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Faber-Castell indica os produtos para entrar na folia com adereços criativos

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Para quem quer aproveitar a folia com adereços feitos à mão, a Faber-Castell indica os produtos Pintura Facial Cara Pintada e Cola com Brilho para esbanjar a criatividade.

Cara Pintada foi desenvolvida para uso exclusivo no corpo e no rosto. É só usar a imaginação para criar pinturas coloridas e divertidas para curtir o Carnaval, por exemplo, ou deixar as brincadeiras entre a criançada ainda mais divertidas. São duas cores diferentes em um mesmo lápis. São mais alternativas de tons para colorir desenhos e realizar traços divertidos. O produto está disponível em uma cartela com três EcoLápis Jumbo = 6 cores + 1 apontador cosmético e é recomendado para crianças a partir dos 4 anos de idade.

Perfeita para decorar e fazer acabamentos especiais, A Cola Com Brilho Faber-Castell é de fácil aplicação e está disponível em cinco cores exclusivas com glitter. Com formulação atóxica, pode ser usada, por exemplo, em máscaras de papel e de plástico, garantindo muita diversão.

A dica é abusar da criatividade na criação de máscaras e outros adereços com os produtos Faber-Castell!

 

Canetinha Vai e Vem: ponta que não afunda para colorir muito no Volta às Aulas 2017

A Canetinha Vai e Vem, da Faber-Castell, oferece benefícios funcionais e ergonômicos às crianças e é uma ótima pedida para o Volta às Aulas 2017. O produto é tão revolucionário que agrada a “crianças de todas as idades”, sendo também uma boa opção para os apaixonados por técnicas de DIY (do it yourself).

A tecnologia exclusiva da Faber-Castell, desenvolvida após diversos estudos com pais, crianças e professores, protege a ponta da canetinha contra impactos e aumenta sua durabilidade, sendo, assim indicada para quem está aprendendo a colorir e ainda não tem noção da força que se deve exercer, deixando a criança à vontade enquanto solta a imaginação. O produto atende também a todos os apaixonados por desenhos, pois proporciona suavidade, conforto e maior controle durante o manuseio.

Foram três anos de estudos para se chegar ao formato atual da canetinha. As pesquisas demonstraram que as crianças não têm controle da pressão que poderiam colocar na canetinha enquanto colorem. Como consequência, o produto se desgasta rapidamente e elas se sentem frustradas por não conseguirem chegar ao resultado esperado. Por isso, a Faber-Castell desenvolveu uma tecnologia com sistema de amortecimento que impede que a ponta estrague, protegendo-a contra impactos e garantindo maior durabilidade. Mesmo no caso de grande pressão na ponta, ela irá desaparecer momentaneamente para dentro do corpo da canetinha, porém voltará à posição inicial corretamente e sem danos.

“Sabemos que criar é um exercício constante e desenvolvemos a Canetinha Vai e Vem para que as crianças possam desenhar e colorir livremente, estimulando a criatividade sem limitações. Nossa tecnologia e design únicos já trouxeram diversos prêmios para o produto no Brasil e no exterior”, conta Eduardo Ruschel, Diretor de Marketing e Inovação da Faber-Castell.

Outro destaque é que a canetinha é atóxica e antiasfixiante, proporcionando mais segurança para os pequenos, além de ter tinta lavável na maioria dos tecidos, o que evita manchas no uniforme. A Faber-Castell também atendeu a outra preocupação dos pais ao desenvolver o produto: a identificação do material. As canetinhas têm um espaço especial para colocar os nomes dos pequenos, ajudando a evitar perdas ou trocas com os coleguinhas.

Uso e vers̵es РAs Canetinhas Vai e Vem podem ser usadas de diferentes formas, seja para colorir, desenvolver t̩cnicas de pontilhismo, hachuras, entre muitas outras possibilidades, sempre colaborando para o desenvolvimento criativo. A Faber-Castell oferece as seguintes vers̵es do produto: estojos com 6, 12 e 24 cores.

 

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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