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Guilherme Pessoa: Entenda a importância da gestão de risco para sua empresa

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Antes de falarmos exatamente sobre a importância da gestão de risco para uma empresa (tema central desse artigo), é preciso entender quais são, exatamente, esses riscos e como eles podem impactar a saúde de uma companhia.

Podemos classificar como risco tudo aquilo que possa, de alguma forma, comprometer a organização, seja no âmbito financeiro, operacional ou até mesmo sobre sua imagem e reputação no mercado. É interessante observarmos que, com o advento de crises políticas e econômicas, fraudes e denúncias nos últimos anos no Brasil, é crescente o número de empresas que passaram a receber denúncias sobre processos suspeitos.

Segundo um artigo publicado pela Exame.com, após a criação da Lei Anticorrupção, as companhias passaram a receber 45% mais denúncias. Isso mostra o quanto gestores e até mesmo colaboradores estão interessados que manter a lisura de seus processos internos.

Podemos, portanto, dizer que nesse âmbito a gestão de riscos tem por premissa desenvolver ações e atividades que tenham como objetivo primeiro a ampliação organizacional e redução de ameaças que possam, eventualmente, prejudicar uma empresa.

Para entendermos melhor, iremos dividir os “causadores de problemas” em dois grupos: pessoas e processos. Na área de conciliação, que é nossa expertise, são incontáveis as situações em que nos deparamos com processos arcaicos, planilhas complexas e números que, claro, no final nunca batem. Estes acabam deixados de lado de forma incorreta ou são alvo de manipulações para que os resultados batam. Por outro lado, como todos esses processos ainda são manuais, o risco de falha humana também é grande, podendo gerar relatórios errados que podem afetar a tomada de decisão de gestores, resultando em multas ou até mesmo o fechamento de empresas.

Daí a importância das empresas saírem de uma vez por todas da “era das cavernas” e buscarem a aplicação de soluções de automação de processos e gestão de dados nas áreas de contabilidade e finanças, por exemplo. Em tempos de auditorias e preocupações com compliance cada vez mais presentes, fazer uso da tecnologia e inovações para mitigar erros me parece o melhor caminho a seguir.

Quer provas de que a automação pode ser sua aliada na gestão de riscos? Listo algumas: economia de até 75% com gastos sobre reconciliações; padronização nos processos de fechamento contábeis (evitando erros humanos); controle informacional e aproveitamento dos dados do negócio (dados são a moeda de maior valor no mercado atual); e, por fim, ganhos em escalabilidade e otimização do desempenho empresarial como um todo.

Sua empresa está pronta para a era do Compliance?! Pense nisso.

Guilherme Pessoa é CEO na Dattos, regtech especializada em integração de dados, gestão e automação de processos de conciliação (contábil, fiscal, bancária, ativos e de dados). Por meio de uma plataforma simples e intuitiva, Dattos possibilita às empresas de diversos setores realizar operações complexas com alto volume de informações em apenas poucos minutos, de forma padronizada, simples e gerenciável.

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Tecnologias imersivas: a oportunidade de expandir o alcance da sua marca

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*Laura de Arteaga

As ferramentas e transformações digitais abrem cada vez mais oportunidades para alcançarmos públicos diversos. Ano após ano, esta nova era digital nos apresenta gadgets e plataformas para melhorar, otimizar e tornar a abordagem dos usuários mais intuitiva, incluindo realidades virtuais onde podemos não apenas conviver com pessoas de diferentes lugares, mas também comprar, vender, aprender e nos entreter.
Desde a sua criação, as chamadas tecnologias imersivas, como a realidade virtual e a realidade aumentada, foram criadas com o objetivo de oferecer ambientes virtuais com aplicativos e soluções para ajudar as pessoas a aprender, comunicar-se e colaborar de forma mais eficaz, principalmente em indústrias e escolas.
Cada vez mais pessoas terão ao seu alcance a oportunidade de interagir com este tipo de tecnologia, possibilitando a realização de testes em novas máquinas ou programas de treinamento que ajudam as empresas a reduzir a curva de aprendizado. Por exemplo, para que estudantes de medicina possam “participar” de uma cirurgia remotamente, ou até mesmo facilitando novas formas de aplicar terapias especiais a pessoas com problemas de saúde mental.
No entretenimento, basta lembrar o “boom” gerado pelo jogo Pokemon Go que, desde seu lançamento, em 2016, acumulou milhões de usuários de todas as idades. Assim como dezenas de produtoras cinematográficas que aproveitaram esse formato para levar suas histórias para fora da tela do cinema ou de forma interativa, antes de uma estreia.
No campo da comunicação, uma amostra básica dessas tecnologias são os filtros que utilizamos em muitas redes sociais e que já são utilizados por diversas marcas para posicionar produtos entre seus seguidores. Como podemos ver, a tecnologia, acompanhada de uma boa estratégia criativa, permite construir ambientes que nos aproximam e nos conectam com as pessoas: realidade aumentada e realidade virtual – que antecedem o metaverso – são elementos que podem ajudar a aumentar o engajamento e a expandir o impacto da sua marca.
Conecte-se com seu público em ambientes digitais De acordo com o Statista, até o fim de 2022 haverá cerca de 1,1 bilhão de usuários de realidade aumentada em dispositivos móveis em todo o mundo. Em 2024, esse número atingirá 1,7 bilhão de usuários de dispositivos móveis globalmente (um aumento de 1,5 bilhão em relação aos 200 milhões vistos em 2015), o que significa que cada vez mais pessoas terão ao seu alcance a oportunidade de interagir com este tipo de realidades imersivas, facilitando novas formas de apresentar produtos e campanhas que surpreendem e despertam os sentidos do público.
É importante criar experiências únicas que se conectem com os clientes da maneira mais profunda, emocional e significativa para suas vidas, e hoje, as tecnologias imersivas nos ajudam a atingir esse objetivo.

