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Marcos Scaldelai: Black Friday e Natal impulsionam vendas online e empresas investem no Marketing para atrair clientes

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Datas costumam aumentar o número de visitas em lojas virtuais e grandes redes criam estratégias como promoções e descontos para driblar a concorrência. Marcos Scaldelai, empresário renomado do mundo do marketing, dá dicas de como faturar mais nesse período

Apesar da economia enfrentar um período delicado no país, alguns setores conseguem se manter com bons números e parecem ser uma alternativa para grandes marcas, como é o caso das lojas virtuais. Recentemente foi comemorado o dia das crianças e nas duas semanas anteriores a data, as vendas por e-commerce cresceram 22,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. O sucesso do setor se deve a comodidade de realizar uma compra com apenas um clique e evitar situações cotidianas como deslocamento e trânsito. Outro ponto de destaque são as estratégias de marketing adotadas por grandes empresas, que podem ajudar a alavancar o negócio e aumentar o faturamento.

“Com um mundo cada vez mais tecnológico e competitivo, é necessário ser rápido e entender de fato quais são as reais necessidades dos clientes, pois são diversas opções de lojas disputando um lugar de destaque”, afirma o empresário Marcos Scaldelai, famoso pela sua atuação na área do marketing em grandes empresas como Nielsen e Bombril. Autor de best-seller, Scaldelai acaba de lançar seu novo livro, “Vendedor Falcão. Visão, Velocidade e Garra para Vencer”, em que lista quais são os principais pontos para crescer no mercado e dicas para conseguir faturar mais no e-commerce. “Assim como um falcão, é fundamental que o vendedor tenha a visão apurada e consiga enxergar os mínimos detalhes e o potencial de cada cliente”, explica Scaldelai.

Época de negócios
Novembro e dezembro costumam ser um ótimo período de vendas para o comércio online graças a Black Friday, que ocorre no dia 25 de novembro, e o Natal, em dezembro. Apesar das promoções tentadoras, de acordo com o Sebrae, 40% em média costuma desistir das compras que são incluídas no carrinho virtual. Algumas estratégias são capazes de reverter esse quadro. “Se correram dois minutos cravados sem finalização da compra e a pessoa recebe uma mensagem de oferta pré-desenhada ou de desconto do produto que ela está interessada, as chances de ser concretizada uma compra são muitos maiores”, ressalta o empresário.

Outra situação que costuma ser recorrente principalmente nesse período de instabilidade econômica é o cliente incluir um determinado produto no carrinho apenas para saber o preço. Apesar de existir o desejo de adquirir, assim que ele percebe que o valor está fora daquilo que ele cogitou, acaba desistindo de finalizar a compra. “Para muitos brasileiros, o parcelamento é a única possibilidade de consumir, então caso o cliente receba uma mensagem praticamente no ato permitindo dividir o preço do produto que está no carrinho em doze vezes, ele irá pensar duas vezes antes de desistir da compra”, diz Scaldelai.

Sobre Marcos Scaldelai
Marcos Scaldelai tem 39 anos é um dos executivos mais admirados do mercado brasileiro. Formado em propaganda & marketing pela ESPM e com MBA em Gestão de Negócios na USP, passou com destaque por grandes companhias, como Instituto de Pesquisa e Mercado, Nielsen, General Mills e Bertin. Ingressou na Bombril em 2010, como diretor de marketing. Foi diretor comercial e se tornou presidente em 2013 com 36 anos. Em 2014 foi eleito como um dos executivos jovens de maior destaque no Brasil pela Revista Forbes e esteve na lista dos “100 Executivos que Fazem o Brasil Melhor”, elaborada pelo LIDE e Joven Pan. Para dividir os detalhes de sua trajetória de sucesso, Scaldelai publicou pela editora Gente seu primeiro livro, batizado como “99,9% não é 100%. Você pode mais! ”. Na obra, o executivo descreve quatro competências que fazem a diferença para quem sonha em ser um executivo empreendedor, se destacar no mercado, crescer profissionalmente e se tornar um líder de sucesso. O livro virou um best-seller ultrapassando 20 mil exemplares de vendas. Em setembro de 2015, foi nomeado pela ABRAMARK (Academia Brasileira de Marketing) para ser integrante do Hall da Fama do Marketing no Brasil, que contempla os 87 melhores profissionais de marketing do país. Em março de 2016 deixou a Bombril e virou empreendedor. Atualmente é Presidente do Lide Interior de SP – Região de São José do Rio Preto, apresentador do programa Pra frente sempre na TV Ig e tem sua empresa, a MHS Marketing & Sales Consulting, onde atua como Escritor, Palestrante, Mentor e gerador de Projetos de Crescimento.

