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Episódios serão exibidos semanalmente no YouTube e trazem a cozinha temperada com boas histórias sobre os ingredientes do Brasil

Em tempos em que o boom da gastronomia tem invadido as listas de conteúdos mais consumidos em todo o mundo, a Ajinomoto® Food Service e a agência Netza desenvolveram uma estratégia inédita para se aproximar do público, utilizando conteúdo baseado na diretriz da marca, que é ser parceira dos profissionais da gastronomia levando serviço e informação.

Na noite de terça-feira (7), foi anunciada a websérie “Aromas da Terra”, uma boa notícia para profissionais de cozinha, estudantes de cursos de gastronomia e amantes da culinária em geral. O projeto, com conteúdo criativo e relevante, vai além do ato de cozinhar, destacando a importância dos ingredientes e colocando o pequeno produtor como protagonista nos bastidores de produção que compõem cardápios de grandes nomes da gastronomia brasileira. A novidade foi revelada no Balaio, restaurante recém-inaugurado em São Paulo pelo chef Rodrigo Oliveira, que participará de dois episódios da série.

Apresentada pelo chef Marcelo Malta e com direção e roteiro de Joaquim Lino, a nova série será exibida semanalmente no canal Aromas da Terra, no YouTube, e terá 20 episódios em sua primeira temporada. A ideia do canal foi pensada pela agência a partir das oportunidades que o branded content traz para as marcas no ambiente digital. A plataforma ganhou força e ampliou o alcance do projeto em outras frentes, com ativações offline, nos pontos de venda e com os públicos da Ajinomoto® Food Service.

“O projeto possui uma proposta moderna e revela curiosidades sobre a origem de diversos ingredientes típicos do Brasil, reforçando sua autenticidade e importância para a gastronomia mundial”, afirma Eduardo Bonelli, gerente de marketing da Ajinomoto® Food Service. “Nossa principal missão é de contribuir com iniciativas que promovam o empreendedorismo, a qualidade de vida e o constante crescimento da economia. A websérie Aromas da Terra está diretamente ligada a esses objetivos e ainda estimula a troca de conhecimento entre profissionais do ramo”.

A agência aposta em sua nova área, o Netza Content Lab, que tem investido cada vez mais no tráfego dedicado ao consumo de vídeos online, que chegará a 80% em 2019, segundo a pesquisa da Cisco. Além disso, 42 % da população brasileira tem o hábito de ver vídeos na internet, sendo que 82 milhões o fazem no YouTube. Esse percentual já supera a audiência da TV por assinatura, que é de 37%. Websérie é o formato de conteúdo com maior facilidade de consumo, isso faz com que o os temas possam ser consumidos em diversas situações do dia a dia, proporcionando mais reconhecimento de marca e lealdade de seu público.

“Montamos um time experiente para a produção desse conteúdo, unindo a expertise que a Netza já possui em ativações de marca on e offline. E nasceu um projeto grandioso, com conteúdo original, autêntico e apaixonante. Estamos muito satisfeitos com os primeiros resultados e felizes com a confiança da Ajinomoto em nosso trabalho 360 graus”, explica Fernando Ribeiro dos Santos, sócio-diretor da agência.

Websérie Aromas da Terra: com a participação especial de renomados chefs como Rodrigo Oliveira, Eudes Assis, Ivan Ralston, Marcelo Bastos, entre outros, e dos produtores Patrick Assumpção (da Fazenda Coruputuba), David Ralitera (da Fazenda Santa Adelaide Orgânicos), Wilma Spinosa (do Vingare Spinosa), Felipe Januzzi (do Gim Virga) e muito mais, os programas trazem conteúdos exclusivos sobre a origem, o cultivo, papel social e econômico e as curiosidades histórico-culturais dos alimentos que chegam às cozinhas mais interessantes do país. E para mostrar essa dimensão cultural e afetiva dos alimentos, a websérie apresenta também alguns desses ingredientes especiais e suas técnicas de produção, como o vinagre de caju, a farinha de milho artesanal, o gim com receita brasileira, pesca artesã, fazendas de mexilhões e de orgânicos etc. Além dos episódios, o canal apresentará ainda pílulas semanais de conteúdo inédito, que trarão bastidores das gravações no quadro “Diário de Bordo”, receitas exclusivas no “Tá na Mesa”, curiosidades de cada prato preparado pelos chefs no “Menu de Histórias”, além de depoimentos dos chefs convidados contando mais sobre sua trajetória no quadro “Quem é o Chef”. A websérie “Aromas da Terra” será publicada toda terça-feira no www.aromasdaterrabrasil.com.br .

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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