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Prêmio Pretas Potências distribui R$1 milhão para comunidade negra

Com o objetivo de reconhecer e potencializar artistas, coletivos e profissionais negros do campo da economia criativa que resistiram à paralização de suas atividades durante a pandemia causada pela COVID-19, a Pretahub abriu no dia 13 de maio, as inscrições para a 1ª edição do Prêmio Pretas Potências. O edital busca selecionar e premiar 150 iniciativas lideradas pela juventude negra no campo da economia criativa, sendo 100 trabalhos artísticos realizados por artistas individuais e 50 por grupos ou coletivos artísticos nas categorias de: Música instrumental, Artes Cênicas, Artes visuais, Literatura, Audiovisual e Patrimônio imaterial. Para participar é necessário se autodeclarar negro e possuir trabalhos realizados (estreados ou lançados) exclusivamente no período pandêmico, entre janeiro de 2019 e dezembro de 2020.
“A iniciativa surge para ressaltar a força criativa, inovadora e potente da comunidade negra no passado, presente e futuro. A data de 13 de maio é marcada oficialmente pelo Dia da Abolição (inacabada) da Escravatura, que tem sido ressignificado pelos movimentos negros a cada ano que passa”, comenta Adriana Barbosa, CEO da Pretahub.
O prêmio tem o total de R$ 1 milhão onde os selecionados receberão prêmios de R$5 mil na categoria individual e R$10 mil na categoria de grupos ou coletivos. As propostas inscritas serão avaliadas por uma comissão curatorial e poderão habilitar-se como proponentes pessoas físicas ou pessoas jurídicas (com ou sem fins lucrativos, inclusive MEI), considerando-se nas categorias de Artista individual, Coletivo artístico ou Grupo.
O Prêmio Pretas Potências é apresentado pelo Ministério da Cultura, por meio da lei incentivo à Cultura Aldir Blanc, com aporte das empresas Mercado Livre, Banco BV, Basf e Ernst Young e soma esforços a outros diversos editais e premiações que já vêm sendo realizadas diretamente pelas esferas municipal, estadual e federal.
As inscrições poderão ser feitas pelo site até dia 26 de junho e o resultado dos selecionados será divulgado dia 20 de agosto. Para mais informações, leia o edital completo.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







