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TW completa 10 anos e anuncia novo posicionamento

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Agência cria metodologia do Endoculture, que fortalece marcas como Itaú, Mapfre e Claro

A TW, especializada na tangibilização de cultura de marcas, completa 10 anos e anuncia seu novo posicionamento. Além de criar e executar ações relacionadas à comunicação corporativa, endomarketing, endobranding e live marketing, é pioneira em Endoculture, uma metodologia criada pela agência que integra diversos momentos da construção do legado cultural das marcas.

“Cada marca é constituída de uma cultura corporativa e seus atributos quase que necessariamente permeiam por entre seus produtos e serviços. O fato é que, nos dias de hoje, é muito importante que os stakeholders percebam congruência no que a empresa evidentemente entrega, com o que ela realmente acredita e pratica. A metodologia do Endoculture integra desde a definição das crenças e valores da marca até a entrega de seus produtos e serviços, garantindo que estes atributos sejam percebidos e verdadeiros em toda a cadeia de desenvolvimento, em especial, para as pessoas que nela participam”, explica o CEO da TeamWorker, Rogério Pinheiro.

A estratégia, que já conquistou grandes nomes, como Itaú Unibanco, Mapfre, Votorantim, ESPN, BRF, AES, Citibank, Claro, Net, Totvs, entre outras, parte do tratamento das demandas das marcas em sete pilares, que determinam o nível de maturidade e aderência entre discurso e prática de seus atributos culturais. Entre eles estão a descentralização, que estimula menos ‘hierarquia’ e mais ‘pessoas’; o encantamento; a representatividade no quadro de funcionários e parceiros e a responsabilidade social compartilhada.

Na prática

Como resultado, a TeamWorker tem no portfólio campanhas como a “Somos gente que entende gente”, do Itaú, voltada para o público de atendimento ao cliente do banco, que começou em setembro e já impactou quase 40 mil pessoas, entre o público da Central e os colaboradores da rede social do banco.

“Os próprios colaboradores são os protagonistas neste case, pois eles são o primeiro contato com o cliente do banco, são quem entende a ‘dor’ de cada pessoa e auxilia. Fizemos a campanha com uso de fotos dos colaboradores, depoimentos, histórias e elogios reais de clientes a eles. O resultado foi muito expressivo. Os colaboradores ficaram encantados com o reconhecimento, tanto do banco com eles, como dos clientes que enviaram elogios para os times, e, voluntariamente, levaram a campanha para suas redes sociais, onde despertaram ainda mais o orgulho de pertencer a empresa. Sucesso!”, comemora Caê Barbosa, VP de Atendimento da TW.

Outro exemplo, foi o trabalho de endoculture desenvolvido para a Youse. “A TW foi acionada e iniciamos um trablho para entender como a marca era vista pelos atendentes, pelos clientes, entender o que era comunicação e o que era realidade, onde esses pontos se tocavam e onde havia espaço para trabalharmos. Fizemos diversas reuniões de imersão, com atendentes e com clientes. Usamos o IDEATORS, metodologia exclusiva do grupo TW, e que mais uma vez não falhou”, lembra o diretor criativo Mateus Oazem. “Ao apresentarmos os resultados para área de marketing, atendimento e cultura foi como se tivéssemos desnudado completamente a empresa – ação por ação. Criamos um roadmap de ações corporativas para fortalecer a cultura e entregamos um manual com todos os valores, sua importância e seus comportamentos”, complementa.

“Com a Youse encontramos uma oportunidade de fazer o que amamos: ser parte da cultura corporativa, conseguir olhar aquela lista de valores e missões e transformar em ações da rotina de todos”, enfatiza Rogério Pinheiro.

Mulheres pelo Coração, uma campanha voltada para a área da saúde criada para a Fundación Mapfre; uma pesquisa de engajamento criada para a Suzano – Papel e Celulose, com audiência de 93%; a Campanha IR Instituto Votorantim, de arrecadação de doação de um percentual do IR para causas sociais, que atinge todas as empresas do grupo, também estão entre os cases de endoculture liderados pela TeamWorker.

