compra, mas no momento do consumo e do pós-consumo. Nesse cenário, a capacidade de inovar e de se adaptar às novas tecnologias e tendências serão determinante para a performance das marcas. Assim, o futuro do varejo cada vez mais deixa de ser apenas sobre o que é vendido, mas sobre como é vivido.

*Rodrigo Brandão, gerente de Marketing Digital da Espaço Smart

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Dia das Mães deve abordar experiências memoráveis e humanizadas que retratam as mães brasileiras

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em

*Rodrigo Villaboim

A inovação no marketing é o grande aliado ao crescimento de uma empresa. Com uma data tão especial a caminho, o dia das mães sempre se torna um grande desafio em termos de resultados. Neste sentido, vejo que é super importante levantarmos abordagens-chave que destacam o potencial do marketing de experiência neste cenário que, apesar de acolhedor, sempre é muito competitivo.

O principal objetivo é criar experiências positivas e marcantes para os consumidores, trazendo a ideia de que, ao vivenciar esses momentos especiais, o consumidor se sinta conectado emocionalmente com a marca. O conteúdo gerado nesse ambiente permite uma visão mais ampla das operações e estimula a criatividade coletiva na busca por soluções e fidelização.

A importância de despertar sensações reais sempre ganha destaque. Criar experiências memoráveis que as pessoas vivenciem de corpo e alma torna-se uma prioridade. Para isso, as marcas precisam estimular os cinco sentidos do público, usando recursos como sons, aromas, sabores, texturas e cores, definições que estão sempre presentes em interações de mães e filhos.

Com base nessa abordagem, é importante frisarmos que grandes marcas devem adotar uma postura ainda mais humanizada em datas comemorativas e comerciais como o dia das mães. Apresentações estratégicas e dinâmicas aumentam a interação e engajamento, comunicando de forma eficaz. A diversidade e a acessibilidade não são apenas ideias, mas práticas essenciais.

Para isso, as marcas precisam criar experiências que envolvam o corpo e a alma do público, que façam com que ele se sinta parte da história, que ele se identifique com os valores e a missão da marca.

As ações devem respeitar e valorizar todos os tipos de mães, abordando diferenças de gênero, raça, etnia, orientação sexual, idade, religião, cultura, deficiência, entre outras. As sensações vivas são a essência do live marketing, elas buscam criar laços afetivos e emocionais e conversam diretamente com a data.

Por fim, concluo que o live Marketing é um palco vibrante, onde as marcas podem mostrar sua essência, seus valores, seus propósitos e seus diferenciais de forma criativa, autêntica e impactante. As datas comemorativas criam possibilidades de experiências de marca incomparáveis, que vão além dos limites físicos e que envolvem todos os sentidos de um público extremamente abrangente.

*Rodrigo Villaboim – Sócio-diretor da .be comunica

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