Laura de Arteaga – Ccountry leader do Brasil na another.

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A importância de gerenciar de pessoas em campanhas de incentivo no varejo

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O economista norte-americano Gregory Mankiw criou o conceito de dez princípios básicos para entendermos a economia. O quarto item da lista cita que as pessoas respondem e reagem por meio de incentivos. Diante dessa ideia, é possível dizer que o mercado busca a todo momento influenciar todos os profissionais da cadeia de vendas através desses estímulos. Para cada indivíduo existe um tipo de incentivo: para o executivo a PLR, para o consumidor a promoção, para o vendedor o prêmio. Este último se materializa nas conhecidas campanhas de incentivo de vendas, que visam aumentar o engajamento dos vendedores e reconhecer, por meio de prêmios, quem obteve os melhores resultados em um determinado período.

Estratégia bastante recorrente no comércio, as campanhas de incentivo realmente possuem um altíssimo poder de êxito no incentivo dos colaboradores. Estimativas recentes mostram que uma ação feita de forma assertiva e planejada é capaz de aumentar em até 35% o número de vendas de produtos incluídos nessas ativações.

Apesar desse grande benefício, muitos gestores ainda agem em uma linha contraditória ao conceito de premiar as pessoas, se preocupando apenas com a gestão de resultados da empresa ou dos seus parceiros varejistas. Por exemplo, o gerente de vendas da indústria acompanha o resultado dos seus clientes varejistas, o coordenador do varejo metrifica o desempenho das lojas e, assim, sucessivamente. Nisso, os vendedores, que são a ponta da cadeia, acabam ficando de lado – mas são justamente eles que reagem às ativações de incentivo.

Esse tipo de ação, focada apenas na gestão do CNPJ, se mostra um erro crasso. Peguemos como exemplo o Princípio de Pareto. Criado pelo economista italiano homônimo, a tese explica que aproximadamente 80% dos efeitos acontecem em decorrência de 20% das causas. Sabendo disso, é comum os gerentes priorizarem o acompanhamento dos resultados dos canais varejistas, que representam a parcela de 20%. Porém, raros são os gestores que enxergam que este princípio pode ser aplicável dentro de cada CNPJ, pois os vendedores que atuam nestes PDVs (Pontos de Vendas), acabam sendo responsáveis por 80% do resultado.

Unindo os princípios de Mankiw e de Pareto, concluímos que, para maximizar o resultado de vendas é necessário usar incentivos para mover aqueles 20% de vendedores que entregam 80% do resultado.

Erro e solução

O principal erro por trás de campanhas que premiam de acordo com o resultado das empresas é que ela acaba excluindo o verdadeiro responsável pelas vendas: o próprio vendedor. Uma campanha de incentivo estruturada de forma correta coloca metas individuais para os vendedores. Dessa forma, a empresa terá certeza que estará premiando alguém que fez por merecer, e não gastando recursos com funcionários que pouco contribuíram na busca pelo resultado.

Ou seja, é preciso gerenciar os números em uma camada mais baixa de dados, deixar de acompanhar o resultado geral das empresas como um todo e passar a monitorar a pessoa física. Incentivar o engajamento e a produtividade dos vendedores com premiações ao alcance do indivíduo interferem positivamente nos resultados e, inclusive, isso se tornou um princípio da economia. Não é à toa, que Charlie Munger, sócio de Warren Buffet, disse “me mostre o incentivo que te mostrarei o resultado”.

A verdade é que as campanhas de incentivo são uma ferramenta poderosa para que as empresas consigam manter os vendedores com o interesse e o estímulo necessários para atuar em alta performance. No entanto, os players precisam entender que este é um processo que não depende apenas da boa vontade dos vendedores, exigindo uma estruturação e um planejamento adequado para realmente funcionar. Certamente, as marcas que incentivam os seus colaboradores de forma assertiva e geram a competitividade ideal para buscarem o melhor desempenho possível estão um passo à frente de grande parte do mercado.

*Jansen Moreira – CEO e fundador da Incentive.me

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