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Nova estratégia de Melissa transforma fãs em veículos de divulgação

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Marca dividirá informações e promove ações especiais para consumidores de todo Brasil

Mais do que clientes, os fãs de Melissa são os grandes responsáveis por propagar o DNA singular da marca em suas cidades, estados e também dentro e fora do Brasil. É pautada por essa premissa que a label tem trabalhado cada vez mais para se aproximar de seus consumidores fiéis, dando voz e espaço aos milhares de melisseiros e melisseiras espalhados por todo país.

Em mais um passo nessa direção, a marca traz para o lançamento do seu Verão 2018, a  coleção MAPPING, uma ação inédita. A Melissa abriu, em primeira mão, todo o calendário de ações do segundo semestre para um grupo de fãs da marca, fazendo deles porta-vozes e veículos para disseminarem as novidades aos seus seguidores. Em um evento realizado na Galeria Melissa São Paulo, o grupo recebeu um release com todos os detalhes da coleção, além de uma chave com senha que dá acesso a uma caixa especial – e cheia de surpresas – que será enviada no mês de agosto.

Todo esse movimento culmina nos eventos de lançamento da coleção, realizados a partir do dia 10/8 nos 250 Clubes espalhados pelo território nacional e que, nessa temporada, também trazem uma novidade incrível para os fãs. Quem participar dos coquetéis de celebração de MAPPING e fizer check-in nos Clubes pelo aplicativo Melissa Swap concorre, automaticamente, a uma viagem com acompanhante para Nova York, para fazer parte de um hacking cultural, vivenciando e mapeando a cidade de maneira singular: a partir do olhar de especialistas da marca.

Falando em Melissa Swap, o aplicativo, desenvolvido especialmente para conectar os apaixonados pela marca, está passando por uma atualização de suas funcionalidades pautada pelos desejos e necessidades dos consumidores. A partir das alterações previstas para julho, será possível cadastrar qualquer modelo na plataforma de compra, venda e troca, além de favoritar pessoas e produtos, pesquisar as melisseiras mais próximas e muito mais.

Para agosto, a marca prevê, ainda, o lançamento de outro aplicativo – o Melissa Insider – cuja proposta será reunir dicas culturais das seis cidades de maior atuação da marca no Brasil e no mundo: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador, Nova York e Londres. As dicas serão oferecidas por um grupo cuidadosamente curado pela equipe Melissa, formado por influenciadores locais e participantes de outros projetos da label, estreitando, ainda mais, a relação com seus fãs e, também, reforçando o conceito que permeia toda a coleção MAPPING: desbravar e mapear as cidades e suas vivências.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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