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Visa lança programa Causas Visa para ajudar consumidores a apoiarem causas sociais a cada pagamento realizado

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Consumidor escolhe uma das 5 causas ou uma das 17 instituições que deseja apoiar todas as vezes que realizar um pagamento com seu cartão Visa

Com a missão de conectar o mundo e promover uma sociedade mais próspera, a Visa do Brasil lança hoje o programa Causas Visa. A mecânica é simples: basta acessar o site do programa http://www.visa.com.br/causas, informar o número do cartão Visa e escolher a causa ou a instituição para a qual deseja que a Visa faça a doação. A partir daí, em qualquer pagamento realizado com esse cartão cadastrado, a Visa irá doar um centavo para a instituição ou para a causa que o portador escolheu. O potencial total de doações é de R$ 60 milhões se considerarmos o número de transações feitas com cartões Visa em 2016 (dados do Banco Central).

“Descobrimos que muitos brasileiros querem contribuir com várias causas, mas nem sempre encontram tempo ou meios confiáveis e práticos de como fazer doações. Ao convocar toda nossa rede e os portadores de cartão Visa, podemos impactar essas instituições de forma positiva e transformadora. Juntos podemos fazer mais e impulsionar a mudança social que tanto buscamos para o Brasil. Para se ter uma ideia, segundo dados do Banco Central, 6 bilhões de transações financeiras foram feitas com cartões Visa em 2016. Ou seja, temos o potencial de chegar a um total de R$ 60 milhões se todos participarem da iniciativa”, explica Fernando Teles, country manager da Visa do Brasil.

Para o primeiro ano do programa Causas Visa, foram escolhidas cinco causas (animais, crianças&adolescentes, educação&capacitação, idosos e saúde) e, dentro delas, foram selecionadas 17 instituições. Os critérios de seleção das causas estão baseados nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU e em dados de diferentes pesquisas sobre os temas que mais sensibilizam e engajam os brasileiros. Já as instituições escolhidas atendem ao Padrão de Gestão e Transparência do Terceiro Setor, elaborado pelo Instituto Doar a partir de uma extensa pesquisa dos conceitos e critérios adotados por diferentes organismos nacionais e internacionais, como o Selo Doar.

“O problema social do Brasil é complexo demais para uma única instituição ou entidade tentar resolvê-lo sozinha. O Causas Visa está no centro da agenda global dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, que significa, basicamente, todo mundo trabalhando junto. Essa é a lógica do século 21: permitir que atores de diversos setores juntem seus esforços para construir soluções para os problemas que a gente tem”, conta Marcel Camargo, vice-presidente do IMBRA – uma das instituições selecionadas. “Que a Visa seja uma das protagonistas dos esforços da iniciativa privada em apoiar instituições como a nossa, e que a sociedade enxergue no programa a importância da coletividade para o desenvolvimento de ações inovadoras para o País”, completa.

O programa Causas Visa terá a duração prevista de um ano e toda a verba da doação sairá da Visa e não do consumidor. Caso algum interessado queira fazer uma doação particular, o programa oferecerá essa possibilidade em parceria com a organização social Eu Apoio. Todos os pagamentos feitos com cartões Visa que sejam emitidos no Brasil e inscritos previamente no site do programa podem participar da iniciativa, sejam pagamentos presenciais, online, por débito, crédito, pré-pago ou por wearables, tanto no Brasil quanto em qualquer lugar do mundo.

Todos os participantes poderão acompanhar no site do programa os valores que cada uma das instituições e causas já receberam. Os números serão atualizados constantemente. Além disso, o programa conta também com uma auditoria independente que irá avaliar semestralmente como os recursos estão sendo aplicados pelas instituições beneficiadas.

“A Visa facilita a realização de transações financeiras por milhões de brasileiros. Agora, utilizará sua rede para possibilitar que os portadores de cartões Visa escolham causas ou organizações para receber doações, contribuindo para a transformação do País e para as instituições sociais que estão empenhadas nesse mesmo desafio”, acredita Sérgio Giorgetti, vice-presidente de marketing da Visa do Brasil. “Convidamos todos os brasileiros a visitar o site, a conhecer o trabalho das instituições selecionadas e a adotar uma causa”.

 

Instituições* que fazem parte do programa:

· Associação VagaLume

· Casa do Zezinho

· Gerando Falcões

· Grupo Vida Brasil

· Instituto de Câncer Infantil (ICI)

· Instituto Guga Kuerten

· Instituto Luiza Mell

· Instituto Muda Brasil (IMBRA)

· Instituto Reação

· Instituto Verter

· Projeto Velho Amigo

· Projeto Guri

*As 5 instituições que faltam serão inseridas no programa nos próximos meses.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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