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Kibon derrete barreiras e apresenta novas embalagens de sorvete com transcrição em braille

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Inclusão, sustentabilidade e nova formulação para um sorvete ainda mais cremoso são as novidades da marca

Kibon, marca líder no mercado de sorvetes há mais de 70 anos, em parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos, organização sem fins lucrativos que se dedica à inclusão social de pessoas com deficiência visual, anuncia novas embalagens dos sorvetes Cremosíssimos, que passam a ter os sabores e marca identificados também em braille, sistema de leitura e escrita para pessoas com deficiência visual.

“Essa é uma iniciativa inédita tanto para a Kibon quanto para a Unilever no Brasil. Queremos aprender mais sobre a luta das pessoas com deficiência visual, contribuir para que a rotina delas seja mais acessível e fomentar a inclusão social, além de entender como podemos colaborar com a visibilidade desse tema tão importante”, destaca Ernesto Viramontes, diretor de marketing de Kibon.

A união da marca com uma das maiores e mais respeitadas fundações para pessoas com deficiência visual que, há mais de 70 anos, se dedica em facilitar a inclusão de crianças, jovens e adultos cegos ou com baixa visão, por meio de produtos e serviços especializados está apenas no início, Kibon prevê implementar a transcrição em braille nos demais produtos do portfólio no futuro. “Essa é uma questão fundamental, mais de seis milhões de brasileiros tem algum tipo de deficiência visual e precisam ter mais autonomia no dia a dia. Queremos replicar essa parceria com a Fundação Dorina e inserir a transcrição em braille nas embalagens de todo portfólio de sorvetes Kibon”, explica o executivo.

Com foco nas questões ligadas à sustentabilidade, as embalagens de potes da linha Cremosíssimo, que já são elaboradas com matéria prima 100% reciclável e reutilizável, também serão mais leves e terão a largura da luva mais estreita, resultando em 15% menos plástico e 15% menos papel, se comparado com a versão anterior.

Essa mudança tem um impacto significativo no meio ambiente! Em 1 ano a Kibon vai poupar cerca de 10 milhões de toneladas de garrafas PETs que, se enfileiradas, cobririam 2,8 mil quilômetros (equivalente a uma viagem de São Paulo até Fortaleza). Já com a redução do papel nas embalagens, a Kibon evitará em 1 ano, o uso de 343 toneladas desse material, que corresponde ao peso de 1 milhão de cadernos de 96 folhas (que, se enfileirados, dariam 37 voltas no Autódromo de Interlagos).

Outra novidade para os consumidores é a mudança na formulação dos sorvetes da linha. Após um processo de desenvolvimento que teve duração de 5 anos chega ao mercado o Cremosíssimo, com nova receita ainda mais cremosa. A linha de produtos que conta com nove sabores, – Napolitano, Flocos, Creme, Tentação, Passas Ao Rum, Chicabon, 4X1 Napolitano, 4X1 Chocoleite e Napolitano Especial -, está disponível para venda em todo território nacional a partir desse mês.

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Free Free e Dzarm lançam collab inspirada no Outubro Rosa

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Free Free, plataforma e Instituto que trabalham pela liberdade física, emocional e financeira de mulheres, através de iniciativas que aceleram a equidade de gênero, a inclusão e a transformação social, lança uma collab em parceria com a marca Dzarm. Com o lema “A Nossa Liberdade é Pink”, as peças são inspiradas no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, e apresentam estampas divertidas e mensagens cheias de significado, que podem ser usadas em diferentes ocasiões.

O projeto é uma iniciativa do Free Free Fashion, que trabalha a moda como ferramenta de cura e libertação. Com calças, vestidos e blusas, todos na cor rosa, a coleção busca trazer força e inspiração, celebrando o poder das mulheres e ressignificando o pink. “Nós acreditamos que a moda tem um grande poder de suporte, recuperação e resgate na vida das mulheres. O rosa não é uma cor frágil. Ele traz força, alegria e bom humor. Vesti-lo nesse momento que está todo mundo cansado e de luto significa ter coragem. O pink é superpower!”, afirma Yasmine McDougall Sterea, CEO e fundadora do Free Free.

Para combater o medo, a desinformação e a falta de acesso a consultas e exames, a DZARM e o Free Free estão doando 100 consultas médicas para o Horas da Vida, instituição sem fins lucrativos que atua promovendo a inclusão e o acesso gratuito à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta também com o apoio do laboratório Femme, que realizará doações de mamografias, reforçando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer de mama. Além de parte das vendas serem revertidas para os cursos e projetos de impacto do Free Free.

