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Mastercard oferece conexão móvel em alta velocidade para consumidores na América Latina

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Clientes terão acesso à internet wireless rápida, gratuita e segura, em mais de 1 milhão de pontos em todo o mundo

Com o objetivo de proporcionar mais conveniência aos consumidores e uma experiência digital de alto nível, a Mastercard ampliou os benefícios associados ao cartão Mastercard Black e oferecerá acesso à conexão Wi-Fi de alta velocidade aos clientes Mastercard da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Peru.

Por meio de uma parceria com a Boingo Wireless – fornecedor líder de Wi-Fi, os portadores de cartão Mastercard Black agora têm acesso à conexão premium em 1 milhão de hotspots em todo o mundo. Tratam-se de lugares onde os clientes costumam realizar suas transações, como aeroportos, hotéis, restaurantes, cafés, estádios e arenas, e até mesmo em aviões.

O acesso ao novo benefício é simples: basta acessar o site www.mastercard.com.br/globalwifi, fazer o cadastro do cartão Mastercard Black criando login e senha e pronto: a internet estará disponível com apenas um clique. O mesmo login permitirá a utilização do Wi-Fi para até quatro aparelhos simultaneamente e resulta na ampliação do benefício para familiares durante as viagens, por exemplo.

A Mastercard busca oferecer soluções e benefícios que sejam relevantes para o dia a dia do consumidor e, ao ampliar a oferta para os cartões Black, atende uma das principais demandas deste público: a conectividade. Para aqueles que viajam, por exemplo, os dispositivos móveis são tão importantes quanto os documentos, portanto a conexão Wi-Fi eficiente é fundamental. “O tempo é precioso. Ao proporcionar a melhor experiência digital ao consumidor, ele pode dedicar seus minutos livres em algo que realmente importa”, declara Valério Murta, vice-presidente de Produtos e Serviços da Mastercard Brasil e Cone Sul.

O serviço prestado pela Boingo é considerado uma referência internacional, que oferece segurança monitorada ativa e maior qualidade de conexão (quatro vezes mais rápida do que a banda larga média), ao apresentar velocidades de até 20 mbps com picos de 50mbps em locais selecionados. “Os passageiros esperam que o Wi-Fi seja uma experiência perfeita e segura”, afirma Dawn Callahan, diretora de marketing da Boingo. “A Boingo orgulha-se de atender a essa expectativa com redes de última geração que proporcionam uma poderosa conectividade sempre que se precisar dela”.

O acesso à internet wireless global passa a integrar a série de benefícios para clientes Mastercard Black em todo o mundo, que já inclui serviços de concierge, assistência de viagem, proteções de compra, ofertas e acesso a mais de 750 salas vip ao redor do mundo. Para mais informações, acesse www.mastercard.com.br/black.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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