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Paulistano vai ganhar iPhone X se andar pela cidade com app

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Rival do Uber e única empresa 100% brasileira do mercado de apps de transporte dará um Iphone X para o usuário que somar mais pontos durante o mês de fevereiro; promoção foi motivada por recorde downloads

Desde novembro do ano passado, São Paulo virou o cenário de um novo jogo, mas não em um videogame da moda, um jogo na vida real e no trânsito da região, que em janeiro ultrapassou o número de 200 mil players (usuários ativos) em três meses de existência. Para comemorar o recorde, o aplicativo de mobilidade 4Move premiará com um iPhone X o paulistano que somar mais pontos em viagens durante o mês de fevereiro.

Além de reunir as funcionalidades básicas encontradas nos apps como Uber, 99 e Cabify, que já agradam os brasileiros, o 4Move faz uma aposta que segue as tendências globais ao investir na gamificação do app. Para começar a usar, o usuário primeiro deve escolher seu avatar, boneco que será o seu ícone no app, procedimento similar ao de um videogame. Quando a corrida começa, cada quilômetro rodado é transformado em pontos, que fazem o avatar subir de fase. Cada novo patamar alcançado rende prêmios ao passageiro, que vão de ingressos para o cinema, vouchers para restaurantes, smartphones, até viagens para a Disney ou Cancún com acompanhante e tudo pago, por exemplo. Os pontos também podem ser transformados em desconto em viagens futuras ou trocados por dinheiro vivo, que pode ser transferido para a conta corrente do usuário.

Existem quatro formas diferentes de viajar com o aplicativo: Blue, a versão mais barata, mas com carros vistoriados pela 4Move para garantir o padrão de conforto; Black, a versão premium, com carros executivos; Táxi Comum e Táxi Executivo. “Nossa ideia é estimular os passageiros a inserir de vez essa opção de transporte na rotina, mas para isso temos que ser vantajosos financeiramente, além de entreter o usuário.

Para usar o app, assim como acontecia na época “cool” das redes sociais, é preciso ser convidado. Cada novo usuário poderá personalizar um código para ser compartilhado entre os seus amigos. Quando cada um desses amigos utilizar o código para fazer o primeiro acesso, os pontos de quilômetros rodados deles também serão contabilizados na conta do usuário que fez o convite, acelerando o processo de recolher prêmios, converter os descontos ou receber o dinheiro de volta. “Queremos que o 4Move seja o melhor aplicativo tanto para o usuário, quanto para o motorista”, explica George Gomes – CIO e co-fundador da 4Move.


Treinamento e apoio aos motoristas parceiros

“A popularização dos aplicativos de transporte no Brasil se deve muito ao serviço diferenciado que era prestado quando os produtos ainda eram novidade, e abandonar isso irrita muito os usuários”, reforça Julio Cesar Moreira, CEO e criador da plataforma. Com isso em mente, a 4Move construiu uma sede própria na capital, um Centro de Excelência em Atendimento para dar treinamento e suporte aos motoristas parceiros. Além de dicas de atendimento, comportamento com os passageiros e segurança, o espaço tem infraestrutura para que os veículos passem por vistoria antes de entrarem em ação e os motoristas só são aceitos por meio de indicação de veteranos bem avaliados.

Durante esse período, os parceiros são informados que o sistema de avaliação, em que os passageiros atribuem notas de 0 a 5, afeta diretamente no valor recebido pela corrida – notas mais altas valem mais dinheiro.

A cada corrida realizada, os motoristas também somam pontos e podem convidar amigos para usar o app e aumentar seu faturamento. Os bônus por quilômetros rodados, notas altas e elogios dos passageiros viram pontos que também serão trocados por mais dinheiro e prêmios. “A ideia é que o motorista tenha ferramentas e seja motivado a prestar o melhor serviço possível, pois isso interfere diretamente na capacidade de faturamento dele”, explica Adriano Soncini, sócio da 4Move.



Investida agressiva no mercado

O plano da 4Move é dominar 10% do mercado brasileiro já nos primeiros 12 meses de operação. “Vamos brigar com as grandes, mesmo sem ser grande, mas com uma estratégia criativa e com foco nos clientes”, avisa Julio Cesar. A empresa nasce com um aporte na casa dos 10 milhões de reais, que é bem menor que os valores recebidos pelos concorrentes, provenientes de grandes investidores internacionais. “Por isso vamos apostar em construir uma rede de usuários e parceiros que nos faça crescer com foco em qualidade e em uma convivência mais humana”, diz o CFO e co-fundador da 4Move, Hector Felippe.

O aplicativo está disponível para download na Apple Store e GooglePlay.

