Eventos
Evento online é aposta para pequenas e médias empresas na pandemia

Modelo mais prático e acessível garante abrangência internacional a um custo significativamente menor
A pandemia provocada pela covid-19 acelerou a transformação digital nas empresas globalmente. No campo de Eventos, o que era presencial deu espaço para encontros virtuais, rompendo fronteiras e ganhando abrangência mundial. Essa nova proposta, que oferece um custo significativamente menor, impulsionou a procura de pequenas e médias empresas para a realização de eventos, conferências e reuniões. Mas apesar da remodelagem desse tipo de negócio, é importante a contratação de um profissional especializado em Eventos para garantir o melhor resultado.
Segundo Carolynne Bonfatti, sócia fundadora da Bonfatti Eventos, empresa especializada há quase 20 anos em eventos corporativos e de casamentos, o evento online quebrou paradigmas e veio para ficar, oferecendo novas soluções. Além de trazer ganhos financeiros devido ao menor custo, ainda traz visibilidade internacional, dependendo da proposta do cliente. “Hoje, é possível realizar um curso ou um workshop que pode ser acessado globalmente”, destaca.
O foco do trabalho deve eventos online é para pequenas e médias empresas pelo fato do custo e benefício que esta modalidade oferece. A Bonfatti Eventos faz toda a personalização do evento, otimizando o tempo do cliente, com solução completa passo a passo, desde o planejamento até o pós-evento.
“No online, há todo um planejamento estratégico envolvido, desde cronograma, reserva de sala virtual pela plataforma oferecida pela nossa empresa, gravação do evento para disponibilização ao cliente, divisão de agenda e de temas dos palestrantes, produção de vinheta e animação das apresentações, além da mediação, que envolve monitorar tempo de cada palestrante, espaço para perguntas e respostas e outros serviços dependendo da proposta”, explica.
Carolynne destaca ainda que os eventos online não ficam atrelados apenas à forma tradicional. Há a possibilidade de desenvolver novas soluções. “Podemos trabalhar o relacionamento corporativo ao disponibilizar um produto para a experimentação dos participantes antes de um workshop e depois realizar o evento para explicações sobre o produto, por exemplo. O evento hoje continua como ponto de contato com o cliente, porém, de forma mais acessível, pontual e mais prática”, disse.
A tecnologia também apoia na agilidade e na maior abrangência da divulgação por meio das mídias sociais, assim como o famoso RSVP que, além de ser feito por e-mail, também ocorre por WhatsApp.
A empresária destaca que as empresas estão cada vez mais buscando soluções para os encontros virtuais. Algumas estão investindo pesado em streaming para grandes eventos, feiras e estande que une inclusive realidade virtual.
“Nada substitui o presencial, mas tudo vai acontecer em formatos diferentes. Houve uma quebra de paradigma mundial e, no pós-pandemia, a tendência é de eventos híbridos, conseguindo por exemplo, reunir em grandes feiras a participação de especialistas em outros países de maneira online”, completou.
Eventos
Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.
Eventos
School of Rock e Galinha Pintadinha lançam acampamento musical de férias para o público infantil

A School of Rock, rede de escolas de música, e a Galinha Pintadinha, um dos maiores fenômenos do entretenimento infantil global, anunciaram uma parceria estratégica para o lançamento do Camp Musical Galinha Pintadinha. O programa de colônia de férias é voltado para crianças de 2 a 8 anos e combina musicalização infantil, oficinas de artes manuais e dinâmicas corporais, trazendo uma grade de atividades adaptada para o ritmo e as necessidades de cada faixa etária.
As atividades presenciais ocorrerão nas unidades da School of Rock em todo o país ao longo dos meses de julho e agosto de 2026, aproveitando o período do recesso escolar. O projeto pedagógico foi estruturado em três módulos específicos: uma imersão de três horas direcionada para bebês de 2 anos (acompanhados pelos responsáveis) e cronogramas de cinco dias consecutivos para as turmas de 3 a 5 anos e de 6 a 8 anos.
Durante a semana de atividades, as crianças terão a oportunidade de interagir de forma prática com uma grande variedade de instrumentos musicais, englobando desde itens de percussão e musicalização básica, como pandeiros e xilofones, até os instrumentos tradicionais de uma banda de rock, como guitarras, baterias e teclados. A programação inclui rodas cantadas que unem o cancioneiro popular às faixas de sucesso da Galinha Pintadinha, além de oficinas de artesanato focadas no desenvolvimento da coordenação motora fina e da percepção rítmica.
Paulo Portela, CEO da School of Rock, ressalta a sinergia institucional que motivou o projeto de live marketing educacional. “A parceria reúne duas marcas que têm a música como elemento central de suas atividades. Enquanto a Galinha Pintadinha faz parte do universo infantil por meio de canções e personagens conhecidos do público, a School of Rock desenvolve um método de ensino baseado na prática musical e na performance coletiva.”
O grande diferencial do acampamento de férias é a preparação de um pocket show de encerramento. Ao longo dos dias de imersão, os pequenos músicos ensaiam arranjos simplificados das canções da personagem para se apresentarem diante de seus pais e familiares no último dia do programa.
A performance coletiva coloca as crianças no papel de protagonistas da própria banda, utilizando os instrumentos explorados durante as oficinas. Mais do que celebrar o encerramento da colônia de férias, o minishow funciona como uma poderosa ferramenta de brand experience afetiva para as famílias, proporcionando aos participantes o primeiro contato com a dinâmica de uma apresentação musical em grupo e estimulando a autoconfiança e a socialização desde a primeira infância.









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