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São Paulo Expo completa um ano de operações e fortalece estratégia de comunicação em parceria com a Agência Pavé

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Necessidade por inovação e criatividade impulsionaram a troca de agência para reformulação da comunicação on e offline do centro de eventos que almeja ser ícone da cidade de São Paulo

Administrado pelo grupo francês GL events, o São Paulo Expo completa em abril um ano de operações em sua nova estrutura, com 100 mil m², na capital paulista. Em um complexo arquitetônico multifuncional, fortalece sua estratégia de comunicação em parceria com a Agência Pavé, que trabalha na reformulação das mídias on e offline do centro de eventos e ponto de entretenimento. “Comemorando um ano de operações no Brasil, optamos pela mudança de agência em busca de uma comunicação mais criativa e inovadora. Nossa melhor e mais assertiva escolha foi a Pavé”, explica Willians Lopes, Diretor Comercial e Marketing do São Paulo Expo. “Nossa proposta de atendimento nada mais é do que a tradução dos benefícios oferecidos pela São Paulo Expo: inovadores e dinâmicos”, afirma Pedro Godinho, Sócio – Diretor de Criação da Agencia Pavé.

Com reformulação em mídias digitais, materiais de branding, apresentações, folders, guia de parcerias e advertising feitos pela Agência Pavé, o objetivo do São Paulo Expo é manter-se como referência de maior centro de eventos do Brasil e da América Latina, sobretudo tornar-se um ícone da cidade. “Carregamos São Paulo no nome não por acaso. O São Paulo Expo vem suprir a demanda de abrigar grandes eventos, com a vantagem de trazer para o Brasil o know-how internacional da GL events e oferecer serviços completos para público, expositores e organizadores”, ressalta Lopes. “Com o objetivo de inovar a comunicação com uma linguagem multiníveis, agiremos de forma estratégica para unirmos as forças do empoderamento do Complexo e as referências mundiais do grupo GL events. Assim, pretendemos colaborar para uma comunicação assertiva com os mais diversos públicos e interesses”, completa Godinho.

São Paulo Expo na rota do turismo e entretenimento
Colocar o São Paulo Expo na agenda de entretenimento da cidade e atrair turismo de negócios e diversão, com hospitalidade, conforto e modernidade que nenhum outro local oferece é o grande objetivo da GL events. No calendário de 2017 já estão eventos conhecidos como a Conarh (15 a 17 de agosto), o São Paulo Boat Show (21 a 26 de setembro), o Salão Duas Rodas (14 a 19 de novembro), Comic Con Experience (7 a 10 de dezembro), entre outras feiras, convenções segmentadas e de entretenimento.

A GL events investiu R$ 420 milhões na modernização e ampliação do espaço, concluídas no final de abril de 2016. O projeto consistiu na reforma do antigo Centro de Exposições Imigrantes, que tinha um pavilhão com 40 mil m², e na construção de outros 50 mil m² de área de exposição e mais 10 mil m² de centro de convenções, totalizando uma área de 100 mil m² em operações há um ano. Outra inovação foi o edifício garagem com 6,5 mil vagas, sendo 4,5 mil cobertas, tornando-se o maior estacionamento coberto do Brasil. O arrojado e imponente projeto arquitetônico é assinado pelo francês Jean-Michel Wilmotte.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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