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Líder absoluta em seu mercado há cinco anos, Wewish prepara a internacionalização de seus refrigerantes orgânicos

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Pioneira, a empresa foi responsável em abrir esse mercado no Brasil e, na Apas Show 2019, surpreende mais uma vez apresentando inovações

Desde 2014, quando lançou o primeiro refrigerante orgânico do Brasil e o primeiro refrigerante de guaraná orgânico do mundo, a Wewish se mantém líder isolada nesse segmento no mercado nacional, mesmo após despertar o interesse das gigantes do mercado de bebidas que começaram a investir em produtos na categoria. Na Apas Show 2019, além dos quatro sabores totalmente inovadores, a Wewish anuncia o início de seus investimentos para a internacionalização da marca.

“Desde o lançamento do Wewi no Brasil, fomos consultados por compradores internacionais de muitos países”, conta Anna Carolina Coelho, Diretora Geral e fundadora da Wewish. “Mas decidimos consolidar o Wewi no mercado nacional e conquistamos a liderança neste segmento. Hoje, com produto referência em refrigerantes orgânicos e naturais, abriremos as fronteiras para a internacionalização da marca, pois o Wewi responde às necessidades mundiais de uma vida mais saudável”, explica a executiva.

Wewi é certificado orgânico no Brasil, Estados Unidos, Comunidade Européia e países conveniados. A certificação de um produto orgânico é um processo muito rigoroso,  realizada por auditoria, com a avaliação de todas as fases: solo, cultivo, colheita, industrialização – produção das matérias primas e envase – armazenamento e transporte, garantindo que não haja pesticidas, fertilizantes sintéticos, ingredientes artificiais ou obtidos através de organismos geneticamente modificados, mantendo a melhor forma dos alimentos.

Mercado em transformação

As companhias tradicionais do mercado de refrigerantes têm investido em lançamentos em busca do consumidor cada vez mais informado sobre os benefícios dos produtos naturais e desejosos de produtos saudáveis. Mas é um grande desafio para essas empresas que não têm a naturalidade em seu DNA desenvolver produtos e conquistar este público.

 “Nós adotamos um processo fabril diferenciado dos métodos convencionais, que possibilitou fazermos um refrigerante livre de sódio, de conservantes, de corantes artificiais e aromas sintéticos, sem abrirmos mão do sabor e da refrescância característicos dos refrigerantes” afirma Eduardo Corrêa, Diretor Industrial e fundador da Wewish.

“Nos encontramos na Wewish, para criar e trabalhar com produtos inovadores e saudáveis, fazendo o bem para as pessoas e para o planeta, incentivando bons hábitos alimentares e ambientais. Wewi é a junção de mundos que pareciam distantes e proporciona aos consumidores outras possibilidades. Quebramos paradigmas e inauguramos um novo tempo para os refrigerantes, contribuindo significativamente para a evolução do segmento” conta Anna Carolina Coelho.

A queda de participação mercadológica dos refrigerantes convencionais, ano após ano, aponta a mudança de hábito de consumo nesse segmento. Quem de nós não conhece alguém que diminuiu o consumo de refrigerantes convencionais ou que já não dá refrigerantes para os seus filhos e que sente culpa quando toma um pouco que seja? Wewi transformou esta realidade e se fez líder dos refrigerantes orgânicos e naturais, congregando apreciadores de todas as idades, fiéis à marca e ao conceito.

Wewish, cujo nome significa “nós desejamos” (em inglês), remete à vontade de mudar o mundo, mesmo que aos poucos, com um sorriso de cada vez.

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Free Free e Dzarm lançam collab inspirada no Outubro Rosa

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Free Free, plataforma e Instituto que trabalham pela liberdade física, emocional e financeira de mulheres, através de iniciativas que aceleram a equidade de gênero, a inclusão e a transformação social, lança uma collab em parceria com a marca Dzarm. Com o lema “A Nossa Liberdade é Pink”, as peças são inspiradas no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, e apresentam estampas divertidas e mensagens cheias de significado, que podem ser usadas em diferentes ocasiões.

O projeto é uma iniciativa do Free Free Fashion, que trabalha a moda como ferramenta de cura e libertação. Com calças, vestidos e blusas, todos na cor rosa, a coleção busca trazer força e inspiração, celebrando o poder das mulheres e ressignificando o pink. “Nós acreditamos que a moda tem um grande poder de suporte, recuperação e resgate na vida das mulheres. O rosa não é uma cor frágil. Ele traz força, alegria e bom humor. Vesti-lo nesse momento que está todo mundo cansado e de luto significa ter coragem. O pink é superpower!”, afirma Yasmine McDougall Sterea, CEO e fundadora do Free Free.