Site: www.marcosscaldelai.com.br

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Viagens corporativas devem crescer em 2022

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*Por Leonardo Bastos 

O Brasil foi um dos países que mais sofreram com a pandemia. Para se ter uma ideia, o índice do IPCA, medido em outubro pelo IBGE, ficou em 1,20% – o pior resultado desde 1995. Com este cenário, os economistas estão prevendo que 2022 será um ano de recessão, ou seja, retração do mercado, e consequentemente isso fará com que as empresas fiquem mais “travadas”, focadas em retenção de custos.

Mesmo com essa previsão para o ano que vem, quase metade dos viajantes corporativos esperam voltar a viajar muito em breve. Desde o início da pandemia de Covid-19, o segmento de viagens corporativas apresentou retração à medida que os eventos foram cancelados e as empresas iniciaram um plano de trabalho home office, e utilização de soluções digitais para realização de reuniões de negócios. Passada a fase mais crítica, o setor apresenta recuperação. Uma pesquisa do Kayak mostra que as viagens corporativas retornarão até o fim deste ano para 23,9% dos entrevistados, enquanto 22,1% acreditam que isso acontecerá no início de 2022. Ao todo, mil brasileiros foram ouvidos durante o estudo.

E pensando nesse momento da economia brasileira, junto com a necessidade das empresas pensarem em viagens corporativas, nada mais correto do que pensar em uma política de viagens. Por permitir criar regras e diretrizes bem estabelecidas em relação a compras de serviços de viagens, é uma ótima estratégia de economia e melhoria de processo. Através dela a empresa conseguirá definir o teto de gasto com diárias de hotéis, ou por exemplo, a antecedência de compra de uma passagem aérea. Grande parte dos custos de viagens estão associados à antecedência de compra e a políticas não controladas, além de ter uma política bem desenhada, é importante ter sistemas que dê aderência a mesma.

Alguns tópicos que devem conter em uma política de viagens são: objetivo da política, quem se destina a política, papéis e responsabilidades, tipos de viagens, canais de compras autorizados, regras de aéreo, regras de hospedagem, regras para locação de veículos, regras para reembolso de despesas de viagens, adiantamentos, prestação de contas e fluxo de aprovação.

Como implementar a política de viagens?

Há algumas estratégias que são utilizadas para facilitar a implementação e aderência a política. Entre elas estão:

  • Alinhar com o RH e implementar um processo para highlight dos principais tópicos da política no onboarding dos funcionários;
  • Implementar um processo regular de comunicação de boas práticas – uma agência pode ajudar os clientes enviando SMS e E-mail para os colaboradores, com os principais pontos da política;
  • Flyer no café ou TV Corporativa;
  • Lista de distribuição no whatsapp;
  • Além disso, ter um sistema de viagens que permita a gestão da política criando alertas ou até mesmo bloqueando caso seja uma política mais restritiva, é 70% do caminho.