Entre as participantes do projeto estão Yasmine Sterea, Stella Yeshua, Leticia Nascimento, Rosa Saito, Stella Yeshua, Mônica Alcântara e Ana Arietti. Através da moda, todas elas transformaram suas vidas e formas de se expressar e de lidar com o corpo.

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Plataforma de conexão Portland usa o Intercâmbio Criativo Brasileiro como ferramenta de inovação

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A diversidade cultural representa o conjunto de costumes e tradições, que vão desenhando os comportamentos e valores em diferentes regiões. Uma porta se abriu durante a pandemia e veio para ficar, é um caminho sem volta em que os “hubs” estão na nuvem, o home office permite que diferentes culturas se conectem e, consequentemente, tragam novas perspectivas, visões e criatividade para os projetos.

E, falando de Brasil, por conta do seu extenso tamanho territorial, e sua diversidade abundante, notamos o quão grande é o seu potencial de troca de experiências e conhecimento.

Uma empresa é formada por seus funcionários em que, cada um deles, possui uma identidade cultural, uma história de vida. Logo, cada empresa é reflexo de quem a compõe. E, pensando assim, é importante que nesse “microambiente” sejam levadas em conta essas diferenças, para ser uma troca saudável e receptiva.

Exemplo desse intercâmbio de visões diferentes é a Portland, uma plataforma de conexão de diferentes realidades que atua para a reconstrução de um mercado mais humano e um mundo mais criativo.  Na 5ª temporada em 2021, expandiu sua rede em formato Webinar para além da diversidade étnica e social, considerando outros recortes demográficos que potencializaram a pluralidade das conexões.

A agência abriu seu processo seletivo à distância quebrando as barreiras do espaço físico, possibilitou a conexão com pessoas que, apesar de estarem longe, estão na mesma sintonia que a empresa. O resultado foi a inscrição de mais de 800 candidatos de todo o Brasil, que tiveram a oportunidade de mostrar o seu lado mais criativo para vagas conectadas pela Portland.

Com candidatos Portlanders mais diversos, os resultados elevaram: “Conseguimos ampliar as nossas visões para outros horizontes que possibilitaram a construção de projetos ainda mais humanos e, consequentemente, criativos. Foi possível integrar pessoas de diferentes lugares do Brasil trazendo as pessoas como protagonistas e representantes de diferentes recortes da diversidade, o que tem deixado nossos processos mais ricos e os resultados mais genuínos”, diz Bruno Höera, fundador da agência.

A mudança radical de comportamento no trabalho, de uma maneira geral, possibilitou ainda mais esse intercâmbio. A pandemia trouxe um protagonismo das áreas de RH das empresas e das agências que surgiu por conta da urgência das empresas precisarem entender as realidades de cada um de seus funcionários, identificando as suas necessidades particulares para um home office suficientemente estruturado e uma equipe mais acolhedora e empática.

Para a Portland, a diversidade é uma ferramenta de inovação e esse é um dos fatores que fazem do Brasil um país tão criativo. A pluralidade de pessoas em uma empresa permite um ambiente melhor de trabalho, mesmo que virtual, aumentando a produtividade e a rentabilidade das corporações. É uma conta simples, mas que apenas ficou óbvia quando o discurso ficou batido o suficiente para ser transformado em ações. E, muitas dessas ações validaram na prática o que estava difícil da teoria explicar.

A próxima temporada de recrutamento da Portland tem previsão de acontecer no verão – porque o sol é para todes. A ideia é ir mais além e trazer outra visão de diversidade. Em sua 6ª temporada, a diversidade etária não só será uma das pautas, mas também uma prática. “Na questão geracional, sabemos que atualmente há duas grandes lacunas na inclusão de pessoas: jovens que não têm experiência e não conseguem entrar no mercado; e ainda as que têm muitos anos de praia, mas não conseguem uma recolocação, principalmente por conta do preconceito em relação à atualização e uso de ferramentas e tecnologias – o que obviamente é um grande mito. A maturidade coloca os nossos processos e projetos em um outro patamar de entrega”, reflete Höera.

Se olharmos por outro lado, realmente existe um mercado inteiro a ser explorado. Enquanto muitas marcas focam suas comunicações na juventude, o Brasil vai aumentando a faixa etária da média da sua população. É, a partir daí, que a economia prateada vai ganhando espaço e relevância. Um grupo multicultural – seja de ideias, vivências ou idade – é de extrema importância, pois resulta em um ambiente mais agradável e dinâmico.

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