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Mudando o jogo: a um ano das Olimpíadas de Tóquio 2020, Visa quer um “Japão sem dinheiro em espécie”

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Visa e seus parceiros constroem um legado digital para o Japão e ajudam a acelerar o crescimento econômico

Faltando um ano para as Olimpíadas de Tóquio 2020, a Visa (NYSE: V), Parceira Mundial de Tecnologia de Pagamento dos Jogos Olímpicos, está preparando uma série de experiências de pagamento inovadoras para atletas, visitantes e cidadãos em apoio ao imperativo “Cashless Japan” do governo japonês, que quer dobrar o total de pagamentos digitais de modo que eles cheguem a 40%[1] até 2025. As Olimpíadas de Tóquio 2020 devem ser a edição mais inovadora dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos da história, e a Visa está singularmente posicionada para ajudar a transformá-los em um catalisador para a entrega dos melhores pagamentos digitais.

“Podemos dizer que nenhum outro mercado do mundo se compara ao Japão hoje – o país é a terceira maior economia mundial e líder em muitas indústrias; porém, o dinheiro em papel ainda é o meio de pagamento predominante no comércio” – diz Stephen Karpin, diretor representante e country manager da Visa no Japão. “A Visa vê os Jogos Olímpicos como uma oportunidade para oferecer tecnologias de pagamento de última geração nas arenas, na Vila Olímpica e em todo o país-sede para realmente aprimorar a experiência dos fãs. Para Tóquio 2020, estamos planejando experiências que terão um impacto duradouro no país, seguindo a meta de ajudar a acelerar o crescimento econômico e, ao mesmo tempo, oferecer à comunidade japonesa e aos seus visitantes uma experiência que os deixará boquiabertos”.

Apoiando a jornada rumo a um ‘Cashless Japan’ 

Atualmente, só um quinto dos pagamentos realizados no Japão usa métodos digitais, contra cerca de 90% na Coreia do Sul, 60% nos EUA e 70% na China.[2] Considerando que o Japão deva receber 40 milhões[3] de visitantes no ano que vem, a Visa tem uma série de iniciativas engatilhadas para garantir as melhores experiências comerciais e de pagamento possíveis, são elas:

  • Expansão da aceitação dos pagamentos digitais: para resolver a atual predominância do dinheiro em espécie, a Visa está trabalhando de forma muito próxima com estabelecimentos comerciais dos mais variados segmentos, como restaurantes de fast-food, operadoras de transporte público e lojas de conveniência para modernizar e implantar terminais POS aptos a receber pagamentos por aproximação, estimulando a adoção de pagamentos digitais antes do início das Olimpíadas de Tóquio 2020.
  • Team Visa para um Japão sem pagamentos em dinheiro: desde 2000, a Visa apoia o Team Visa, uma seleção bem diversificada de atletas globais que competem em diferentes esportes, representando a marca dentro e fora das arenas de competição. Kanoa Igarashi, atleta do Team Visa e aspirante a um título olímpico para o Japão no surfe, um dos novos esportes olímpicos, aparece “surfando a onda cashless”, na campanha de marketing da Visa que já está em veiculação no Japão. Durante todo o ano, a Visa continuará expandindo a seleção do Team Visa, destacando aspirantes a títulos olímpicos e paralímpicos e promovendo o uso dos pagamentos digitais.
  • Construindo um ecossistema de parceiros: como líder mundial em pagamentos digitais, a Visa leva inovação aos seus 3,4 bilhões de portadores de contas por meio de um grande grupo de parceiros, como provedores de serviços financeiros, estabelecimentos comerciais, empresas de tecnologia e fintechs. Para expandir ainda mais sua rede no Japão, a Visa lançou o Visa Fintech Fastrack, programa por meio do qual as fintechs conseguem construir e entregar novas experiências de comércio digital na rede de pagamento da Visa com mais rapidez e facilidade. Além disso, a empresa se aliou recentemente à LINE Pay Corporation, operadora de serviços de carteira digital e fintech, por meio do aplicativo de mensagens LINE para incentivar a adoção de pagamentos digitais.
  • Inovações para os Jogos: patrocinadora exclusiva na categoria de tecnologia de pagamento, a Visa está singularmente posicionada para trazer tecnologias de pagamento de última geração a cada edição dos Jogos Olímpicos, quando costuma testar tecnologias que ainda não estão disponíveis comercialmente. Nos Jogos Olímpicos Rio 2016, a Visa ofereceu um anel de pagamento aos atletas do Team Visa. Nos Jogos Olímpicos de Inverno PyeongChang 2018, a Visa colocou à venda em escala comercial vários wearables – como luvas e broches de lapela – aptos a fazer transações nos terminais de pagamento por aproximação. Para Tóquio 2020, está explorando inovações de pagamento que vão desde o uso de biometria na autenticação dos pagamentos, passando por wearables, novos aplicativos móveis e emissão digital de cartões.
  • Medindo o impacto dos viajantes e gastos internacionais dentro do Japão: segundo o estudo Global Travel Intentions (GTI) da Visa, nos últimos dois anos, o Japão superou os Estados Unidos como o destino mais popular entre os viajantes internacionais pesquisados. No período que antecede os Jogos Olímpicos, a Visa vai continuar compartilhando dados e previsões de viagem e gastos dos consumidores em tendências de turismo relacionadas às Olimpíadas, para ajudar a preparar os estabelecimentos comerciais locais para a chegada de viajantes estrangeiros.
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Free Free e Dzarm lançam collab inspirada no Outubro Rosa

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Free Free, plataforma e Instituto que trabalham pela liberdade física, emocional e financeira de mulheres, através de iniciativas que aceleram a equidade de gênero, a inclusão e a transformação social, lança uma collab em parceria com a marca Dzarm. Com o lema “A Nossa Liberdade é Pink”, as peças são inspiradas no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, e apresentam estampas divertidas e mensagens cheias de significado, que podem ser usadas em diferentes ocasiões.

