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Estudo revela tendências e insights para o marketing de eventos

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Quase metade dos entrevistados frequenta eventos de 5 a 10 vezes por ano, incluindo festivais, shows, cinema, festas, exposições e teatros

A Eventbrite, plataforma líder global em tecnologia para eventos que ajuda a potencializar mais de 2 milhões de eventos ao redor do mundo todos os anos, realizou um estudo recente sobre tendências e insights de marketing para eventos. Entre muitos resultados convincentes e interessantes, a pesquisa que contou com 1485 respondentes, descobriu que 94% dos organizadores de eventos usam as redes sociais para melhorar o marketing de suas festas, feiras, espetáculos e cerimônias. O apoio da assessoria de imprensa para divulgação aparece em segundo lugar (45%), seguida por e-mail marketing (42%).

Aprimorar o marketing de seus eventos é uma constante preocupação de quem lida com organização de eventos, bem como aumentar e consolidar sua presença nas redes sociais. A maioria dos organizadores que participaram da pesquisa é produtor autônomo, que busca espaço para montar peças teatrais, performances, danças, exposições, festas, shows, exibições de filmes/curtas e workshops. 

Outra conclusão do estudo é que 80% dos organizadores acreditam que plataformas de gerenciamento online ajudam a promover o evento. O principal motivo é oferecer mais opções de pagamento ao cliente, como parcelamento, apontado por 83% dos entrevistados. A garantia de mais participantes no evento e as facilidades para gerenciamento também estão entre as razões elencadas pelos organizadores como motivadores para a venda de ingressos online, mencionadas por 55% e 53%, respectivamente. 

Quanto aos participantes de eventos, 92% declaram confiar nas plataformas de venda de ingressos online e 90% adquirem entradas para eventos de Arte&Entretenimento na internet. Os principais motivos alegados são a praticidade oferecida pela integração com as redes sociais, garantir a presença no evento e evitar grandes filas nas portas no grande dia. 

Ainda que apenas 49% dizem comprar ingressos pelo celular, as tendências apontam para o crescimento das vendas de ingressos e outros produtos por smartphones. Mais de 65% afirmam ter confiança em realizar pagamentos usando dispositivos móveis. A maioria dos participantes leva em consideração o site oficial do evento no momento da compra. A Eventbrite, por exemplo, oferece aos organizadores de eventos um hotsite gratuito otimizado para todos os dispositivos móveis, que permite aos participantes a compra de ingressos com segurança pela web, através de tablets ou qualquer smartphone. 

Entre os respondentes, 82% dizem frequentar shows; 67% assistem filmes/curtas 60% vão a peças teatrais. A geração compreendida pelo estudo, além de valorizar experiências, também investe mais tempo e dinheiro em atividades capazes de oferecer momentos únicos. Por essa razão, quase metade dos entrevistados frequenta eventos de 5 a 10 vezes por ano, incluindo festivais, shows, cinema, festas, exposições e teatros.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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