Democrático

Além do briefing do cliente e das pesquisas pertinentes, os oito passos do checklist de Endoculture determinam o índice de eficiência e eficácia que se deve constituir em cada atividade de comunicação, potencializando toda a estratégia de valor. “O Endoculture é totalmente democrático. A comunicação é dirigida à particularidade de cada marca, independentemente, inclusive, do seu tamanho. É possível entender a necessidade e até mesmo descobrir a viabilidade de comunicar com o que a marca já tem em seu ecossistema, possibilitando economia e uma entrega eficaz. O resultado não precisa ser necessariamente uma campanha, pode ser uma estratégia. O importante é que a entrega seja efetiva e atinja ou supere os resultados esperados”, explica Pinheiro.

A TW já é considerada uma das melhores agências de endomarketing, endobranding e comunicação do país. Seu perfil multidisciplinar de estratégia, design e experiências já ajudou a construir mais de 20 marcas fortes, com a fidelização de grandes nomes, como o Itaú, presente na carteira da agência desde seu primeiro ano de atividades. Outros detalhes: www.teamworker.com.br

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um.a e Pearson Educacional lançam no Brasil a versão ACELERA do programa MDI – Mestre Diversidade Inclusiva

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No universo das empresas, a diversidade em seus diversos desdobramentos – étnica, social, religiosa, cultural, etária, de gênero e orientação sexual – tem se constituído como um poderoso valor corporativo para melhorar o clima organizacional, potencializar talentos, provocar inovação e, assim, alavancar os resultados dos negócios.

 

Os números demonstram essa potencialidade. Um relatório da consultoria McKinsey apontou que empresas que apostam em diversidade de gênero têm probabilidade 15% maior de ter lucratividade do que seus concorrentes. O percentual sobe para 35% quando se inclui a diversidade étnica e cultural. E quando falamos de inovação os números mostram que, ao abraçar as diferenças, uma empresa multiplica em 70% suas chances de ir além e evoluir.

 

Apesar das perspectivas favoráveis, promover a diversidade nas empresas está longe de ser tarefa fácil. Embora 94% das 500 maiores do país já tenham um programa de diversidade, as iniciativas utilizadas atualmente, por mais relevantes que sejam, não têm se mostrado eficientes para sensibilizar ou engajar colaboradores. O fato de elas se mostrarem simpáticas à causa não basta para transformar a realidade.

 

É partindo desse cenário que a um.a, em parceria com a Pearson, aproveitando o 9º Fórum online | Inclusão da Diversidade, promovido pela ABRH-SP, de 19 a 21 de outubro de 2021, lança o programa MDI EAD Corp. (Mestre Diversidade Inclusiva on-line). Trata-se de um formato reduzido do Programa MDI, lançado em 2019, cujo objetivo é acelerar a atitude e a ação das pessoas em prol da diversidade e da inclusão.

 

O programa tem foco no mundo corporativo e oferecerá a empresas de todos os portes e segmentos a possibilidade de usar as lentes da diversidade e da inclusão para enxergar a realidade diversa em que elas estão inseridas. A partir dessa visão clara, será possível criar processos vencedores para atrair e incluir as diferenças no ambiente de trabalho e na estratégia dos negócios.

 

“As empresas são um retrato da sociedade. O que aprendemos na vida manifestamos no ambiente de trabalho. O contrário também é verdadeiro. As empresas têm um grande poder de transformação social. Quando capacitamos um profissional no mundo corporativo, logo percebemos os benefícios desse treinamento em todas as conexões sociais que ele frequenta. Se pensarmos bem, as empresas, com seus treinamentos, workshops, congressos e tantos outros eventos que compartilham conhecimento, representam as maiores educadoras de adultos e compõem a maior universidade do planeta”, afirma Ronaldo Ferreira, sócio-fundador do programa.

