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Degustação alavanca vendas durante festas juninas e julinas

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É praxe o comércio lançar mão de datas comemorativas para alavancar as vendas que, em outros períodos do ano, não contam com tal apelo. Uma delas, as festas juninas e julinas, é especialmente explorada pelos segmentos alimentício e de eletroportáteis, que veem na data chance ímpar de fazerem girar os seus estoques…e até se complementam já que a ferramenta mais utilizada por ambos o setores é a degustação: aparelhos que promovem a elaboração dos pratos típicos da época, como pipoca, milho, canjica, pé de moleque, paçoca, entre outros.

“A degustação é a ação mais utilizada nesse período pelos dois segmentos, pois gera a oportunidade de demonstrar ao vivo todas as funcionalidades dos produtos e seus benefícios e, ao mesmo tempo, a qualidade dos ingredientes que compõem as receitas que estão sendo oferecidas. Traz experimentação para o cliente e, consequentemente, impulsionam a vendas do comércio”, destaca Ãdila Ribeiro Berretella, diretora da TOP PEOPLE, empresa especializada em trade marketing e recrutamento e seleção.

Na maioria das vezes, o consumidor não sai de casa com intenção de compra. E é exatamente a degustação que tende a motivá-lo. Por outro lado, tão importante quanto para atrair o público são as decorações das lojas, que devem estar voltadas para o momento, com bandeirolas, balões, chapéus de palhas, retalhos de tecidos coloridos, tudo que remeta às festas do meio do ano, tão tradicionais em todo o país, mas principalmente no Nordeste.

O consumidor
Analisando sob o ponto de vista do consumidor, a data também gera inúmeras oportunidades, especialmente de experimentar e conhecer produtos, os quais poderão trazer benefícios para o seu dia a dia, mas que, muitas vezes, pelo fato de já ter algumas culturas embutidas, não se dá a chance de conhecer. Por isso, recomenda-se que esteja muito atento a todas as ações promovidas e as veja como ocasião.

“Por exemplo, uma receita de arroz doce, que muitos acompanhavam na infância sendo feita pelas mães e avós, e sobre a qual se tem como referência que é muito difícil e trabalhosa de elaborar. Hoje, a indústria oferece eletrodomésticos como uma panela de arroz, que basta colocar os ingredientes e fazer a programação. A receita sairá com a mesma qualidade e em um curto espaço de tempo, desmitificando a ideia anteriormente concebida”, explica Ãdila.

Se desejar entrevistar a porta-voz da TOP PEOPLE, entre em contato. Estamos por aqui sempre às ordens.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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