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Clube digital de vantagens traz diversos benefícios na área da saúde, produtos e serviços, além de oportunidade de empreender

Com foco em um programa de qualidade de vida, o Clude tem expectativa de chegar a 120 mil assinantes em 2020, com um faturamento anual de R$ 50 milhões
Entregar benefícios e empoderamento de compra para seus assinantes, denominados cluders. Esses são os objetivos do Clude, novo clube digital de vantagens que visa oferecer, de forma justa e inovadora, descontos em serviços de saúde, lazer e bem-estar, além de medicamentos e produtos dos maiores varejistas atuantes no país.
Com um valor mensal de R$ 50 (contempla titular, cônjuge e dependentes legais até 24 anos), e uma taxa única de adesão de R$ 100 e sem cláusula de fidelidade, o Clude disponibiliza três tipos de serviços para o titular e seus dependentes legais: Clude Saúde, com descontos em consultas médicas, exames, cirurgias, medicamentos, vacinas, dentistas, psicólogos, programas nutricional e de personal online, além de tele-orientação médica e farmacêutica 24h; Clude Help, especialistas de diversas áreas para tirar dúvidas e prestar orientação como questões jurídicas, financeiras e sociais; e Clude Shop, que proporciona descontos em restaurantes, passeios, viagens, roupas, produtos de beleza, cinema, shows, teatro, seguros, academias e muito mais.
No Clude Saúde há ainda uma assistente virtual – a Clu – que utiliza inteligência artificial para identificar o perfil de saúde do cluder e guiar, por meio das informações fornecidas pelo usuário, dicas de prevenção de doenças (como hipertensão, diabetes e obesidade) e manutenção geral do bem-estar, com conteúdo de como cuidar da saúde, tirando dúvidas e até lembrando horários de tomar remédios.
“Nós queremos trazer disrupção. Durante anos venho estudando um modelo de empresa que pudesse impactar o maior número de pessoas possível, dar acesso, reduzir o custo e melhorar a experiência das pessoas em serviços essenciais. Nós queremos ser a alternativa para quem não tem condições de ter um bom plano de saúde complementar. Nosso objetivo é mudar a forma com que as pessoas cuidam da saúde através de prevenção de doenças por meio de um programa de qualidade de vida e bem-estar”, destaca Marcio Mantovani, sócio-fundador do Clude.
E o cenário do país oferece alta demanda pelo modelo. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em três anos houve uma redução de 3,1 milhões de usuários dos planos de saúde no Brasil, que migraram para o Sistema Único de Saúde – SUS. Dentre os motivos está o alto custo das mensalidades praticado pelos convênios médicos.
“E não queremos só impactar a maneira que as pessoas cuidam da sua saúde. Queremos melhorar a forma como as pessoas consomem, através de um programa de relacionamento, diminuindo a distância entre fornecedores e os cluders, trazendo inúmeras vantagens para ambos “.
Oportunidade de empreender
Para as pessoas interessadas em ganhar dinheiro, o clube também trabalha com o marketing de recomendação e oferece a oportunidade do usuário em se tornar um Cluder Pro, recebendo uma bonificação bruta de R$50 a cada novo cluder que entrar para o grupo e mais R$1/mês por cluder ativo na sua rede, podendo ganhar mais de R$15.000/mês.
“Esta é outra inovação que trazemos. Além de participar de um clube que só oferece vantagens, não exigimos nenhum outro investimento dos cluders que indicam outras pessoas para aproveitarem tudo o que disponibilizamos no Clude, e ele ainda ganha por isso. Esse é o empoderamento que permitimos também a quem precisa de uma renda extra ou mesmo começar a empreender”, reforça Mantovani.
Com investimento de R$ 2 milhões em 2019, o Clude está sendo desenvolvido desde janeiro pelos empreendedores Mantovani e o sócio Marcos Colussi Carneiro. Atualmente, são mais de 150 clínicas, 4 mil restaurantes, 20 mil farmácias cadastrados , entre elas Drogaria São Paulo e Drogaria Onofre, e marcas como Carrefour, Burger King, Cinemark, Casas Bahias, Lojas Marisas, AliExpress, concedendo descontos de até 60% no aplicativo da empresa.
A empresa também conta com uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, enfermeiros, nutricionista, dentista, psicólogo, educador físico, assistente social, e advogado, além de um programa completo de nutrição e de exercícios físicos elaborados para cada perfil de indivíduo.
Até o final de 2020, a expectativa é chegar a 120 mil assinantes, com um faturamento anual de R$ 50 milhões.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.









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