Para combater o medo, a desinformação e a falta de acesso a consultas e exames, a DZARM e o Free Free estão doando 100 consultas médicas para o Horas da Vida, instituição sem fins lucrativos que atua promovendo a inclusão e o acesso gratuito à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta também com o apoio do laboratório Femme, que realizará doações de mamografias, reforçando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer de mama. Além de parte das vendas serem revertidas para os cursos e projetos de impacto do Free Free.

Entre as participantes do projeto estão Yasmine Sterea, Stella Yeshua, Leticia Nascimento, Rosa Saito, Stella Yeshua, Mônica Alcântara e Ana Arietti. Através da moda, todas elas transformaram suas vidas e formas de se expressar e de lidar com o corpo.

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Plataforma de conexão Portland usa o Intercâmbio Criativo Brasileiro como ferramenta de inovação

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A diversidade cultural representa o conjunto de costumes e tradições, que vão desenhando os comportamentos e valores em diferentes regiões. Uma porta se abriu durante a pandemia e veio para ficar, é um caminho sem volta em que os “hubs” estão na nuvem, o home office permite que diferentes culturas se conectem e, consequentemente, tragam novas perspectivas, visões e criatividade para os projetos.

E, falando de Brasil, por conta do seu extenso tamanho territorial, e sua diversidade abundante, notamos o quão grande é o seu potencial de troca de experiências e conhecimento.

Uma empresa é formada por seus funcionários em que, cada um deles, possui uma identidade cultural, uma história de vida. Logo, cada empresa é reflexo de quem a compõe. E, pensando assim, é importante que nesse “microambiente” sejam levadas em conta essas diferenças, para ser uma troca saudável e receptiva.

Exemplo desse intercâmbio de visões diferentes é a Portland, uma plataforma de conexão de diferentes realidades que atua para a reconstrução de um mercado mais humano e um mundo mais criativo.  Na 5ª temporada em 2021, expandiu sua rede em formato Webinar para além da diversidade étnica e social, considerando outros recortes demográficos que potencializaram a pluralidade das conexões.

A agência abriu seu processo seletivo à distância quebrando as barreiras do espaço físico, possibilitou a conexão com pessoas que, apesar de estarem longe, estão na mesma sintonia que a empresa. O resultado foi a inscrição de mais de 800 candidatos de todo o Brasil, que tiveram a oportunidade de mostrar o seu lado mais criativo para vagas conectadas pela Portland.

Com candidatos Portlanders mais diversos, os resultados elevaram: “Conseguimos ampliar as nossas visões para outros horizontes que possibilitaram a construção de projetos ainda mais humanos e, consequentemente, criativos. Foi possível integrar pessoas de diferentes lugares do Brasil trazendo as pessoas como protagonistas e representantes de diferentes recortes da diversidade, o que tem deixado nossos processos mais ricos e os resultados mais genuínos”, diz Bruno Höera, fundador da agência.

A mudança radical de comportamento no trabalho, de uma maneira geral, possibilitou ainda mais esse intercâmbio. A pandemia trouxe um protagonismo das áreas de RH das empresas e das agências que surgiu por conta da urgência das empresas precisarem entender as realidades de cada um de seus funcionários, identificando as suas necessidades particulares para um home office suficientemente estruturado e uma equipe mais acolhedora e empática.

Para a Portland, a diversidade é uma ferramenta de inovação e esse é um dos fatores que fazem do Brasil um país tão criativo. A pluralidade de pessoas em uma empresa permite um ambiente melhor de trabalho, mesmo que virtual, aumentando a produtividade e a rentabilidade das corporações. É uma conta simples, mas que apenas ficou óbvia quando o discurso ficou batido o suficiente para ser transformado em ações. E, muitas dessas ações validaram na prática o que estava difícil da teoria explicar.

A próxima temporada de recrutamento da Portland tem previsão de acontecer no verão – porque o sol é para todes. A ideia é ir mais além e trazer outra visão de diversidade. Em sua 6ª temporada, a diversidade etária não só será uma das pautas, mas também uma prática. “Na questão geracional, sabemos que atualmente há duas grandes lacunas na inclusão de pessoas: jovens que não têm experiência e não conseguem entrar no mercado; e ainda as que têm muitos anos de praia, mas não conseguem uma recolocação, principalmente por conta do preconceito em relação à atualização e uso de ferramentas e tecnologias – o que obviamente é um grande mito. A maturidade coloca os nossos processos e projetos em um outro patamar de entrega”, reflete Höera.

Se olharmos por outro lado, realmente existe um mercado inteiro a ser explorado. Enquanto muitas marcas focam suas comunicações na juventude, o Brasil vai aumentando a faixa etária da média da sua população. É, a partir daí, que a economia prateada vai ganhando espaço e relevância. Um grupo multicultural – seja de ideias, vivências ou idade – é de extrema importância, pois resulta em um ambiente mais agradável e dinâmico.

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