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Mercado publicitário espera um crescimento de até 30% na demanda de mídia programática em 2017, revela pesquisa da Teads

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Durante evento em Campos do Jordão, executivos do mercado se reuniram para discutir as novas oportunidades do setor e publicidade sustentável

A Teads, pioneira da publicidade em vídeo outstream e plataforma de monetização global para anunciantes e publishers, convidou grandes tomadores de decisões do mercado publicitário brasileiro para discutir o crescimento da mídia programática, brand safety e a importância desse novo modelo de compra para agências, empresas, tradings desks e DSPs.

Em um hotel no alto das montanhas de Campos do Jordão, os convidados – dentre eles profissionais da Heineken, Fiat, Itaú, de agências como DPZ&T, Africa, DM9, Blinks, Publicis e Leo Burnett, além de Trading Desks como Affiperf, Tradelab e Exiber – tiveram a oportunidade de participar de painéis com temáticas sobre publicidade sustentável e perspectivas da mídia programática. Fabricio Proti, diretor executivo da Teads no Brasil, abriu o evento afirmando que “o mercado digital passa por um momento de reflexão, que exige o resgate de valores e práticas necessárias para garantir o crescimento sustentável para os próximos anos.

O encontro também contou com a presença de Ryan Cook, Head de Programmatic Global da Teads, que ressaltou a importância do evento para o mercado. “A oportunidade de passarmos o dia todo juntos, de nos afastarmos de nossos espaços de trabalho e de podermos discutir tópicos de mercado de igual para igual, trocando impressões e experiências, é muito relevante para a Teads”, analisou o executivo.

Durante o evento, a empresa realizou uma pesquisa para identificar algumas necessidades e desejos do mercado. Dentre os convidados, mais da metade espera um crescimento de 20% a 30% na demanda do setor em comparação com o ano passado. Além disso, para esses profissionais, o principal foco durante o planejamento de uma campanha de vídeo programático deve ser a capacidade de segmentação. Outras prioridades apontadas foram, respectivamente, viewability e completion rate, e a busca por resultados mais precisos e efetivos das campanhas.

Sobre as perspectivas e expectativas do mercado para mídia programática, a pesquisa mapeou diversas oportunidades. Entre elas, está o aumento da capacidade de escala e controle da entrega e a mídia programática como uma alternativa para as marcas que não investem em anúncios de TV. Os entrevistados também citaram a garantia de formatos de qualidade e volume com a proposta nativa e a possibilidade de vídeos dinâmicos, como os produzidos no Teads Studio, entre as grandes oportunidades do setor. Esse resultado reflete a tendência global de crescimento do conteúdo audiovisual: segundo a ANA (Association of National Advertising), 80% do tráfego global da internet será composto de vídeos até 2019.

Já os desafios para que este novo modelo de compra cresça mais rapidamente, segundo os tomadores de decisão, são a falta de profissionais qualificados, falhas na questão de brand safety, diminuição no risco de fraude, crescimento do inventário e melhora das métricas para assegurar satisfação aos anunciantes. “É neste cenário que a Teads vai estar sempre inovando ao oferecer as melhores soluções em vídeo nativo dentro de ambientes que garantem brand safety para o mercado publicitário”, afirma Fabricio Proti.

A Teads aproveitou a oportunidade para reforçar sua identidade através da bandeira  Green Advertising, que é apoiada em pilares que buscam aprimorar a experiência do usuário por meio do inventário de qualidade em escala, fraude zero, formatos que são vistos em tela (viewability) e a prática de ‘no reselling’.

A publicidade sustentável da Teads dá o controle do vídeo publicitário para o usuário, e provoca quase o dobro de engajamento quando comparado com outros formatos de vídeo. Dona de um inventário com os principais publishers do mundo, a Teads proporciona uma rica experiência do usuário com a marca dentro de um ambiente seguro, gerando melhor performance para os objetivos de branding dos anunciantes.

Através do modelo programático da Teads, cria-se um ambiente onde brand safety é uma realidade. Ao se garantir um espaço livre de fraude, a Teads é colocada como líder de qualidade, segundo os parâmetros da Integral Ad Science (IAD).

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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