O projeto é uma iniciativa do Free Free Fashion, que trabalha a moda como ferramenta de cura e libertação. Com calças, vestidos e blusas, todos na cor rosa, a coleção busca trazer força e inspiração, celebrando o poder das mulheres e ressignificando o pink. “Nós acreditamos que a moda tem um grande poder de suporte, recuperação e resgate na vida das mulheres. O rosa não é uma cor frágil. Ele traz força, alegria e bom humor. Vesti-lo nesse momento que está todo mundo cansado e de luto significa ter coragem. O pink é superpower!”, afirma Yasmine McDougall Sterea, CEO e fundadora do Free Free.

Para combater o medo, a desinformação e a falta de acesso a consultas e exames, a DZARM e o Free Free estão doando 100 consultas médicas para o Horas da Vida, instituição sem fins lucrativos que atua promovendo a inclusão e o acesso gratuito à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta também com o apoio do laboratório Femme, que realizará doações de mamografias, reforçando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer de mama. Além de parte das vendas serem revertidas para os cursos e projetos de impacto do Free Free.

Entre as participantes do projeto estão Yasmine Sterea, Stella Yeshua, Leticia Nascimento, Rosa Saito, Stella Yeshua, Mônica Alcântara e Ana Arietti. Através da moda, todas elas transformaram suas vidas e formas de se expressar e de lidar com o corpo.

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Plataforma de conexão Portland usa o Intercâmbio Criativo Brasileiro como ferramenta de inovação

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A diversidade cultural representa o conjunto de costumes e tradições, que vão desenhando os comportamentos e valores em diferentes regiões. Uma porta se abriu durante a pandemia e veio para ficar, é um caminho sem volta em que os “hubs” estão na nuvem, o home office permite que diferentes culturas se conectem e, consequentemente, tragam novas perspectivas, visões e criatividade para os projetos.

E, falando de Brasil, por conta do seu extenso tamanho territorial, e sua diversidade abundante, notamos o quão grande é o seu potencial de troca de experiências e conhecimento.

Uma empresa é formada por seus funcionários em que, cada um deles, possui uma identidade cultural, uma história de vida. Logo, cada empresa é reflexo de quem a compõe. E, pensando assim, é importante que nesse “microambiente” sejam levadas em conta essas diferenças, para ser uma troca saudável e receptiva.

Exemplo desse intercâmbio de visões diferentes é a Portland, uma plataforma de conexão de diferentes realidades que atua para a reconstrução de um mercado mais humano e um mundo mais criativo.  Na 5ª temporada em 2021, expandiu sua rede em formato Webinar para além da diversidade étnica e social, considerando outros recortes demográficos que potencializaram a pluralidade das conexões.

A agência abriu seu processo seletivo à distância quebrando as barreiras do espaço físico, possibilitou a conexão com pessoas que, apesar de estarem longe, estão na mesma sintonia que a empresa. O resultado foi a inscrição de mais de 800 candidatos de todo o Brasil, que tiveram a oportunidade de mostrar o seu lado mais criativo para vagas conectadas pela Portland.

Com candidatos Portlanders mais diversos, os resultados elevaram: “Conseguimos ampliar as nossas visões para outros horizontes que possibilitaram a construção de projetos ainda mais humanos e, consequentemente, criativos. Foi possível integrar pessoas de diferentes lugares do Brasil trazendo as pessoas como protagonistas e representantes de diferentes recortes da diversidade, o que tem deixado nossos processos mais ricos e os resultados mais genuínos”, diz Bruno Höera, fundador da agência.

A mudança radical de comportamento no trabalho, de uma maneira geral, possibilitou ainda mais esse intercâmbio. A pandemia trouxe um protagonismo das áreas de RH das empresas e das agências que surgiu por conta da urgência das empresas precisarem entender as realidades de cada um de seus funcionários, identificando as suas necessidades particulares para um home office suficientemente estruturado e uma equipe mais acolhedora e empática.

Para a Portland, a diversidade é uma ferramenta de inovação e esse é um dos fatores que fazem do Brasil um país tão criativo. A pluralidade de pessoas em uma empresa permite um ambiente melhor de trabalho, mesmo que virtual, aumentando a produtividade e a rentabilidade das corporações. É uma conta simples, mas que apenas ficou óbvia quando o discurso ficou batido o suficiente para ser transformado em ações. E, muitas dessas ações validaram na prática o que estava difícil da teoria explicar.

A próxima temporada de recrutamento da Portland tem previsão de acontecer no verão – porque o sol é para todes. A ideia é ir mais além e trazer outra visão de diversidade. Em sua 6ª temporada, a diversidade etária não só será uma das pautas, mas também uma prática. “Na questão geracional, sabemos que atualmente há duas grandes lacunas na inclusão de pessoas: jovens que não têm experiência e não conseguem entrar no mercado; e ainda as que têm muitos anos de praia, mas não conseguem uma recolocação, principalmente por conta do preconceito em relação à atualização e uso de ferramentas e tecnologias – o que obviamente é um grande mito. A maturidade coloca os nossos processos e projetos em um outro patamar de entrega”, reflete Höera.

Se olharmos por outro lado, realmente existe um mercado inteiro a ser explorado. Enquanto muitas marcas focam suas comunicações na juventude, o Brasil vai aumentando a faixa etária da média da sua população. É, a partir daí, que a economia prateada vai ganhando espaço e relevância. Um grupo multicultural – seja de ideias, vivências ou idade – é de extrema importância, pois resulta em um ambiente mais agradável e dinâmico.

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