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Mais de 50% das empresas brasileiras têm dificuldades em definir estratégias de marketing digital

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Pesquisa realizada pela consultoria Web Estratégica aponta os principais desafios das organizações e as iniciativas mais usadas pelas companhias na internet

A tecnologia segue mudando a relação entre empresas e consumidores, mas grande parte das organizações ainda não entendeu a importância das ações no mundo digital, pois 56,4% das empresas investem apenas de 10% a 20% do orçamento de marketing nos canais digitais. O dado faz parte de uma pesquisa realizada com 1.024 empresas brasileiras, pela Web Estratégica, consultoria de marketing focada em negócios no mundo digital. De acordo com o levantamento, a principal dificuldade enfrentada por mais de 50% das empresas é identificar quais são as melhores estratégias de divulgação para os negócios na internet.

A iniciativa de investir na produção de conteúdo, para melhorar o posicionamento orgânico no Google, foi apontada como a ação que mais gera resultado por 34,2% das empresas. Já a gestão de redes sociais ocupou o segundo lugar nesse ranking, sendo apontada por 23,8% como a estratégia mais eficiente para as organizações. Entre as redes de anúncios, o Facebook Ads levou o crédito pelos melhores resultados em 18% dos negócios e o Google Ads em 16% das empresas.

Investir em marketing digital também é algo novo para a maior parte das empresas, pois 47,6% delas realizam ações dessa natureza há apenas um ano, 20,4% já investem nos canais digitais entre dois a quatro anos, e 13,2% já destinam verba para a divulgação na internet há um período que varia de um a três anos. “Embora as pessoas estejam cada vez mais comprando pela internet, muitas organizações ainda não estão preparadas para essa nova realidade, e têm perdido espaço no mercado”, comenta Rafael Rez, especialista em marketing digital e sócio da Web Estratégica.

A falta de investimentos em marketing digital também impede que as empresas alcancem todo o seu potencial com a divulgação na internet, segundo o levantamento para 57,3% das empresas as ações dessa natureza são responsáveis por 10% a 20% das vendas. Já para 13,1% das companhias esse número sobe, girando entre 20% a 30%. O marketing digital é extrema importância para cerca de 18% das organizações, para as quais representa mais da metade das vendas.

A profissionalização do setor também é uma deficiência de uma parcela significativa das empresas, pois 17,7% delas não têm nenhum profissional interno dedicado à função, porém a maior parte das organizações já enxerga a necessidade desses profissionais, já que 63,9% contam com equipes internas que variam de uma a três pessoas, e as demais possuem acima de três profissionais dedicados in loco ao setor.

As empresas que normalmente contam com equipes enxutas, costumam terceirizar os trabalhos, pois 77,2% preferem contratar fornecedores para criação e gestão de sites, 10,3% utilizam serviços terceirizados para a gestão de redes sociais, e somente 5,9% contratam outras organizações para produzir conteúdo. Para Rafael Rez, as empresas ainda investem muito pouco em marketing digital. “Os resultados da pesquisa mostram que muitos negócios seguem tendências, mas não procuram saber para que serve cada ferramenta”, comenta Rez. Outro ponto abordado na pesquisa, foi a frequência do acompanhamento de métricas, que muitas vezes é deixado de lado pelas empresas e acabou surpreendendo, pois 18% afirmaram fazer um acompanhamento diário.

O principal objetivo do marketing digital para 60,8% das empresas é alavancar as suas vendas e 22,3% apostam na exposição da marca. “Apesar de ser fundamental para as instituições, as empresas ainda sentem dificuldades para entender como usar o marketing digital, pois muitas ainda não possuem um objetivo definido”, comente Rez.

Em relação ao investimento para o próximo ano, 52,9% das empresas pretendem aumentar o valor investido em marketing digital entre 10% e 20%, e somente 27,5% pretendem aumentar o investimento em marketing digital em mais de 30%.

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Digital

Novo sistema de Inteligência Artificial reconhece imagens no PDV e gera economia

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Novas tecnologias vêm ganhando espaço nos pontos de venda, gerando agilidade, economia e conforto para os varejistas. E o uso de Inteligência Artificial é um forte aliado para avaliar o posicionamento e sortimento dos produtos nos PDVs usando redes neurais para reconhecimento de imagens.

A Digi, uma das mais relevantes empresas de marketing de incentivo e relacionamento do país, desenvolveu um sistema que utiliza a tecnologia de redes neurais para efetuar a leitura de milhares de imagens do PDV e gerar indicadores de acordo com os objetivos definidos pelas empresas de alimentos e bebidas, ou de outros setores, que podem estar relacionados a estoque, share, planograma, sortimento e preço. O resultado é devolvido em tempo real para as equipes de venda.

São leituras digitais que analisam variáveis como a exposição dos produtos, ruptura, invasão nas gôndolas, monitoramento da concorrência, sortimento e mix, entre outras, que além da agilidade e eficiência, praticamente zeram as fraudes. A nova tecnologia já está sendo testada por grandes empresas do setor de alimentos e bebidas no Brasil.

Esse produto Digi está sendo apresentado na APAS Show 2022, a maior feira de alimentos e bebidas da América Latina, que nesta 36ª edição, entre os dias 16 e 19 de maio, conta com o novo conceito “Além de Alimentos”.  Com isso, a feira passa a oferecer tudo de mais relevante para o setor, desde alimentos e bebidas, até tecnologia e inovação, passando por logística, finanças, infraestrutura, equipamentos e muito mais.

“Leituras de milhares de fotografias enviadas pelas equipes de merchandising até hoje são interpretadas por recursos humanos, ou seja, pessoas, que passam o dia analisando e classificando o material recebido. Um trabalho gigantesco e demorado, principalmente, para uma grande companhia que possui muitos produtos com distribuição nacional e diversos canais. Fica caro, passível de erro e gera pouco engajamento nas campanhas de incentivo para os times de venda, pois o retorno da avaliação demora”, analisa Marina Morato, diretora de Business Strategy da Digi.

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Hagens anuncia chegada do CPQD e Uniodonto

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A Hagens, casa de gente criativa e focada no desenvolvimento de projetos de transformação digital, inovação e marketing baseados em tecnologia e ciência de dados, anunciou a chegada de dois novos clientes ao portfólio. A agência está em plena expansão e agora passa a contar com as contas do CPQD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), uma das maiores instituições do setor da América Latina, e da Uniodonto, maior rede de atendimento em planos odontológicos do mundo.

Para o CPQD, a Hagens irá atender todas as frentes de comunicação, tanto no B2B e B2C, atuando no site e redes sociais, com foco na performance, trabalhando a imagem da empresa com produção de conteúdo técnico.

Já para a Uniodonto, a Hagens irá fazer uma comunicação integrada, on e off-line, tanto no B2B (para empresas e planos empresariais), como no B2C, para reforçar a tradição da marca. Além disso, também trabalhará com a Dental, loja física de produtos da cooperativa para dentistas, focando no digital.

“Assumir contas de duas marcas de tanta credibilidade é uma responsabilidade que traz consigo um grande desafio. Nossa missão será manter a postura de entregar um trabalho de excelência, pois nossos pilares em tecnologia e em comunicação se completam, oferecendo uma imersão única no mercado. Assim, podemos trabalhar todas as nossas expertises em um nível mais desafiador e relevante, pois CPQD e Uniodonto elevam ainda mais nosso posicionamento neste mercado”, celebra Clauber Scarparo, sócio e cofundador da Hagens.

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