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Mobile representa 44% das vendas online do varejo no Brasil

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Ainda segundo a pesquisa, 16% dos pedidos via desktop são precedidos de clique no mobile e compras via app já chegam a 16%

No Brasil, varejistas que investem em vendas via app e web mobile já têm 44% das transações online feitas em dispositivos móveis. É o que revela a Criteo S.A. (NASDAQ: CRTO), empresa líder em tecnologia para commerce marketing, no estudo Análise do E-commerce no Mundo, que explora o cenário de compras cross-device no terceiro trimestre de 2017.

De acordo com a pesquisa, os pedidos feitos através de aplicativos já chegam a 16%, enquanto via web mobile somam 28%. O desktop ainda sai na frente com 56%, entretanto, o relatório revela que 16% das vendas concluídas no canal são precedidas de um clique no ambiente móvel. No total, 31% das transações pós-clique em desktop são iniciadas em outro dispositivo.

“Os consumidores de hoje são ativos em todos os ambientes de navegação e compram a qualquer hora, de qualquer local. Conhecê-los é vital para planejar uma estratégia eficiente. Viabilizar esse conhecimento é justamente o objetivo do ecossistema de Commerce Marketing da Criteo, que permite que marcas e varejistas apliquem as enormes quantidades de dados coletados em cada fase da jornada do comprador para oferecer uma experiência mais personalizada e envolver os clientes sempre quando for mais impactante”, explica Alessander Firmino, diretor geral da Criteo para o Brasil e Latam.

Mobile em ascensão

No Brasil, a web mobile está consolidada e os smartphones seguem ganhando relevância quando o assunto são compras online. No terceiro trimestre de 2017, houve um aumento de 51% nas transações realizadas através de celulares (apps excluídos) em relação ao mesmo período do ano anterior. Em compensação, os pedidos feitos via tablet tiveram queda de 39%, enquanto os feitos via desktop caíram 12%.

As categorias mais vendidas no ambiente móvel, sem considerar transações feitas através de aplicativos, foram: Cultura/Mídia (35,4%), Grandes Redes Varejistas (35%), Saúde/Beleza (34,7%), Fashion/Luxo (32,6%), Produtos para o lar (22,9%), Computação/Tecnologia (22,8%).

Apps de compra: tendência global

Comprar através de aplicativos tem se tornado cada vez mais comum, não só no Brasil, onde o segmento já responde por 15% das vendas online, mas no mundo todo. Ao comparar o terceiro trimestre de 2017 com o mesmo período no ano anterior, houve um aumento de 64% na quantidade de transações realizadas nesses canais. Atualmente, os aplicativos respondem por 46% das vendas online globalmente.

Quando e onde impactar o consumidor

As descobertas do relatório apontam para a necessidade de varejistas e marcas investirem em estratégias cross-device para engajar os consumidores. Segundo o levantamento, clientes identificados em diferentes dispositivos durante a jornada de compra gastam em média 22% a mais.

O estudo também procurou entender em que momento os consumidores usam cada dispositivo. As compras feitas por desktop lideram durante o horário comercial, entre 9h e 18h. Já os dispositivos móveis são mais utilizados durante à noite e aos finais de semana.

“Diante de todos os dados, é importante ter em mente que uma estratégia de marketing bem sucedida deve focar no cliente e não no dispositivo. A jornada de compra é complexa e é necessário entender onde e quando encontrar esse consumidor para interagir com ele no momento certo, de forma relevante, para gerar engajamento e, claro, vendas”, conclui Firmino.

Metodologia do estudo

O estudo Análise do E-commerce no Mundo analisou bilhões de transações anuais e mais de 5.200 varejistas globalmente, todos clientes da Criteo.

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Digital

DreamONE conquista a conta de comunicação digital da Husqvarna Construção na América Latina

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DreamONE, agência de marketing integrado com foco no entendimento e geração de resultados para o negócio de seus clientes, será responsável a partir de agora pela conta da Husqvarna Construção na América Latina. A empresa com sede na Suécia tem como objetivo consolidar a sua presença na região latino-americana como também como referência em soluções inovadoras para a área de construção civil, que geram uma cultura de valor tanto para a marca quanto para o consumidor.

