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Para 53% dos profissionais de marketing, fronteiras entre marcas e varejo devem cair, aponta estudo da Criteo e Kantar Millward Brown

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Com vendas no varejo migrando do off-line para o ecommerce, empresas ajustam suas estratégias e verbas de trade marketing

A Criteo (NASDAQ: CRTO), empresa de tecnologia especializada em marketing de performance, encomendou o estudo “Trade Marketing in Transition” (Trade Marketing em Transição) com a Kantar Millward Brown para entender como as agências e profissionais de marketing estão desenvolvendo estratégias de trade marketing juntos aos varejistas para aumentar a exposição e vendas de seus produtos.

Com o crescimento do ecommerce em vários países e maior foco em acompanhar a jornada do consumidor em dispositivos e canais, há uma crescente demanda por associar verbas de branding e trade marketing, o que foi indicado por 53% dos entrevistados entre os principais investimentos a ser realizado no futuro. Esta combinação inclui especialmente a disposição de produtos nas prateleiras, promoções temporárias, destaque nas pontas das gondolas e ações de marketing nas lojas.

“O marketing de varejo está passando por uma profunda mudança. Para rentabilizar e conquistar clientes, tanto online como off-line, os profissionais de marketing precisam adaptar com urgência suas verbas e estratégias de trade marketing. Este estudo confirma que os varejistas precisam de soluções que permitam a mensuração em tempo real do ROI e o fim da separação entre off-line e online em favor do omnichannel”, afirma Alessander Firmino, diretor da Criteo para América Latina e Brasil.

“Especialmente nos setores de bens de consumo e alimentício há uma indicação clara de que este é o momento certo para alinhar branding e trade marketing”, diz Adrian McCallum, diretor sênior da Kantar Millward Brown. “Este movimento, combinado com uma maior integração da tecnologia digital, ajuda a conectar os esforços de marketing com as vendas e criar maior eficiência para as ações de trade marketing”, acrescenta.

 

Confira as principais conclusões da pesquisa realizada com profissionais de marketing:

• Principais desafios do marketing de varejo: os entrevistados apontaram que a mensuração / atribuição (59%) e a rastreabilidade (58%) são desafios de trade marketing que precisam ser superados. Alcançar consumidores mais jovens (56%) e a complexidade do processo (55%) também estão entre os principais pontos mencionados.

• Ecommerce indispensável: 50% dos entrevistados classificaram as vendas online como entre “disruptivas e altamente disruptivas” para suas indústrias.

• Crescimento da pesquisa paga: nos próximos cinco anos a “pesquisa paga” foi considerada uma área com maior expectativa de melhoria da eficácia (62%). As campanhas de mídia impressa devem apresentar a maior diminuição de efetividade (52%).

• Desafios do Trade Marketing no Ecommerce: conflitos entre sites de marca e de varejo (28%) e a complexidade do processo (27%) foram indicados como as 2 principais preocupações relacionadas com a condução de estratégias de marketing de produtos no ecommerce em comparação com o varejo físico.

• Lista de desejos do varejo: métodos mais simples para medir a eficácia (58%), a visão holística do comprador (56%) e a combinação das verbas de trade marketing e branding (53%) foram os 3 primeiros itens da lista de desejos para realizar investimentos futuros.

 

Outros pontos de destaque do estudo:

• Os varejistas devem utilizar estratégias de veiculação de anúncios de listas de produtos (product listing ads) e publicidade display para aumentar as vendas e as receitas.

• Considerando que a pesquisa paga no e-commerce tem uma representatividade importante dos investimentos futuros, as marcas devem continuar a desenvolver a capacidade de gerenciar esta estratégia de trade marketing.

• Assim como fazem no varejo off-line, marcas e varejistas precisam se unir para desenvolver melhores práticas para ampliar as vendas, bem como definir estratégias eficazes e formas de mensuração para avaliar o impacto das ações de trade marketing online.

 

Metodologia de estudo

Para avaliar as estratégias de trade marketing e as verbas, a Criteo trabalhou com a Kantar Millward Brown para desenvolver uma pesquisa que pudesse ser realizada juntos a profissionais de marketing que definiram as verbas de marketing nos últimos 10 anos.

Cem executivos foram entrevistados por telefone ou convidados a participar de uma pesquisa online. A metade dos entrevistados atua no setor de bens de consumo e o restante entre Eletrônicos, Vestuário, Brinquedos e Saúde e Beleza.

Para uma ter acesso aos resultados completos do relatório “Trade Marketing in Transition”, visite http://www.criteo.com/resources/trade-marketing-in-transition/.

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Mercado do Live Marketing busca capacitação

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Profissionais ligados ao Live Marketing estão aproveitando o ritmo menos acelerado para buscarem capacitação e qualificação para a retomada pós-pandemia. A AMPRO Saber, a plataforma de cursos de qualificação criada pela AMPRO – Associação de Marketing Promocional / Live Marketing, tem contabilizado crescimento no número de interessados pelos cursos.

No próximo dia 22 de abril, a partir das 18h30, já está confirmada o curso online “Concursos, Sorteios, Vale-brindes: Entenda a Certificação Necessária e Evite Problemas”, ministrada por Vanessa Calabria Macarrão, do FAS Advogados. O curso vai abordar sobre a legislação de promoções e prêmios, conceito de promoção comercial, modalidades e requisitos de realização, comprou-ganhou, campanhas de incentivo, programas de fidelidade e ações de chash-back e desconto.

Na sequência, no dia 27 de abril, a partir das 19h, uma próxima turma acompanha o curso “ROI de Eventos – Conheça e Aplique”, com Roberta Nonis, da Evento Único Consultoria. A aula vai orientar agências e clientes a definirem objetivos tangíveis e intangíveis de seus eventos desde o briefing, formatando o evento com foco na mensuração de resultados.

“Diversas modalidades do Live Marketing, como os concursos, sorteios, vale-brindes, as promoções no ponto de venda, o trade marketing, não pararam. São atividades que devem continuar sendo motivadas e gerando novos Jobs. Por isso também a procura pelo curso sobre promoções com premiações. Eventos também continuam acontecendo na modalidade online e o conteúdo do dia 27 foi pensado para o preparo dos profissionais para a medição de retorno, tanto em eventos digitais quanto no retorno dos eventos presenciais”, afirma o presidente executivo da AMPRO, Alexis Pagliarini.

A agenda de eventos do AMPRO Saber, bem como detalhes e inscrições, está disponível no site da AMPRO: https://ampro.com.br/agenda

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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