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Digital

Epson, Class e MCI fazem parceria para novas soluções em eventos digitais

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A Epson, líder mundial em tecnologias de projeção, uniu-se à Class TechExperience e à MCI, agência global de Engajamento e Marketing, para criar soluções de streaming usando técnicas combinadas com vídeo mapping. A parceria forneceu ao MCI Studio, em São Paulo, o que há de mais novo em projetores e lentes para projeção de ambientes. Só nestes equipamentos, os investimentos ultrapassam R$ 300 mil.

“Pouco ainda foi explorado sobre vídeo mapping e os eventos digitais. Nos eventos ao vivo, a técnica é consagrada e agrada plateias do mundo inteiro pela beleza e arte do conteúdo mapeado. Mas e no digital? Questões como luminosidade, streaming de superfícies mapeadas e retroprojeções ainda precisam ser mais exploradas e desafiadas e as descobertas prometem”, afirma o Business Innovation Director da MCI, Ney Neto.

Segundo Rodrigo Machado, Gerente de Negócios da Epson, as projeções permitem criar dinâmicas imersivas e criativas em tempos em que as lives estão se tornando cada vez mais populares e tornam-se aliadas às outras tecnologias utilizadas nesses ambientes como chroma-key. “O vídeo mapping é especialmente interessante para a criação de uma atmosfera diferenciada em estúdios de lives, por exemplo, possibilitando a interação com o conteúdo visual, sempre utilizando o espaço a seu favor de forma integrada. Para o espectador, os efeitos visuais são chamativos e criam engajamento”, explica.

“Os eventos digitais ainda estão sendo descobertos pelas empresas e pelo público e ainda há muito o que explorar. Na vanguarda dessa nova linguagem, estamos investindo na pesquisa e desenvolvimento do que vem pela frente quanto à experiência híbrida dos eventos. Combinamos diversas técnicas para criar experiências digitais imersivas para os clientes MCI e um dos protótipos que temos feito, em parceria com a Epson, é de integrar projeção mapeada ao streaming, conseguindo efeitos impressionantes para quem está assistindo o evento em casa”, complementa o Managing Director da MCI Brasil, Igor Tobias.

Muito além do streaming

O MCI Studio é uma das novidades da MCI no Brasil e nasce com a proposta de inovar as técnicas de transmissão de eventos digitais, proporcionando mais interatividade entre os participantes, além de eventos mais bonitos. A tecnologia empregada no espaço dá às marcas a possibilidade de combinarem cenografia, com técnicas de chroma-key, realidade expandida, realidade mista, animação 3D, inserindo efeitos especiais digitais para trazer uma linguagem mais cinematográfica para as transmissões.

Segundo Tobias, a modelagem 3D e o mix de realidades com técnicas digitais são tendência no Brasil. “Temos buscado referência nos estúdios de cinema, já bastante avançados nessas tecnologias. A Warner Bros realizou o evento DC Fandome, assinado pelo criativo Jim Lee, utilizando a técnica combinada entre realidade e animação 3D, criando uma experiência virtual diferenciada. O modelo foi seguido pela ComicCon, que combinou realidades físicas e digitais misturando o painel de LED ao chroma key. Alguns eventos estão agora experimentando esse mix de realidades adaptado ao formato híbrido. Através do uso da realidade expandida, por exemplo, os limites do espaço físico estão sendo cruzados. Eventos como o Worlds, a final do campeonato mundial de League of Legends, já utilizaram este recurso proporcionando uma incrível experiência para quem está em casa”, lembra.

No Brasil, ainda é necessário ter muito hardware para fazer eventos como o Worlds. “Mas aí é que entra a beleza da inovação. O entretenimento saiu na frente do mercado corporativo, as lives do ALOK e do Criolo têm sido consideradas as principais experiências de transmissão com realidade expandida. Já é possível criar experiências digitais com realidade expandida dispensando hardwares caríssimos”, enfatiza.

O departamento de inovação da MCI desenvolveu, por exemplo, o Cyber Meeting, uma tecnologia em parceria com a Class que permite aplicar palcos virtuais 3D para as transmissões de chroma-key, usando real time rendering, que oferece efeitos de câmera, animação digital 3, realidade expandida, trazendo mais dinamismo ao evento. A nova tecnologia permite ainda galerias simultâneas interativas, teletransporte do speaker (palestrantes em formato holográfico) e integração com qualquer plataforma de transmissão, inclusive com os grandes serviços de web-conference.

“O Cyber Meeting é uma tecnologia própria para o gerenciamento dos eventos digitais, que permite a MCI entregar diversas experiências aos eventos digitais de seus clientes como galerias virtuais, interatividade, conteúdos holográficos, inserções holográficas de palestrantes, e o efeito principal: a realidade estendida que permite cenários infinitos e eventos mais imersivos. Além disso, o Cyber resolve o problema da falta de qualidade na leitura de slides da maioria das transmissões tradicionais. ” diz Ney Neto, que esteve à frente da pesquisa e desenvolvimento do produto, ao lado dos engenheiros da Class TechExperience.

