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Schin traz de volta “O Povo” durante a Semana Farroupilha

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Jornal mais importante da Revolução será distribuído gratuitamente no Acampamento Farroupilha e em outros pontos de Porto Alegre. Marca também montará uma casa que simula a redação do jornal no Acampamento Farroupilha

 

Buscando exaltar a cultura local e reviver as tradições gaúchas, Schin, cerveja que possui grande vínculo com o povo gaúcho e está presente em importantes eventos no estado, vai relançar o jornal “O Povo”, principal periódico que circulou durante a Revolução Farroupilha, entre os anos de 1838 e 1840. A marca é a patrocinadora oficial do Acampamento da Semana Farroupilha, um dos eventos mais importantes do Estado, e que celebra a história que marcou profundamente o povo do Rio Grande do Sul.

“Recriar o jornal O Povo é uma forma de homenagear e valorizar a cultura gaúcha durante esse período tão importante para o consumidor do Rio Grande do Sul.”, destaca Bruno Piccirello, gerente de marketing de Schin. “Esta é mais uma iniciativa que preparamos para a Semana Farroupilha. Além de reviver um dos principais ícones daquela época, teremos uma coleção de latas decoradas com imagens que retratam o cotidiano do homem do campo gaúcho, e, em breve, anunciaremos outras novidades pensadas exclusivamente para ocasião”, completa o gerente.

Com conceito e estratégia criada pela TracyLocke Brasil, o jornal “do jeito que O POVO gosta” será recriado e distribuído no Acampamento Farroupilha e em alguns pontos da cidade de Porto Alegre, entre os dias 7 a 20 de setembro. A campanha ainda conta com spot e filme que resgatam a importância da publicação durante a Revolução Farroupilha, e um piquete dedicado a homenagear os heróis farroupilhas e os heróis de hoje em dia, que ajudam a manter vivas as tradições gaúchas. Assista ao filme no https://www.facebook.com/schin.oficial/videos/1538696109506980/

“Sempre buscamos trabalhar com uma verdade nas ações de Schin. Quando descobrimos um jornal que teve papel importante na Revolução Farroupilha, e que faz referência ao slogan da marca no próprio nome, entendemos que a ideia estava pronta e só precisava ser lapidada para ganhar relevância.”, explica Pipo Calazans, CEO da agência.

Com 14 edições, a publicação terá formato tabloide, com quatro páginas de reportagens, artigos e crônicas sobre os hábitos e o espírito tradicionalista do povo gaúcho. A curadoria é do Movimento Tradicionalista Gaúcho.

 

Casa de Garibaldi

Além do filme e da produção do jornal, Schin ainda vai montar a “Casa Garibaldi” no acampamento Farroupilha. Inspirada na casa onde viveu Giuseppe Garibaldi durante a Revolução Farroupilha, em Piratini, a marca apresenta o espaço, que será a sede fictícia do jornal “O Povo” dentro do Acampamento Farroupilha.

A casa será aberta ao público durante a festa – de 7 a 20 de setembro, e vai abrigar elementos que fizeram parte da história do jornal “O Povo” e da Revolução Farroupilha. Estarão expostas fotos dos heróis e personagens da revolução, uma prensa tipográfica de Minerva, uma mesa interativa apresentará imagens e conteúdos autênticos do jornal “O Povo” e informações sobre a cultura gaúcha, entre outras atrações. Também serão distribuídos exemplares do jornal “O Povo”, com conteúdo produzido exclusivamente para a Semana Farroupilha. E aos finais de semana e feriados, os visitantes da Casa de Garabaldi poderão personalizar o periódico com suas fotos impressas na capa do “O Povo”.

 

História O Povo

O Jornal “O Povo” se auto proclamava uma publicação política, literária e ministerial da República Riograndense. Foi idealizado e inicialmente escrito por Luigi Rossetti na mesma casa onde morava com Giuseppe Garibaldi, no município de Piratini. Com a mudança da capital da República para Caçapava do Sul, a sede também foi transferida e teve continuidade até maio de 1840. Depois da saída de Rossetti, o impresso foi brevemente editado por Giovanni Battista Cuneo, pouco menos de um mês antes do término do jornal, pois a tipografia farroupilha foi atacada por tropas imperiais e destruída.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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