A principal vantagem da política é sem dúvidas a economia e a melhoria de processo. Já tivemos um case de economia de 18% só com a implantação de uma política de viagens. Além disso, o fato de você deixar claro para o colaborador desde o princípio o que pode, e o que não pode dentro da política, isso diminui o atrito em um caso, por exemplo, de prestação de contas, onde o colaborador gastou R$ 50,00 para o café, e o permitido era R$ 30,00.  Dificilmente o colaborador irá lembrar de todos os itens da política, por esse motivo para que tenha o benefício da relação empresa e colaborador, é necessário um sistema que faça esse gerenciamento.

Portanto, já é possível entender como a política de viagens corporativas bem aplicada nas empresas, pode ajudar na redução de custo de uma corporação. Além disso, é preciso contar com a ajuda de uma agência que revise constantemente: os acordos comerciais com as companhias aéreas e locadoras de veículos, reestruturação de hotéis e negociação de tarifas, revisão da política de viagens, análise histórica de compra, entender quanto que a empresa deixou de economizar e porquê. Fazendo esses passos, a empresa terá um desdobramento de vários planos de ações que serão realizados em conjunto, tenho certeza, trará economia imediata.

*Leonardo Bastos, é CEO na Kennedy Viagens Corporativas

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Marketing de Experiência é relevante e memorável

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*Por Jorge Nahas

Marketing de Experiência não é uma tendência, mas sim um imperativo para o  século XXI. Na era da tecnologia, da modernidade líquida, precisamos criar momentos concretos, reais,  que se passem longe de uma tela e façam os corações baterem mais rápido. Dentre os preceitos, estão: promover marcas por meio de sensações e de relacionamento; fazer com que elas participem da vida do consumidor de forma integrada, interessante e emocionante; criar novos hábitos de consumo; investir onde seu público-alvo gasta seu tempo de lazer; proporcionar experiências emocionantes e divertidas ligadas ao DNA da empresa, produto ou serviço e permitir que as pessoas expressem seus valores através do consumo. Essa prática vem marcando presença com força no mercado corporativo, mostrando-se um elemento altamente eficaz para demonstrar reconhecimento pelos colaboradores ou fortalecer relacionamentos com clientes. Muito melhor do que presenteá-los com artigos comuns, que podem ser encontrados em qualquer loja, é oferecer-lhes uma experiência única, customizada conforme seus interesses.

A missão é quebrar a rotina e proporcionar momentos diferenciados como: sentir novas sensações, tocar os céus em um maravilhoso voo de balão, mergulhar em uma praia paradisíaca, explorar a natureza, desafiar a velocidade, ou simplesmente passar um  dia em um dos spas mais luxuosos do país.

A CLT hoje abre um cenário bastante favorável ao Marketing de Experiências, pois permite que empresas premiem livremente seus colaboradores sem incidência de reflexos trabalhistas, da contribuição previdenciária e do FGTS, o que traz impactos bastante positivos. O maior deles é a transformação cultural das empresas, que podem investir mais em incentivos, premiações e bonificações, como as experiências.

Isso favorece o estabelecimento de um sistema meritocrático mais justo e favorável, pois a premiação será paga caso o funcionário entregue resultados e cumpra as metas estabelecidas. Assim, há uma relação ganha-ganha, em que ambos os lados, empresas e colaboradores, se esforçam mais para surpreender e sair da zona de conforto.

Lembramos que uma boa experiência se torna um momento inesquecível e pode transformar a vida. Um produto, não. Quando um colaborador é presenteado com uma viagem de curta duração, por exemplo, tem a chance de sair da rotina, conhecer um lugar novo, experimentar novos sabores.

 Associando sua marca a momentos de prazer, alegria e renovação, a empresa consegue transmitir seus valores e engajar ainda mais seus colaboradores, que contam com uma razão adicional para realizar um bom trabalho, ou até mesmo encantar sua base de clientes, alimentando um relacionamento próximo e duradouro. Isso gera um valor imensurável, infinitamente maior do que o investido para proporcionar a vivência em questão. Por isso, afirmo sem pestanejar: O Marketing de Experiências é a tendência do momento!

*Jorge Nahas é CEO da empresa O Melhor da Vida.

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