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Digital

Com metodologia e softwares próprios, AdClub transforma o marketing digital do Grupo Neoenergia

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Com o alto desenvolvimento das empresas e grandes níveis de atividades realizadas no dia a dia, a automação de processos tem se tornado cada vez mais frequente. Uma das tecnologias utilizadas para essa transformação, tem sido vista em soluções de Business Intelligence, que é capaz de suportar uma imensa quantidade de dados não estruturados e de fontes internas e externas, que possibilita a interpretação de forma ágil e precisa muito superior às formas manuais. Diante disso, a Tetris.co – braço de tecnologia do AdClub, grupo que reúne três empresas focadas em soluções de Marketing Online para grandes marcas – promove uma completa transformação do Marketing Digital do Grupo Neoenergia.

A partir da implementação de metodologias e softwares próprios, o Grupo passou a ter total controle e entendimento sobre seus investimentos em tempo real, possibilitando alocações de recursos mais assertivos e de maior retorno. “A Tetris.co nos ajuda a classificar e analisar nossos dados, tanto orgânicos quanto pagos, aumentando a eficiência de nossos investimentos de mídia online em todas as plataformas”, comenta Mariana Wirtzbiki Aoad, Gerente de Comunicação Externa do Grupo Neoenergia.

Para Pablo Lemos, CTO do AdClub, o maior desafio foi auxiliar na alta demanda do Grupo, que – por ser constituído por várias empresas – cada uma delas possuía áreas com verbas e atividades específicas. “Controlar o conteúdo e a performance de cada empresa era trabalhoso e lento. Reports eram feitos de forma manual, sem o detalhamento necessário e demoravam semanas para serem concluídos, impedindo qualquer possibilidade de respostas ágeis, tão importantes no universo da mídia digital. Além disso, eles precisavam entender de forma bastante granular a performance orgânica versus a mídia paga, algo impossível de ser feito manualmente frente ao volume de publicações que eles executam”, explica.

O primeiro passo do processo, foi a implementação de um processo forte de taxonomia. Toda a presença online do Grupo Neoenergia passou a rodar com especificações de nomenclatura, permitindo entender no detalhe a performance sobre o investimento de cada empresa e área. A Tetris.co foi responsável por desenvolver ferramentas para facilitar o processo e evangelizar, tanto o time de marketing digital quanto as agências, sobre a importância de permanecer fiel à nomenclatura. Na outra ponta, instalaram uma versão 100% customizada do software próprio de governança e visualização de dados, o Tetris oDash, com automações para entender a taxonomia e gerar relatórios em tempo real, facilmente acessíveis via computador, tablets ou celulares.

Em seguida, desenvolveram um algoritmo de inteligência artificial proprietário que automatizou o cruzamento da performance orgânica versus a paga, unificando a classificação dos dados ao nível mais granular possível. “Com o sistema 100% implementado e rodando, com dados digeridos, organizados e classificados em mãos, passamos a prover uma consultoria constante de inteligência de dados. Diante disso, o projeto que foi iniciado no início de 2020, hoje é parte central da área de marketing digital do Grupo Neoenergia”, se orgulha Pablo.

Dentre os resultados obtidos, internamente, o time de marketing digital conquistou uma poderosa autoridade para justificar seus investimentos e planejamentos, já que cada passo agora pode ser monitorado e seu desempenho comprovado de maneira direta e eficiente. Dos analistas de marketing digital aos diretores, o Grupo como um todo passou a conversar nos mesmos patamares, pois compartilham a mesma fonte da verdade sobre o desempenho das estratégias de todas as áreas. “Com apenas alguns cliques, qualquer pergunta sobre o desempenho do marketing digital, seja a nível macro (Quanto cada empresa gastou em 2020?) ou a nível micro (Quantas publicações sobre Coronavírus a área de Segurança fez no mês de Julho? E quanto foi o custo por engajamento?), pode ser respondida”, ressalta Pablo Lemos.

É importante dizer que, após a realização, é fundamental que haja um apoio constante. Principalmente porque o meio digital muda constantemente e sem um monitoramento a tendência é que o projeto se torne obsoleto. “De um lado, um imenso orgulho de participar de maneira fundamental na transformação digital de um cliente tão importante quanto o Grupo Neoenergia. Vencemos uma série de desafios, inovamos tanto em software quanto em estratégias e chegamos a um resultado fenomenal. Do outro lado, estamos animados com o volume de demandas que há pela frente. Acredito que 2020 foi só o começo. Já estamos trabalhando juntos em 2021, em um volume maior que no ano passado e espero que a parceria só cresça”, finaliza o CTO.
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