A estratégia de comunicação elaborada pela DreamONE para a Husqvarna irá contemplar ações de marketing institucional, social media e performance de mídia para a marca em países como Brasil, Argentina, Colômbia e México. “A ideia do projeto é mostrar para o público o quanto a Husqvarna é uma empresa inovadora. Para isso, vamos desenvolver uma narrativa criativa, simplificada e despojada em suas redes sociais como Linkedin, Facebook e Instagram. Assim, criamos uma aproximação entre a marca e seus clientes, além de auxiliar na prospecção de novos parceiros”, argumenta Ricardo Tarza, sócio e diretor de inovação e criação da DreamONE.

Com mais de 330 anos de atuação no mercado, a Husqvarna é reconhecida por todo mundo pela inovação e qualidade dos seus produtos, que atendem tanto profissionais e grandes empresas quanto consumidores de todos os continentes.

Além da Husqvarna, a DreamONE conta com mais sete clientes ativos em seu portfólio. Entre as principais, estão a Microsoft Brasil – principal fabricante global de softwares de computador, eletrônicos, entre outros – e a InterCement – fabricante dos cimentos Cauê, Zebu e Goiás no Brasil e outras 5 marcas globais.

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Digital

Digital Favela fecha 2021 conectando 120 anunciantes a 3 mil influenciadores de comunidades

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A Digital Favela, única empresa a transformar moradores de favelas de todo o Brasil em influenciadores digitais, potencializando suas conexões com as marcas, apresenta o balanço de seu primeiro ano completo de atuação. A operação chega ao fim de 2021  com mais de 120 anunciantes utilizando sua plataforma de mídia, com mais de 3 mil influenciadores, majoritariamente micros e nanos, dando visibilidade e credibilidade às suas campanhas de forma autêntica e legítima – recebendo, em troca, remuneração que por muitas vezes os permitem realizar verdadeiras mudanças as suas vidas e de suas famílias.

“Há mais de 14 milhões de moradores de favelas em todo o Brasil, muitos em situação de extrema vulnerabilidade”, enfatiza Celso Athayde, cofundador da DF ao lado de Guilherme Pierri. “Com os cachês recebidos por cada campanha, muitos dos nossos influenciadores compram itens básicos do lar, como uma cama ou uma geladeira, o que confirma o poder de transformação e inclusão da Digital Favela”, revela.

Com o apoio da CUFA (Central Única das Favelas), parceira social da companhia, a DF resolve um dos principais desafios deste novo segmento de marketing de influência: encontrar as pessoas mais adequadas para cada marca. São mais 3 mil favelas mapeadas em todo o Brasil e um ativo de 6,5 mil influenciadores cadastrados, que falam diariamente sobre finanças, educação, beleza, saúde, tecnologia, viagens, bem estar e outras dezenas de temas para seus milhares de seguidores.

Há pouco mais de 3 meses, a DF também lançou sua área proprietária de conteúdo, a CRIA D.FAVELA, um hub especializado em produção e cocriação que utiliza mentes brilhantes de dentro das próprias comunidades para que o parceiro anunciante possa realizar projetos especiais exclusivos, como podcasts e vídeos institucionais, com uma força de trabalho da própria favela – incluindo produtores, roteiristas, fotógrafos e redatores. O podcast inédito do rapper Dexter, multiartista da cena hip-hop, ator e ativista, foi o primeiro projeto realizada pela CRIA e traz um formato inédito para as plataformas de streaming.

Do ponto de vista de estrutura, a Digital Favela já conta, hoje, com 22 funcionários diretos, além outros 27 indiretos, presentes dentro das principais favelas do Brasil. São pessoas que fazem a interlocução direta entre anunciantes e influenciadores, facilitando a penetração de ativações e comunicações regionais nos territórios.

Os planos para 2022 são grandiosos. Além de mirar sua internacionalização, a DF irá possibilitar ações de experiências de marca dentro das maiores favelas do País. “Percebemos que nossos anunciantes sempre tiveram imensa dificuldade de penetrar no território das favelas. Agora, porém, além de campanhas feitas pelos próprios moradores, as empresas poderão fazer verdadeiras imersões nas comunidades, inclusive com bases de experimentação de produtos”, adianta Guilherme Pierri.

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