 

Por isso, é extremamente importante que as empresas se transformem em lugares seguros, para que seus colaboradores possam exercer o direito humano de ser quem eles são. Este é o papel do MDI: despertar a consciência das organizações, respeitando e celebrando as diferenças, para que os colaboradores das empresas de todo o país foquem seus esforços e gastem suas energias em ajudar na construção de um futuro melhor para todos. A Diversidade é o futuro porque tem o poder de potencializar talentos e otimizar recursos.

Com uma carga horária obrigatória de 7 horas, o MDI EAD Corp. está dividido em quatro módulos (Introdução, Cultura Corporativa, Grupos de Identidade e Atitude Inclusiva), criados pela Pearson com a mais moderna metodologia de ensino de adultos. O MDI EAD Corp. traz, ainda, cerca de 6 horas de conteúdo extra, para que os participantes possam escolher e, de maneira opcional, se aprofundar nos temas de maior interesse.

 

A versão ACELERA do Programa MDI atua a partir da atitude dos colaboradores e colaboradoras das empresas. É a partir de cada pessoa que o Programa provoca a criação de uma cultura mais diversa e inclusiva no mundo corporativo.  O MDI mostra que o ser humano é plural, não singular. Que todos ganhamos com a inclusão das diferenças porque a diversidade é vida real. Por isso, independente de fazer parte dos grupos minorizados, somos partes do processo.

 

O Programa de Capacitação Mestre Diversidade Inclusiva alerta, principalmente a liderança das corporações, de que só é possível surfar nos bons frutos da diversidade se ela estiver presente no dia a dia das empresas. A partir dessa consciência, as pessoas são encorajadas a saírem de suas bolhas. São conectadas e provocadas por diferentes realidades, sendo motivadas de forma mais humanizada a incluir criando mais oportunidades e eliminado privilégios. Tudo isso usando boas práticas, observadas em outras empresas do mercado.

 

Segundo a Pearson, o objetivo de acelerar o processo de capacitação do programa é o de conseguir mais espaço na concorrida agenda dos gestores das organizações. Com uma carga horária reduzida – mas com acesso livre a vários conteúdos de interesse dos participantes –, a gigante de educação espera ampliar ainda mais a rede de apoio de empresas mais diversas e inclusivas, que estão abrindo caminho e fazendo a diferença no mercado.

 

Saiba mais sobre o programa de capacitação MDI acessando www.goMDI.com.br. Durante o 9º Fórum | Inclusão da Diversidade, o programa será ofertado com um bônus desconto de R$ 150,00 por participante/aluno.

 

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V3A lança a GTG, empresa de games e eSports

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V3A lança a GTG, empresa de games e eSports

Atenta ao franco crescimento da indústria de games e eSports, no Brasil e exterior, a V3A anuncia a criação da GTG, nova empresa que passa a ser responsável pelos projetos de games e eSports da companhia e tem como sócio o investidor Kevin Tang, diretor da Câmara de Comércio Brasil China. A GTG, fruto da sigla de Good To Game, já nasce com um portfólio de projetos proprietários de alto impacto, como o Prêmio eSports Brasil, em sociedade com a Player 1, e o WESG Latam, a maior competição multiplataforma de eSports da América Latina. Dalmo Castello Filho é o CEO da nova empresa, que faz parte do pilar de Ventures (projetos proprietários) comandada por Victor Vocos, co-CEO da V3A.

Além dos projetos já existentes, a GTG terá uma divisão pronta para atender marcas que desejam se conectar ao mundo gamer através de ativações, eventos, conteúdo e projetos taylor made.

Victor Vocos fala sobre o que a criação da GTG representa para o mercado e a V3A.  “Para aproveitar as oportunidades que o mercado de games oferece, não basta entender o mercado, você tem que fazer parte dele.  A GTG é uma empresa gamer, com uma equipe gamer, que conhece o ecossistema e cria os elos mais autênticos entre as marcas e a comunidade. A GTG é uma empresa B2G ‘Business to Gamer’ , conectando marcas ao mundo gamer através das nossas plataformas proprietárias e também, como agência, inovando com os nossos clientes.

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